MAT cria condições para início do registo eleitoral oficioso no exterior

  • Presidente da CNE reune-se com Ministro da Administração do Território para apresentar estratégia do Registo Eleitoral presencial e no exterior
Luanda  - O Ministério da Administração do Território (MAT) está a criar as condições logísticas para o início do registo eleitoral oficioso no exterior do país, informou, esta quinta-feira, o titular da pasta, Marcy Lopes.

Em declarações à imprensa, no final de um encontro com a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), o governante avançou que, neste sentido, uma delegação do sector vai deslocar-se, brevemente, ao exterior do país para constatar as condições inerentes ao processo.

De acordo com Marcy Lopes, o processo de preparação das condições para o registo eleitoral dos cidadãos no exterior do país engloba, para além da preparação logística, a formação de quadros das missões diplomáticas e consulares que vão trabalhar no processo, a decorrer de Janeiro a Março de 2022.

“A formação deste agentes tem início em Novembro deste ano, de forma presencial em Portugal e na República Democrática do Congo (RDC), e via zoom em outros países, contando com o apoio de todos os cidadãos”, salientou.

Por seu turno, o presidente da CNE, Manuel Pereira da Silva, afirmou que o órgão que representa, na qualidade de supervisor do processo, irá prestar todo o apoio necessário, com vista a contribuir para a sua transparência.

Actualmente residem no exterior do país cerca de 450 mil angolanos, com maior incidência no Congo, República Democrática do Congo, Zâmbia, Namíbia, Portugal, Estados Unidos da América e Brasil.

Em declarações à imprensa, no final de um encontro com a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), o governante avançou que, neste sentido, uma delegação do sector vai deslocar-se, brevemente, ao exterior do país para constatar as condições inerentes ao processo.

De acordo com Marcy Lopes, o processo de preparação das condições para o registo eleitoral dos cidadãos no exterior do país engloba, para além da preparação logística, a formação de quadros das missões diplomáticas e consulares que vão trabalhar no processo, a decorrer de Janeiro a Março de 2022.

“A formação deste agentes tem início em Novembro deste ano, de forma presencial em Portugal e na República Democrática do Congo (RDC), e via zoom em outros países, contando com o apoio de todos os cidadãos”, salientou.

Por seu turno, o presidente da CNE, Manuel Pereira da Silva, afirmou que o órgão que representa, na qualidade de supervisor do processo, irá prestar todo o apoio necessário, com vista a contribuir para a sua transparência.

Actualmente residem no exterior do país cerca de 450 mil angolanos, com maior incidência no Congo, República Democrática do Congo, Zâmbia, Namíbia, Portugal, Estados Unidos da América e Brasil.