Ministro do Interior homenageia heróis do início da luta armada 

  • Ministro do Interior, Eugénio Laborinho (arquivo)
Luanda - O Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, homenageou, hoje, em Luanda, os heróis do início da Luta Armada de Libertação de Angola, com a deposição de uma coroa de flores no túmulo do soldado desconhecido.

O acto foi antecedido com o içar da Bandeira Monumento, no Museu de História Militar, na presença da Governadora de Luanda, Joana Lina, para quem é necessário os heróis serem honrados, homenageados e sempre lembrados, pois derramaram o sangue pela independência de Angola.

Após depositar a coroa de flores no túmulo do soldado desconhecido, o ministro do Interior assinou o livro de condolências, onde destacou a honra e a glória dos heróis do 4 de Fevereiro, hoje efusivamente celebrado em todo o país.

Em declarações à  imprensa, o governate sublinhou que "todos os angolans são parte integrante desta luta de libertação nacional, pois há programas que visam honrar a história de todos os compatriotas".

No fecho da jornada, o ministro e a gorvernadora prestigiaram o trabalho de um grupo de artistas plásticos, autores de um mural onde se destaca a actual situação que o país vive com a pandemia da Covid-19.

Eugénio Labourinho encorajou, na ocasião, o trabalho efectuado e predispôs-se em apoiar para que possam expandir a arte para outros pontos de Luanda.

Angola assinala, nesta quinta-feira, dia 4 de Fevereiro, o 60º aniversário do início da luta armada de libertação nacional.

Reza a história que em 1961, um grupo de homens determinados, liderados por Neves Bendinha, Paiva Domingos da Silva, Domingos Manuel Mateus, Imperial Santana e Virgílio Sotto Mayor, desencadearam um ataque conjunto em Luanda.

O objectivo era libertar os presos políticos que se encontravam nas cadeias, acusados pelas autoridades coloniais de actividades subversivas.

Esta luta culminou com a proclamação da Independência Nacional e o hastear da bandeira de Angola, a 11 de Novembro de 1975.

O acto foi antecedido com o içar da Bandeira Monumento, no Museu de História Militar, na presença da Governadora de Luanda, Joana Lina, para quem é necessário os heróis serem honrados, homenageados e sempre lembrados, pois derramaram o sangue pela independência de Angola.

Após depositar a coroa de flores no túmulo do soldado desconhecido, o ministro do Interior assinou o livro de condolências, onde destacou a honra e a glória dos heróis do 4 de Fevereiro, hoje efusivamente celebrado em todo o país.

Em declarações à  imprensa, o governate sublinhou que "todos os angolans são parte integrante desta luta de libertação nacional, pois há programas que visam honrar a história de todos os compatriotas".

No fecho da jornada, o ministro e a gorvernadora prestigiaram o trabalho de um grupo de artistas plásticos, autores de um mural onde se destaca a actual situação que o país vive com a pandemia da Covid-19.

Eugénio Labourinho encorajou, na ocasião, o trabalho efectuado e predispôs-se em apoiar para que possam expandir a arte para outros pontos de Luanda.

Angola assinala, nesta quinta-feira, dia 4 de Fevereiro, o 60º aniversário do início da luta armada de libertação nacional.

Reza a história que em 1961, um grupo de homens determinados, liderados por Neves Bendinha, Paiva Domingos da Silva, Domingos Manuel Mateus, Imperial Santana e Virgílio Sotto Mayor, desencadearam um ataque conjunto em Luanda.

O objectivo era libertar os presos políticos que se encontravam nas cadeias, acusados pelas autoridades coloniais de actividades subversivas.

Esta luta culminou com a proclamação da Independência Nacional e o hastear da bandeira de Angola, a 11 de Novembro de 1975.