Ministra de Estado apela para responsabilidade colectiva

  • Um ângulo da cidade de Luanda
Luanda - A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, considerou, nesta quarta-feira, fundamental que os angolanos assumam a sua responsabilidade colectiva em prol do crescimento e do desenvolvimento do país.

Carolina Cerqueira, que falava à margem da cerimónia de içar da Bandeira Monumento, entende ser com o trabalho abnegado e disciplina que o país vai ultrapassar as dificuldades socioeconómicas, acentuadas pela pandemia da Covid-19.

A ministra de Estado reafirmou o contínuo empenho do Executivo para a melhoria dos serviços de saúde, educação e habitação.

Por seu turno, o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, sublinhou a entrega dos angolanos para o alcance da independência.

Segundo o ministro, a independência foi um grande contributo para o início do crescimento do país.

"Os angolanos devem continuar a lutar para que haja estabilidade social, convivência salutar e unidade nacional mais forte", notou.

Para o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, os 45 anos de independência constituem um marco importante.

Eugénio Laborinho destacou, entre as várias mudanças registadas no país, nos últimos 45 anos, a liberdade de expressão e expansão das instituições de ensino.

Anualmente, a bandeira é hasteada nas datas históricas, nomeadamente 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial Baixa de Kassanje), 4 de Fevereiro (Início da Luta Armada de Libertação Nacional), 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) e 4 de Abril (Dia da Paz e da Reconciliação Nacional).

É içada ainda a 1 de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores), 25 de Maio (Dia de África), 17 de Setembro (Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional), 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional), a 25 de Dezembro (Dia de Natal e da Família), e para manutenção no primeiro domingo dos meses de Julho, Agosto e Outubro.

 

 

Carolina Cerqueira, que falava à margem da cerimónia de içar da Bandeira Monumento, entende ser com o trabalho abnegado e disciplina que o país vai ultrapassar as dificuldades socioeconómicas, acentuadas pela pandemia da Covid-19.

A ministra de Estado reafirmou o contínuo empenho do Executivo para a melhoria dos serviços de saúde, educação e habitação.

Por seu turno, o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, sublinhou a entrega dos angolanos para o alcance da independência.

Segundo o ministro, a independência foi um grande contributo para o início do crescimento do país.

"Os angolanos devem continuar a lutar para que haja estabilidade social, convivência salutar e unidade nacional mais forte", notou.

Para o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, os 45 anos de independência constituem um marco importante.

Eugénio Laborinho destacou, entre as várias mudanças registadas no país, nos últimos 45 anos, a liberdade de expressão e expansão das instituições de ensino.

Anualmente, a bandeira é hasteada nas datas históricas, nomeadamente 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial Baixa de Kassanje), 4 de Fevereiro (Início da Luta Armada de Libertação Nacional), 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) e 4 de Abril (Dia da Paz e da Reconciliação Nacional).

É içada ainda a 1 de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores), 25 de Maio (Dia de África), 17 de Setembro (Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional), 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional), a 25 de Dezembro (Dia de Natal e da Família), e para manutenção no primeiro domingo dos meses de Julho, Agosto e Outubro.