MP define prisão preventiva para antiga administradora de Chicomba  

Lubango – Após três horas de interrogatório, a Procuradoria-geral da República (PGR) na Huíla oficializou, esta quinta-feira, a prisão preventiva da ex-administradora de Chicomba, Lúcia Francisca e do então inspector municipal da Saúde, João Vaz Monteiro.

A ex-funcionária pública, reformada em 2018, foi detida no mesmo dia em sua residência no Lubango pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), num processo que envolve também um outro funcionário da adminsitração identificado como, António Damião, detido há algum tempo.

O advogado da ex-administradora e de João Monteiro, José Carmona, considerou hoje, sexta-feira, que a prisão preventiva foi uma medida “extrema”.

Para ele, os factos trazidos ao processo repugnam qualquer operador comprometido com a justiça, considerando ser uma decisão contra os princípios da dignidade da pessoa humana e da presunção da inocência.

“Não existiam fundamentos para aplicação de uma medida de coação dessa natureza. Isso  demonstra claramente que o combate à corrupção não está a ser conduzido de forma séria”, declarou.

Conforme o cuasídico, é um processo em segredo de justiça e que vão estudar os passos subsequentes até provar a inocência dos arguidos.  

Uma fonte da PGR na Huíla revelou à ANGOP, que entre 2012 a 2018, Lúcia Francisca, enquanto administradora de Chicomba, criou uma empresa denominada “Luveprest” e tinha como sócio o funcionário da administração e co-arguido, João Vaz Monteiro.

A empresa celebrou contractos de prestação de serviço e construção da administração municipal, sendo que o Estado pagou a mesma empresa perto de 600 milhões de Kwanzas pelos serviços prestados.

Os arguidos são indiciados pelos crimes de peculato, associação criminosa, participação económica em negócio, tráfico de influências e branqueamento de capitais.

A ex-funcionária pública, reformada em 2018, foi detida no mesmo dia em sua residência no Lubango pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), num processo que envolve também um outro funcionário da adminsitração identificado como, António Damião, detido há algum tempo.

O advogado da ex-administradora e de João Monteiro, José Carmona, considerou hoje, sexta-feira, que a prisão preventiva foi uma medida “extrema”.

Para ele, os factos trazidos ao processo repugnam qualquer operador comprometido com a justiça, considerando ser uma decisão contra os princípios da dignidade da pessoa humana e da presunção da inocência.

“Não existiam fundamentos para aplicação de uma medida de coação dessa natureza. Isso  demonstra claramente que o combate à corrupção não está a ser conduzido de forma séria”, declarou.

Conforme o cuasídico, é um processo em segredo de justiça e que vão estudar os passos subsequentes até provar a inocência dos arguidos.  

Uma fonte da PGR na Huíla revelou à ANGOP, que entre 2012 a 2018, Lúcia Francisca, enquanto administradora de Chicomba, criou uma empresa denominada “Luveprest” e tinha como sócio o funcionário da administração e co-arguido, João Vaz Monteiro.

A empresa celebrou contractos de prestação de serviço e construção da administração municipal, sendo que o Estado pagou a mesma empresa perto de 600 milhões de Kwanzas pelos serviços prestados.

Os arguidos são indiciados pelos crimes de peculato, associação criminosa, participação económica em negócio, tráfico de influências e branqueamento de capitais.