MPLA condena delapidação do erário

  • Vice Presidente do MPLA Luisa Damião no uso da palavra
  • Vice Presidente do MPLA Luisa Damião, aprecia exposição fotográfica do fotógrafo Carlos Guimarães
  • Membros do Partido MPLA Presentes no evento
  • Vice Presidente do MPLA Luisa Damião(esq) recebida com dança tradicional  na abertura  do 64º aniversário do seu partido
  • Mesa de Presidium da VI conferência extraordinaria do MPLA
Luanda - A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, condenou sexta-feira, em Luanda, a delapidação do erário e reiterou o combate à corrupção, à impunidade e ao nepotismo.

A dirigente política discursava no encontro de militantes que marcou a abertura das festividades alusivas aos 64 anos da fundação do MPLA, a assinalar-se no próximo dia 10 Dezembro.

Segundo Luísa Damião, os alicerces do MPLA assentam em valores e princípios nobres como a promoção da defesa da independência, unidade nacional, paz, liberdade, justiça social, solidariedade, democracia, humanismo, bem como a dignidade da pessoa humana, igualdade de direitos e de oportunidades.

Considerou negativos e contrários aos ideais do partido comportamentos e atitudes relacionados com a delapidação do erário. Citou uma máxima, do Presidente da República, João Lourenço, segundo a qual, "ninguém é rico ou poderoso de mais para se furtar a ser punido, nem ninguém é pobre demais ao ponto de não poder ser protegido".

Declarou que, apesar das dificuldades financeiras e económicas, agravadas pela pandemia da Covid-19, o executivo aposta na diversificação económica e no aprofundamento de um Estado democrático e de direito.

Encorajou a contínua reforma do Estado, institucionalização das autarquias locais, fomento do emprego com a participação privada e a implementação das medidas de combate à pobreza.

Apoio ao líder do partido

Apelou aos militantes a apoiarem o Presidente da República, João Lourenço, para prosseguir com as reformas, em prol do fortalecimento das instituições e moralização da sociedade, no quadro do exercício de uma cidadania participativa e diálogo permanente com a sociedade civil.

Repudiou as manobras de diversão e acções desestabilizadoras que visam inverter a ordem institucional, ressaltando que em democracia só se alcança o poder com o aval do povo nas urnas.

A dirigente política disse acreditar que se o MPLA venceu a guerra, conquistou a independência, a paz e a democracia, vencerá, também, a batalha para o desenvolvimento económico do país.

Luísa Damião falou de um  MPLA dinâmico e aberto, que se adapta as várias etapas históricas com a determinação da sua juventude, suportada pela experiência e a sabedoria dos mais velhos, bem como a força e a vitalidade da mulher angolana.

Apelou, igualmente, aos militantes a melhorem a máquina organizativa para enfrentarem os desafios eleitorais futuros, aperfeiçoarem o potencial de mobilização e de inserção na sociedade.

O MPLA foi fundado a 10 de Dezembro de 1956. No âmbito das festividades alusivas ao seu sexagésimo-quarto aniversário, o Bureau Político do MPLA exorta os militantes, "simpatizantes e amigos do Partido a participarem activamente" nas actividades alusivas a efeméride, cerrando fileiras em torno da liderança do Presidente João Lourenço.  

Exposição fotográfica

No recinto foi aberta  uma exposição fotográfica, denominada “MPLA 64 anos”, que retrata a trajectória do partido, desde a sua fundação.

A exposição retrata fotos dos ex-presidentes da organização, designadamente Ilídio Machado, Mário Coelho Pinto de Andrade, Agostinho Neto, José Eduardo dos Santos, bem como do actual líder partidário, João Lourenço.

Constam ainda da exibição fotográfica figuras do "Processo dos 50" (ex-presos políticos, durante o regime colonial luso), descrições sobre a guerrilha e de antigos combatentes, congressos, entre outros eventos relevantes da vida do partido, no poder.

A dirigente política discursava no encontro de militantes que marcou a abertura das festividades alusivas aos 64 anos da fundação do MPLA, a assinalar-se no próximo dia 10 Dezembro.

Segundo Luísa Damião, os alicerces do MPLA assentam em valores e princípios nobres como a promoção da defesa da independência, unidade nacional, paz, liberdade, justiça social, solidariedade, democracia, humanismo, bem como a dignidade da pessoa humana, igualdade de direitos e de oportunidades.

Considerou negativos e contrários aos ideais do partido comportamentos e atitudes relacionados com a delapidação do erário. Citou uma máxima, do Presidente da República, João Lourenço, segundo a qual, "ninguém é rico ou poderoso de mais para se furtar a ser punido, nem ninguém é pobre demais ao ponto de não poder ser protegido".

Declarou que, apesar das dificuldades financeiras e económicas, agravadas pela pandemia da Covid-19, o executivo aposta na diversificação económica e no aprofundamento de um Estado democrático e de direito.

Encorajou a contínua reforma do Estado, institucionalização das autarquias locais, fomento do emprego com a participação privada e a implementação das medidas de combate à pobreza.

Apoio ao líder do partido

Apelou aos militantes a apoiarem o Presidente da República, João Lourenço, para prosseguir com as reformas, em prol do fortalecimento das instituições e moralização da sociedade, no quadro do exercício de uma cidadania participativa e diálogo permanente com a sociedade civil.

Repudiou as manobras de diversão e acções desestabilizadoras que visam inverter a ordem institucional, ressaltando que em democracia só se alcança o poder com o aval do povo nas urnas.

A dirigente política disse acreditar que se o MPLA venceu a guerra, conquistou a independência, a paz e a democracia, vencerá, também, a batalha para o desenvolvimento económico do país.

Luísa Damião falou de um  MPLA dinâmico e aberto, que se adapta as várias etapas históricas com a determinação da sua juventude, suportada pela experiência e a sabedoria dos mais velhos, bem como a força e a vitalidade da mulher angolana.

Apelou, igualmente, aos militantes a melhorem a máquina organizativa para enfrentarem os desafios eleitorais futuros, aperfeiçoarem o potencial de mobilização e de inserção na sociedade.

O MPLA foi fundado a 10 de Dezembro de 1956. No âmbito das festividades alusivas ao seu sexagésimo-quarto aniversário, o Bureau Político do MPLA exorta os militantes, "simpatizantes e amigos do Partido a participarem activamente" nas actividades alusivas a efeméride, cerrando fileiras em torno da liderança do Presidente João Lourenço.  

Exposição fotográfica

No recinto foi aberta  uma exposição fotográfica, denominada “MPLA 64 anos”, que retrata a trajectória do partido, desde a sua fundação.

A exposição retrata fotos dos ex-presidentes da organização, designadamente Ilídio Machado, Mário Coelho Pinto de Andrade, Agostinho Neto, José Eduardo dos Santos, bem como do actual líder partidário, João Lourenço.

Constam ainda da exibição fotográfica figuras do "Processo dos 50" (ex-presos políticos, durante o regime colonial luso), descrições sobre a guerrilha e de antigos combatentes, congressos, entre outros eventos relevantes da vida do partido, no poder.