Angola e China destacam relações no domínio militar

  • Bandeiras da República de Angola (à esq) e da República da China
Luanda - O nível das relações militares entre Angola e a China foi destacado, esta terça-feira, em Luanda, no acto de acreditação do novo adido de defesa da Embaixada chinesa em Angola, coronel superior Ji Meng.

Ao intervir na cerimónia de aceitação e acreditação, em nome do ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, o director nacional de Política de Defesa, Barbosa Epalanga, considerou que a cerimónia reforça o estreitamento do relacionamento entre os dois Estados, realçando o grau da patente do novo adido.

Explicou que Angola e a China têm em curso três instrumentos de cooperação, nomeadamente entre os respectivos ministérios da Defesa, na indústria da defesa e o acordo para fornecimento gratuito de material militar não letal.

Na ocasião, Ji Meng, o terceiro adido de Defesa desde que existe embaixada em território nacional, afirmou que Angola é um país importante no contexto africano e as suas forças armadas são fundamentais para a estabilidade da região austral do continente.

Garantiu que a China valoriza muito as relações com as Forças Armadas Angolanas (FAA) e está disposta a elevar a cooperação ao mais alto nível, baseando-se no princípio de vantagens mútuas.

De acordo com o oficial superior do “gigante” asiático, a cooperação militar é uma parte fundamental das relações entre os dois países e nos últimos 40 anos esteve sempre em patamares aceitáveis.

Explicou que, por este motivo, as duas forças armadas atingiram níveis muito satisfatórios nos últimos dez anos e disse acreditar que no pós-pandemia as relações serão fortificadas.

Desde 2007, Angola é o maior parceiro comercial da China em África, com um volume de negócios que registou nos últimos anos um total de 24,8 mil milhões de dólares.

Recentemente, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, assinou um Despacho Presidencial que autoriza o financiamento para aquisição de material militar à China, no valor de 84 milhões de dólares, para reforçar o controlo do espaço aéreo e terrestre para salvaguardar os objectivos estratégicos nacionais.

O novo adido militar chinês, de 46 anos de idade, formou-se na Universidade Militar da China e exerceu, entre outros, vários cargos de liderança, como comandante de pelotão, segundo-comandante de companhia, bem como secretário do adido de defesa no Bangladesh, na Colômbia e em Espanha.

Ao intervir na cerimónia de aceitação e acreditação, em nome do ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, o director nacional de Política de Defesa, Barbosa Epalanga, considerou que a cerimónia reforça o estreitamento do relacionamento entre os dois Estados, realçando o grau da patente do novo adido.

Explicou que Angola e a China têm em curso três instrumentos de cooperação, nomeadamente entre os respectivos ministérios da Defesa, na indústria da defesa e o acordo para fornecimento gratuito de material militar não letal.

Na ocasião, Ji Meng, o terceiro adido de Defesa desde que existe embaixada em território nacional, afirmou que Angola é um país importante no contexto africano e as suas forças armadas são fundamentais para a estabilidade da região austral do continente.

Garantiu que a China valoriza muito as relações com as Forças Armadas Angolanas (FAA) e está disposta a elevar a cooperação ao mais alto nível, baseando-se no princípio de vantagens mútuas.

De acordo com o oficial superior do “gigante” asiático, a cooperação militar é uma parte fundamental das relações entre os dois países e nos últimos 40 anos esteve sempre em patamares aceitáveis.

Explicou que, por este motivo, as duas forças armadas atingiram níveis muito satisfatórios nos últimos dez anos e disse acreditar que no pós-pandemia as relações serão fortificadas.

Desde 2007, Angola é o maior parceiro comercial da China em África, com um volume de negócios que registou nos últimos anos um total de 24,8 mil milhões de dólares.

Recentemente, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, assinou um Despacho Presidencial que autoriza o financiamento para aquisição de material militar à China, no valor de 84 milhões de dólares, para reforçar o controlo do espaço aéreo e terrestre para salvaguardar os objectivos estratégicos nacionais.

O novo adido militar chinês, de 46 anos de idade, formou-se na Universidade Militar da China e exerceu, entre outros, vários cargos de liderança, como comandante de pelotão, segundo-comandante de companhia, bem como secretário do adido de defesa no Bangladesh, na Colômbia e em Espanha.