MININT apela à convivência pacífica entre os actores políticos

  • Delegado do Interior no Huambo, Francisco Ribas da Silva
Huambo – O delegado do Ministério do Interior (MININT) na província do Huambo, Francisco Ribas da Silva, exortou esta sexta-feira, nesta cidade, a convivência serena e pacífica entre os actores políticos, para se evitar casos de intolerância.

Segundo o responsável, que falava durante um encontro com representantes do MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA, é fundamental que os políticos respeitem as diferenças durante a pré-campanha eleitoral, para torná-la num momento para aprofundar a democracia.

“Estamos num ano de pré-campanha, por isso, é importante que cada dirigente político-partidário seja o primeiro a impulsionar o clima de paz, de tranquilidade e de segurança, visando a preservação do bem vida”, rematou o também comandante provincial da Polícia Nacional.

Deste modo, Francisco Ribas da Silva disse que os partidos políticos devem transmitir somente mensagem de respeito pelas diferenças, para se anular, em definitivo, os possíveis actos de intolerância política na província do Huambo.

Aos representes da formações políticas com assento na Assembleia Nacional, foi-lhes informado do registo de 35 casos de intolerância política ocorridos nos últimos 14 anos, como a retirada de 16 bandeiras do MPLA, 17 da UNITA e duas do PRS, tendo resultado em nove casos de divergências, com três mortos e 15 feridos.

A esse respeito, segundo apurou a ANGOP no encontro, foram abertos processos-crime, com 31 cidadãos implicados.

A propósito, o segundo secretário do MPLA nesta região, Adérito Chimuco, reafirmou o compromisso desta organização política na mobilização e sensibilização dos militantes para pautarem, acima de tudo, por uma cultura de paz e de tolerância, visando a consolidação da paz e da unidade nacional.

Por sua vez, a secretária da UNITA na província do Huambo, Albertina Navita Ngolo, disse que os casos de intolerância política, com maior incidência para os municípios do Londuimbali e do Cachiungo, resultam da falta de uma liderança capaz de congregar todas as forças vivas da sociedade, além de cooperar com a Polícia Nacional e a sociedade civil, de forma geral, para eliminar os focos de desrespeito as escolhas dos outros.

Os representantes dos partidos políticos PRS, FNLA e da coligação de partidos políticos CASA-CE mostraram-se, igualmente, disponíveis em continuar a sensibilizar os militantes em prol do reforço da democracia, além de terem realçado a necessidade da criação de uma comissão conjunta para apurar as reais causas de intolerância na província do Huambo.

Segundo o responsável, que falava durante um encontro com representantes do MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA, é fundamental que os políticos respeitem as diferenças durante a pré-campanha eleitoral, para torná-la num momento para aprofundar a democracia.

“Estamos num ano de pré-campanha, por isso, é importante que cada dirigente político-partidário seja o primeiro a impulsionar o clima de paz, de tranquilidade e de segurança, visando a preservação do bem vida”, rematou o também comandante provincial da Polícia Nacional.

Deste modo, Francisco Ribas da Silva disse que os partidos políticos devem transmitir somente mensagem de respeito pelas diferenças, para se anular, em definitivo, os possíveis actos de intolerância política na província do Huambo.

Aos representes da formações políticas com assento na Assembleia Nacional, foi-lhes informado do registo de 35 casos de intolerância política ocorridos nos últimos 14 anos, como a retirada de 16 bandeiras do MPLA, 17 da UNITA e duas do PRS, tendo resultado em nove casos de divergências, com três mortos e 15 feridos.

A esse respeito, segundo apurou a ANGOP no encontro, foram abertos processos-crime, com 31 cidadãos implicados.

A propósito, o segundo secretário do MPLA nesta região, Adérito Chimuco, reafirmou o compromisso desta organização política na mobilização e sensibilização dos militantes para pautarem, acima de tudo, por uma cultura de paz e de tolerância, visando a consolidação da paz e da unidade nacional.

Por sua vez, a secretária da UNITA na província do Huambo, Albertina Navita Ngolo, disse que os casos de intolerância política, com maior incidência para os municípios do Londuimbali e do Cachiungo, resultam da falta de uma liderança capaz de congregar todas as forças vivas da sociedade, além de cooperar com a Polícia Nacional e a sociedade civil, de forma geral, para eliminar os focos de desrespeito as escolhas dos outros.

Os representantes dos partidos políticos PRS, FNLA e da coligação de partidos políticos CASA-CE mostraram-se, igualmente, disponíveis em continuar a sensibilizar os militantes em prol do reforço da democracia, além de terem realçado a necessidade da criação de uma comissão conjunta para apurar as reais causas de intolerância na província do Huambo.