Militares da Casa de Segurança impedidos de sair do país

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Luanda - A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou, sexta-feira, que 24 militares da Casa de Segurança do Presidente estão impedidos de abandonar o país, por suspeita de implicação na “Operação Caranguejo”.

De acordo com a Rádio Nacional de Angola (RNA), os tenente-generais Ernesto Pires, Angelino Vieira, José Fernandes, João Cristóvao e Paulo Costa, e o brigadeiro José Nicolau, recentemente exonerados pelo Presidente da República, destacam-se entre os impedidos de sair do país.

Constam ainda da lista outros militares e o major Pedro Lussaty, este último detido há várias semanas, na posse de malas carregadas de milhões de kwanzas e dólares e milhares de euros, bem como artigos valiosos.

A PGR justifica a medida, para que se mantenham disponíveis, em caso  de necessidade de cooperarem com a justiça, na investigação que envolve o major Pedro Lussaty.

Fonte da PGR adiantou que a medida não implica que sejam considerados criminosos, mas valida por ser o procedimento adequado para casos do género. 

O Ministério Público determinou a prisão preventiva do major Pedro Lussaty, afecto à Casa de Segurança do Presidente da República, por suspeita de crimes de peculato, retenção de moeda e associação criminosa.

De acordo com a Rádio Nacional de Angola (RNA), os tenente-generais Ernesto Pires, Angelino Vieira, José Fernandes, João Cristóvao e Paulo Costa, e o brigadeiro José Nicolau, recentemente exonerados pelo Presidente da República, destacam-se entre os impedidos de sair do país.

Constam ainda da lista outros militares e o major Pedro Lussaty, este último detido há várias semanas, na posse de malas carregadas de milhões de kwanzas e dólares e milhares de euros, bem como artigos valiosos.

A PGR justifica a medida, para que se mantenham disponíveis, em caso  de necessidade de cooperarem com a justiça, na investigação que envolve o major Pedro Lussaty.

Fonte da PGR adiantou que a medida não implica que sejam considerados criminosos, mas valida por ser o procedimento adequado para casos do género. 

O Ministério Público determinou a prisão preventiva do major Pedro Lussaty, afecto à Casa de Segurança do Presidente da República, por suspeita de crimes de peculato, retenção de moeda e associação criminosa.