MGA realça aposta no combate à pirataria e crime organizado

Luanda - A Marinha de Guerra Angolana (MGA) realçou, esta terça-feira, a aposta nas acções que visam o combate à pirataria, ao crime organizado e a pesca ilegal em território nacional.

De acordo com o vice-almirante da MGA, Augusto Pedro, que se dirigia aos auditores do primeiro Curso de Defesa Nacional para profissionais de comunicação, constam ainda das missões desta, através do patrulhamento e a fiscalização ao longo de toda a costa, as questões de natureza ambientais derivadas dos derrames de petróleo e do lançamento ao mar de grandes quantidades de residuos sólidos. 

Acrescentou que os piratas usam o Golfo da Guiné, do qual Angola faz parte, que é uma grande reentrância na costa Ocidental de África, banhada pelo oceano Atlântico, daí a preocupação da MGA .

Referiu que esta região, do Golfo da Guiné, é umas das áreas mais perigosas para os marinheiros. Nesta área verificam-se numerosos casos de pirataria violenta nos navios, envolvendo o roubo dos produtos e/ou rapto dos membros dos navios.

Como exemplo, deu a conhecer que, só em 2015, foram reportados 54 ataques, sendo 48 por cento ocorridos em águas internacionais e 15 casos de raptos que afectaram 44 marinheiros. Nesse ano morreram 23 pessoas em ataques de piratas.

O vice-almirante da Marinha acrescentou que abordar as questões do mar através dos meios de informação é importante para que a socieddae saiba do valor que proporciona, como o oxigénio, os recursos vivos além da grande fonte de lazer, sendo um importante património de toda a humanidade, cujo bom ou mau uso tem impacto em todos. 

Os cerca de 70 profissionais, entre jornalistas e adidos de imprensa, visitaram em seguida um navio de patrulha e fiscalização ficando a saber do trabalho realizado pelos militares da Marinha de Guerra ao longo da costa angolana, dividida em duas regiões: a Norte com sede no Soyo (Zaire), e a Sul com sede no Lobito (Benguela).

Antes disso, os formandos participaram de uma palestra sobre a organização e funcionamento das Forças Armadas Angolanas (FAA) em que o brigadeiro Pedro da Silva Quinhento falou dos marcos das Forças Armadas Angolanas desde a sua criação em 1991, enfatizando o processo de reestruturação, redimensionamento e reequipamento da instituição.

A formação, com duração de duas semanas, está a ser ministrado pelo Instituto de Defesa Nacional  com o objectivo de dotar os profissionais de ferramentas para melhor reportar as acções sobre a defesa nacional.

 A Marinha de Guerra Angolana (MGA) é o ramo naval das Forças Armadas Angolanas , que tem a missão de proteger os mil e 600 quilómetros da faixa costeira de Angola. Tem aproximadamente mil efectivos.

A Marinha angolana foi criada a 10 de Julho de 1976 após o término do primeiro curso de especialistas navais ministrados.

 

De acordo com o vice-almirante da MGA, Augusto Pedro, que se dirigia aos auditores do primeiro Curso de Defesa Nacional para profissionais de comunicação, constam ainda das missões desta, através do patrulhamento e a fiscalização ao longo de toda a costa, as questões de natureza ambientais derivadas dos derrames de petróleo e do lançamento ao mar de grandes quantidades de residuos sólidos. 

Acrescentou que os piratas usam o Golfo da Guiné, do qual Angola faz parte, que é uma grande reentrância na costa Ocidental de África, banhada pelo oceano Atlântico, daí a preocupação da MGA .

Referiu que esta região, do Golfo da Guiné, é umas das áreas mais perigosas para os marinheiros. Nesta área verificam-se numerosos casos de pirataria violenta nos navios, envolvendo o roubo dos produtos e/ou rapto dos membros dos navios.

Como exemplo, deu a conhecer que, só em 2015, foram reportados 54 ataques, sendo 48 por cento ocorridos em águas internacionais e 15 casos de raptos que afectaram 44 marinheiros. Nesse ano morreram 23 pessoas em ataques de piratas.

O vice-almirante da Marinha acrescentou que abordar as questões do mar através dos meios de informação é importante para que a socieddae saiba do valor que proporciona, como o oxigénio, os recursos vivos além da grande fonte de lazer, sendo um importante património de toda a humanidade, cujo bom ou mau uso tem impacto em todos. 

Os cerca de 70 profissionais, entre jornalistas e adidos de imprensa, visitaram em seguida um navio de patrulha e fiscalização ficando a saber do trabalho realizado pelos militares da Marinha de Guerra ao longo da costa angolana, dividida em duas regiões: a Norte com sede no Soyo (Zaire), e a Sul com sede no Lobito (Benguela).

Antes disso, os formandos participaram de uma palestra sobre a organização e funcionamento das Forças Armadas Angolanas (FAA) em que o brigadeiro Pedro da Silva Quinhento falou dos marcos das Forças Armadas Angolanas desde a sua criação em 1991, enfatizando o processo de reestruturação, redimensionamento e reequipamento da instituição.

A formação, com duração de duas semanas, está a ser ministrado pelo Instituto de Defesa Nacional  com o objectivo de dotar os profissionais de ferramentas para melhor reportar as acções sobre a defesa nacional.

 A Marinha de Guerra Angolana (MGA) é o ramo naval das Forças Armadas Angolanas , que tem a missão de proteger os mil e 600 quilómetros da faixa costeira de Angola. Tem aproximadamente mil efectivos.

A Marinha angolana foi criada a 10 de Julho de 1976 após o término do primeiro curso de especialistas navais ministrados.