Polícia Nacional instada a combater crimes de vandalização

  • Ministro do Interior,  Eugenio Laborinho
Luanda - O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, instou, nesta quinta-feira, em Luanda, a Polícia Nacional (PN) a combater os crimes de vandalização dos bens públicos com maior firmeza e sem contemplações.

De acordo com o governante, o furto de cabos eléctricos, destruição de cabines eléctricas, tubagem de água potável e vandalização dos caminhos de ferro deve estar na mira das autoridades competentes. 

Eugénio Laborinho, que falava na abertura da reunião extraordinária do Conselho Superior de Polícia, adiantou que o furto em instituições de ensino e outros bens é também um dos tipos de crimes com contornos preocupantes para qualquer angolano.

Esclareceu que esse tipo de crime é "trazido para Angola por cidadãos estrangeiros, que tudo fazem para instigar nacionais a roubarem o que é de todos nós, para vender a determinados países que vão transformar e revender ao nosso país".

Sem mencionar a nacionalidade dos mesmos, deu como exemplo os cinco contentores apreendidos, recentemente, no Porto de Luanda, quando estavam a ser despachados para fora de Angola.

Salientou que estamos diante de crimes que colocam em causa muitos bens jurídicos fundamentais, nomeadamente, o direito à água, energia, liberdade de circulação e de segurança.

Pedido de desculpas

Na sua intervenção, desculpou-se por eventuais irregularidades ou excessos de zelo cometidos, prometendo superar e corrigi-los, à medida que forem ocorrendo.

Informou que a PN existe para garantir a ordem e a legalidade democrática, independentemente da filiação partidária, religião, raça, nacionalidade do cidadão, porque os respectivos órgãos servem os interesses de todas as instituições e de todos os cidadãos.

A reunião extraordinária do Conselho Superior de Polícia, que termina sexta-feira, vai abordar, entre outros aspectos, as normas de execução permanente sobre a Organização, modalidades de acção e execução do policiamento de proximidade, procedimentos para o policiamento em reuniões e manifestações, uso de meios coercivos, bem como a revisão pontual do Regulamento Disciplinar do Pessoal da Polícia Nacional.

De acordo com o governante, o furto de cabos eléctricos, destruição de cabines eléctricas, tubagem de água potável e vandalização dos caminhos de ferro deve estar na mira das autoridades competentes. 

Eugénio Laborinho, que falava na abertura da reunião extraordinária do Conselho Superior de Polícia, adiantou que o furto em instituições de ensino e outros bens é também um dos tipos de crimes com contornos preocupantes para qualquer angolano.

Esclareceu que esse tipo de crime é "trazido para Angola por cidadãos estrangeiros, que tudo fazem para instigar nacionais a roubarem o que é de todos nós, para vender a determinados países que vão transformar e revender ao nosso país".

Sem mencionar a nacionalidade dos mesmos, deu como exemplo os cinco contentores apreendidos, recentemente, no Porto de Luanda, quando estavam a ser despachados para fora de Angola.

Salientou que estamos diante de crimes que colocam em causa muitos bens jurídicos fundamentais, nomeadamente, o direito à água, energia, liberdade de circulação e de segurança.

Pedido de desculpas

Na sua intervenção, desculpou-se por eventuais irregularidades ou excessos de zelo cometidos, prometendo superar e corrigi-los, à medida que forem ocorrendo.

Informou que a PN existe para garantir a ordem e a legalidade democrática, independentemente da filiação partidária, religião, raça, nacionalidade do cidadão, porque os respectivos órgãos servem os interesses de todas as instituições e de todos os cidadãos.

A reunião extraordinária do Conselho Superior de Polícia, que termina sexta-feira, vai abordar, entre outros aspectos, as normas de execução permanente sobre a Organização, modalidades de acção e execução do policiamento de proximidade, procedimentos para o policiamento em reuniões e manifestações, uso de meios coercivos, bem como a revisão pontual do Regulamento Disciplinar do Pessoal da Polícia Nacional.