Ministro da Defesa Nacional felicita homólogo cubano

  • João Ernesto dos Santos, Ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria
Luanda – o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, felicitou, este domingo, o seu homólogo cubano, Álvaro López Miera, pelo 68º aniversário do assalto ao Quartel de Moncada.

Na mensagem de felicitações, chegada à Angop, João Ernesto dos Santos destaca que, no momento da celebração da vitória da revolução cubana de 1959, sobre o regime de Fulgêncio Baptista, é ocasião apropriada para exaltar a epopeia do punhado de destemidos e valorosos combatentes que, com bravura e determinação, não claudicaram diante das adversidades de toda ordem para que a liberdade, a paz e o progresso social triunfassem.

De acordo com o governante angolano, a revolução cubana e os seus órgãos de segurança e defesa, em particular, têm sido um exemplo de superação constante, diante da imprevisibilidade e vulnerabilidade vigente no cenário político internacional, onde os Estados evidenciam-se, cada vez mais focados, na defesa dos seus interesses nacionais que, quase sempre, não estão em alinhamento com os dos seus concorrentes.

“Ainda assim, Cuba tem sido proactiva aos constrangimentos dos novos tempos, em que se enquadra a pandemia da Covid-19, para a qual já criaram vacina própria (Soberana 2), com que, exitosamente, estão a prevenir e combater as consequências do seu silencioso e rápido índice de infecções”, refere a mensagem.

João Ernesto dos Santos reafirma o desejo de reforçar e consolidar a cooperação entre os ministérios da Defesa e as forças armadas dos dois países, no âmbito da troca de experiências na estrutura dos processos de formação e capacitação de quadros militares, para os actuais e futuros desafios.

Aos generais, oficiais superiores, capitães, subalternos, sargentos e praças das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba, o governante angolano deseja muita saúde e êxitos no cumprimento da missão.

A 26 de Julho de 1953, o jovem advogado Fidel de Castro, juntamente com outros 165 homens, executa o assalto ao Quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, na tentativa de tomar as bases dos quartéis, armar a população e derrubar o governo de Fulgêncio Baptista.

Dava-se assim início à Revolução Cubana, que, a 1 de Janeiro de 1959, triunfa contra o regime de Baptista e leva a um novo governo, liderado por Fidel Castro.

Na mensagem de felicitações, chegada à Angop, João Ernesto dos Santos destaca que, no momento da celebração da vitória da revolução cubana de 1959, sobre o regime de Fulgêncio Baptista, é ocasião apropriada para exaltar a epopeia do punhado de destemidos e valorosos combatentes que, com bravura e determinação, não claudicaram diante das adversidades de toda ordem para que a liberdade, a paz e o progresso social triunfassem.

De acordo com o governante angolano, a revolução cubana e os seus órgãos de segurança e defesa, em particular, têm sido um exemplo de superação constante, diante da imprevisibilidade e vulnerabilidade vigente no cenário político internacional, onde os Estados evidenciam-se, cada vez mais focados, na defesa dos seus interesses nacionais que, quase sempre, não estão em alinhamento com os dos seus concorrentes.

“Ainda assim, Cuba tem sido proactiva aos constrangimentos dos novos tempos, em que se enquadra a pandemia da Covid-19, para a qual já criaram vacina própria (Soberana 2), com que, exitosamente, estão a prevenir e combater as consequências do seu silencioso e rápido índice de infecções”, refere a mensagem.

João Ernesto dos Santos reafirma o desejo de reforçar e consolidar a cooperação entre os ministérios da Defesa e as forças armadas dos dois países, no âmbito da troca de experiências na estrutura dos processos de formação e capacitação de quadros militares, para os actuais e futuros desafios.

Aos generais, oficiais superiores, capitães, subalternos, sargentos e praças das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba, o governante angolano deseja muita saúde e êxitos no cumprimento da missão.

A 26 de Julho de 1953, o jovem advogado Fidel de Castro, juntamente com outros 165 homens, executa o assalto ao Quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, na tentativa de tomar as bases dos quartéis, armar a população e derrubar o governo de Fulgêncio Baptista.

Dava-se assim início à Revolução Cubana, que, a 1 de Janeiro de 1959, triunfa contra o regime de Baptista e leva a um novo governo, liderado por Fidel Castro.