Luísa Damião aponta unidade para o desenvolvimento do país

  • Luísa Damião, Vice-presidente do MPLA
Huambo – A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, destacou, nesta quinta-feira, no Huambo, que a chave para o desenvolvimento do país reside no reforço da unidade, preservação da paz e no reencontro sincero e verdadeiro dos angolanos.

Luísa Damião fez estas considerações durante a abertura da  III Edição do Encontro Nacional de recepção de opiniões da sociedade civil,   denominado “Termómetro”, realizado sob o lema “A importância do perdão e da tolerância para o aperfeiçoamento da reconciliação e unidade nacional”.

Conforme a dirigente, a reconciliação representa, para muitos países, um pilar indispensável para as transformações democráticas que se impõem e um dos motores de reformulação do contrato social.

“Quando existe reconciliação, tudo se renova e acabam -se às insónias, às torturas, às incertezas e há um despertar de esperança e um novo recomeço”, referiu.

Segundo a responsável, Angola vive uma experiência exemplar em termos de preservação e manutenção da paz e de aprofundamento constante da reconciliação nacional, da inclusão social, do perdão mútuo e do sarar das feridas do conflito armado.

Nesta conformidade, destacou o pedido de desculpas públicas e perdão apresentado pelo Presidente da República, João Lourenço, às vítimas dos conflitos armados que correram no país (1975 a 2002), como uma declaração histórica e de eleva responsabilidade patriótica.

Este pedido de perdão, para Luísa Damião, representa o reconhecimento dos erros cometidos entre “irmãos da mesma Pátria” e aprofunda, indubitavelmente, a preservação e  manutenção de uma paz definitiva, sobretudo, a reconciliação nacional , à inclusão social, o perdão mútuo e do sarar das feridas do conflito armado.

Neste particular de assunção de responsabilidade, continuou, o Estado angolano acaba de fazer a sua parte ao assumir os erros cometidos no quadro do 27 de Maio, “cabendo aquém nos conflitos armados do período de  1975 a 2002 reconhecer, com humildade, que terá cometido "erros gravosos", "perder a  vergonha" e ter a coragem e vir ao público, com sinceridade, pedir desculpas públicas e perdão”.

Referiu que o MPLA não tem medo de assumir os seus erros e sempre o tem feito com o sentido de responsabilidade, apontando como prova evidente o lema de governação “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”.

A III Edição do Encontro Nacional de recepção de opiniões da sociedade civil “Termómetro”, que juntou diversos quadros e militantes do partido no poder em Angola, antecedeu ao segundo encontro inter-provincial dos secretariados executivos dos organismos prementes e intermédios  da região Centro.

O certame, a realizar-se nesta sexta-feira, no município do Bailundo, a 75 quilómetros desta cidade, junta delegados das províncias de Benguela, Bié, Cuanza Sul e Huambo.

Ainda no cumprimento da sua jornada de trabalho, a vice-presidente do MPLA manteve, logo a após à sua chegada ao Huambo, um encontro com os primeiros secretários provinciais, tendo, em seguida, se deslocado ao município da Caála, onde se inteirou do grau de funcionamento das estruturas de base do Partido e concedeu audiência às diversas individualidades da sociedade civil desta região.

 

 

Luísa Damião fez estas considerações durante a abertura da  III Edição do Encontro Nacional de recepção de opiniões da sociedade civil,   denominado “Termómetro”, realizado sob o lema “A importância do perdão e da tolerância para o aperfeiçoamento da reconciliação e unidade nacional”.

Conforme a dirigente, a reconciliação representa, para muitos países, um pilar indispensável para as transformações democráticas que se impõem e um dos motores de reformulação do contrato social.

“Quando existe reconciliação, tudo se renova e acabam -se às insónias, às torturas, às incertezas e há um despertar de esperança e um novo recomeço”, referiu.

Segundo a responsável, Angola vive uma experiência exemplar em termos de preservação e manutenção da paz e de aprofundamento constante da reconciliação nacional, da inclusão social, do perdão mútuo e do sarar das feridas do conflito armado.

Nesta conformidade, destacou o pedido de desculpas públicas e perdão apresentado pelo Presidente da República, João Lourenço, às vítimas dos conflitos armados que correram no país (1975 a 2002), como uma declaração histórica e de eleva responsabilidade patriótica.

Este pedido de perdão, para Luísa Damião, representa o reconhecimento dos erros cometidos entre “irmãos da mesma Pátria” e aprofunda, indubitavelmente, a preservação e  manutenção de uma paz definitiva, sobretudo, a reconciliação nacional , à inclusão social, o perdão mútuo e do sarar das feridas do conflito armado.

Neste particular de assunção de responsabilidade, continuou, o Estado angolano acaba de fazer a sua parte ao assumir os erros cometidos no quadro do 27 de Maio, “cabendo aquém nos conflitos armados do período de  1975 a 2002 reconhecer, com humildade, que terá cometido "erros gravosos", "perder a  vergonha" e ter a coragem e vir ao público, com sinceridade, pedir desculpas públicas e perdão”.

Referiu que o MPLA não tem medo de assumir os seus erros e sempre o tem feito com o sentido de responsabilidade, apontando como prova evidente o lema de governação “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”.

A III Edição do Encontro Nacional de recepção de opiniões da sociedade civil “Termómetro”, que juntou diversos quadros e militantes do partido no poder em Angola, antecedeu ao segundo encontro inter-provincial dos secretariados executivos dos organismos prementes e intermédios  da região Centro.

O certame, a realizar-se nesta sexta-feira, no município do Bailundo, a 75 quilómetros desta cidade, junta delegados das províncias de Benguela, Bié, Cuanza Sul e Huambo.

Ainda no cumprimento da sua jornada de trabalho, a vice-presidente do MPLA manteve, logo a após à sua chegada ao Huambo, um encontro com os primeiros secretários provinciais, tendo, em seguida, se deslocado ao município da Caála, onde se inteirou do grau de funcionamento das estruturas de base do Partido e concedeu audiência às diversas individualidades da sociedade civil desta região.