Mística do MPLA reside na ligação com o Povo

  • Vice-presidente do MPLA, Luisa Damião
Luanda - A mística do MPLA reside na sua ligação histórica com o povo angolano, considerou hoje, em Luanda, a vice-presidente do partido, Luísa Damião.

Em entrevista à ANGOP, no âmbito da jornada Março-Mulher, em alusão aos Dias da Mulher Angolana (2) e Internacional da Mulher (8), a dirigente partidária defendeu que o lema “O MPLA é o Povo e o Povo é o MPLA” continua vivo e actual.

“É a mais perfeita expressão da ligação que o MPLA estabeleceu com o povo angolano ao longo do seu percurso histórico e revolucionário e é o segredo das nossas vitórias”, sublinhou.  

Para Luísa Damião, o MPLA é um partido de massas e quadros profundamente enraizado no seio do povo angolano.  

“Somos um partido democrático e aberto, uma formação política que permite a conjugação dos superiores interesses do povo com os interesses da massa intelectual”, advogou.

A jornada Março-Mulher decorre de 01 a 31 do mês em curso, em todo o país, sob o lema: “Mulheres na liderança rumo ao empoderamento económico em tempo de Covid”.

Em Angola, o 2 de Março é consagrado à mulher, em reconhecimento aos feitos históricos de Deolinda Rodrigues, Irene Cohen, Engrácia dos Santos, Teresa Afonso, Lucrécia Paim e outras anónimas, pela luta de resistência contra a ocupação colonial portuguesa.

 

Em entrevista à ANGOP, no âmbito da jornada Março-Mulher, em alusão aos Dias da Mulher Angolana (2) e Internacional da Mulher (8), a dirigente partidária defendeu que o lema “O MPLA é o Povo e o Povo é o MPLA” continua vivo e actual.

“É a mais perfeita expressão da ligação que o MPLA estabeleceu com o povo angolano ao longo do seu percurso histórico e revolucionário e é o segredo das nossas vitórias”, sublinhou.  

Para Luísa Damião, o MPLA é um partido de massas e quadros profundamente enraizado no seio do povo angolano.  

“Somos um partido democrático e aberto, uma formação política que permite a conjugação dos superiores interesses do povo com os interesses da massa intelectual”, advogou.

A jornada Março-Mulher decorre de 01 a 31 do mês em curso, em todo o país, sob o lema: “Mulheres na liderança rumo ao empoderamento económico em tempo de Covid”.

Em Angola, o 2 de Março é consagrado à mulher, em reconhecimento aos feitos históricos de Deolinda Rodrigues, Irene Cohen, Engrácia dos Santos, Teresa Afonso, Lucrécia Paim e outras anónimas, pela luta de resistência contra a ocupação colonial portuguesa.