Ministro de Estado incentiva parceria PN e população

  • Policia Nacional comemora 45º aniversário
Luanda - O ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, incentivou, este domingo, a Polícia Nacional (PN) a envolver a população no asseguramento da ordem e a tranquilidade pública.

Segundo Pedro Sebastião, que falava no acto central do dia da PN, assilanado hoje, é hora de chamar os efectivos para acções que propiciem um crescente afecto popular e fazer juz ao lema: "Pela ordem e pela paz ao serviço da Nação".

O ministro de Estado, em representação do Presidente da República, João Lourenço, apelou ao trabalho combinado da PN com as instituições públicas afins, os órgãos de fiscalização e de inspecção, para contrapôr a práticas criminosas.

Na presença do comandante-geral da PN, Paulo de Almeida, Pedro Sebastião apontou a capacitação técnico-profissional dos efectivos como caminho a seguir.

O ministro de Estado disse esperar que a implementação do projecto "a nossa esquadra", que visa implantar postos policiais nas comunidades, resulte em melhor atendimento à população e na celeridade para a resolução das preocupações sobre segurança pública.

Sobre o dia da PN, o ministro de Estado Pedro Sebastião considerou um marco de reflexão e de acção para o país, sublinhando que em quatro décadas a corporação soube se adaptar para responder os diferentes desafios.

Destacou a importância da lei de bases da corporação, que definiu o carácter republicado deste órgão, cujo desempenho garante a segurança pública, o normal funcionamento das instituições do Estado e a livre circulação de pessoas e bens.

PN entre as mais referenciadas de África

A PN está entre as cinco mais referenciadas do continente africano, segundo o comandante-geral Paulo de Almeida, para quem esta qualificação deve-se à sua organização, preparação e sentido de missão.

Para Paulo de Almeida, a participação da PN no asseguramento de eventos mundiais e do nosso continente granjearam a admiração e a confiança de países e organizações internacionais.

De acordo com o comandante-geral da PN, essa admiração e confiança têm estimulado propostas para a participação em missões de manutenção de paz das Nações Unidas e da União Africana. Referiu que a nível colectivo a Polícia Nacional tem realizado um bom trabalho, no entanto, reconheceu existir agentes que ainda mancham o nome da corporação.

"Não devemos confundir a árvore com a floresta, a atitude de um ou outros agentes não deve ser confundida com a idoneidade desta grandiosa corporação", alertou.

No entender de Paulo de Almeida, o país tem uma polícia preparada para os desafios da paz e da democracia, sendo proactiva, mais próxima do cidadão e que previne, investiga e reprime o crime.

O 28 Fevereiro de 1976 foi adoptado como data comemorativa da PN, após uma cerimónia de juramento de bandeira de 383 polícias, sendo 102 do sexo feminino, na Escola Nacional de Polícia de Ordem Pública, Capolo I.

A PN tem origem na antiga Polícia de Segurança Pública (PSP) da antiga administração colonial portuguesa, que, com a independência de Angola, em 1975, foi reformulada, dando origem ao Corpo de Polícia Popular de Angola (CPPA) e ao Corpo de Polícia de Angola (CPA).
 

Segundo Pedro Sebastião, que falava no acto central do dia da PN, assilanado hoje, é hora de chamar os efectivos para acções que propiciem um crescente afecto popular e fazer juz ao lema: "Pela ordem e pela paz ao serviço da Nação".

O ministro de Estado, em representação do Presidente da República, João Lourenço, apelou ao trabalho combinado da PN com as instituições públicas afins, os órgãos de fiscalização e de inspecção, para contrapôr a práticas criminosas.

Na presença do comandante-geral da PN, Paulo de Almeida, Pedro Sebastião apontou a capacitação técnico-profissional dos efectivos como caminho a seguir.

O ministro de Estado disse esperar que a implementação do projecto "a nossa esquadra", que visa implantar postos policiais nas comunidades, resulte em melhor atendimento à população e na celeridade para a resolução das preocupações sobre segurança pública.

Sobre o dia da PN, o ministro de Estado Pedro Sebastião considerou um marco de reflexão e de acção para o país, sublinhando que em quatro décadas a corporação soube se adaptar para responder os diferentes desafios.

Destacou a importância da lei de bases da corporação, que definiu o carácter republicado deste órgão, cujo desempenho garante a segurança pública, o normal funcionamento das instituições do Estado e a livre circulação de pessoas e bens.

PN entre as mais referenciadas de África

A PN está entre as cinco mais referenciadas do continente africano, segundo o comandante-geral Paulo de Almeida, para quem esta qualificação deve-se à sua organização, preparação e sentido de missão.

Para Paulo de Almeida, a participação da PN no asseguramento de eventos mundiais e do nosso continente granjearam a admiração e a confiança de países e organizações internacionais.

De acordo com o comandante-geral da PN, essa admiração e confiança têm estimulado propostas para a participação em missões de manutenção de paz das Nações Unidas e da União Africana. Referiu que a nível colectivo a Polícia Nacional tem realizado um bom trabalho, no entanto, reconheceu existir agentes que ainda mancham o nome da corporação.

"Não devemos confundir a árvore com a floresta, a atitude de um ou outros agentes não deve ser confundida com a idoneidade desta grandiosa corporação", alertou.

No entender de Paulo de Almeida, o país tem uma polícia preparada para os desafios da paz e da democracia, sendo proactiva, mais próxima do cidadão e que previne, investiga e reprime o crime.

O 28 Fevereiro de 1976 foi adoptado como data comemorativa da PN, após uma cerimónia de juramento de bandeira de 383 polícias, sendo 102 do sexo feminino, na Escola Nacional de Polícia de Ordem Pública, Capolo I.

A PN tem origem na antiga Polícia de Segurança Pública (PSP) da antiga administração colonial portuguesa, que, com a independência de Angola, em 1975, foi reformulada, dando origem ao Corpo de Polícia Popular de Angola (CPPA) e ao Corpo de Polícia de Angola (CPA).