MPLA condena invasão ao Capitólio 

  • Presidente do Grupo parlamentar do MPLA, Américo António Cuononoca
Luanda - Os deputados do MPLA condenaram, quinta-feira, os actos de violência, intimidação e coacção protagonizados por apoiantes do Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, contra congressistas americanos, no Capitólio. 

O presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, Américo Cuononoca, que falava na Assembleia Nacional, considerou o acto uma "atitude contra a democracia e a liberdade dos congressistas e deputados americanos". 

A 6 deste mês, apoiantes do Presidente Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Legislativo federal dos EUA, para parar a sessão que certificaria a vitória de Joe Biden nas eleições de Novembro passado.

Os invasores, alguns já detidos, violaram as barreiras de segurança colocadas em redor do edifício e entraram nas instalações, partindo janelas e portas, o que obrigou a suspensão da sessão em curso e protecção dos legisladores.

Segundo relatos de vários órgãos internacionais, durante os distúrbios, morreram quatro civis e um polícia. Donald Trump negou qualquer responsabilidade nos tumúltos.

Em reacção à invasão, o líder parlamentar do MPLA disse ter sido um "péssimo exemplo, que mancha a história daquela potência mundial". 

"Não podemos deixar de manifestar a nossa tristeza pelos acontecimentos ocorridos nos EUA, no calor da disputa eleitoral, sendo o mundo surpreendido pela violência, intimidação e coacção contra os congressistas pelos manifestantes que se introduziram no Capitólio, que é o parlamento", exprimiu o deputado. 

A propósito, manifestou a solidariedade do MPLA com o povo americano, lembrando que a guerra pós-eleitoral ocorrida em Angola no período de 1992 a 2002, teve a condenação da comunidade internacional, em especial do Conselho de Segurança da ONU. 

Esse apoio, recordou, assentou na Resolução 864/93, que condenou acções violentas por não aceitação dos resultados eleitorais e o conflito que se seguiu durante 10 anos de prejuízos humanos e materiais incalculáveis. 

Cuononoca criticou o recurso dos políticos à manipulação de jovens para desacreditarem o jogo democrático, afirmando ser obrigação da presente geração de políticos deixar um legado recheado de princípios da democracia, convivência e coexistência pacífica, de tolerância, respeito pelo património público e de unidade na diversidade. 

O presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, Américo Cuononoca, que falava na Assembleia Nacional, considerou o acto uma "atitude contra a democracia e a liberdade dos congressistas e deputados americanos". 

A 6 deste mês, apoiantes do Presidente Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Legislativo federal dos EUA, para parar a sessão que certificaria a vitória de Joe Biden nas eleições de Novembro passado.

Os invasores, alguns já detidos, violaram as barreiras de segurança colocadas em redor do edifício e entraram nas instalações, partindo janelas e portas, o que obrigou a suspensão da sessão em curso e protecção dos legisladores.

Segundo relatos de vários órgãos internacionais, durante os distúrbios, morreram quatro civis e um polícia. Donald Trump negou qualquer responsabilidade nos tumúltos.

Em reacção à invasão, o líder parlamentar do MPLA disse ter sido um "péssimo exemplo, que mancha a história daquela potência mundial". 

"Não podemos deixar de manifestar a nossa tristeza pelos acontecimentos ocorridos nos EUA, no calor da disputa eleitoral, sendo o mundo surpreendido pela violência, intimidação e coacção contra os congressistas pelos manifestantes que se introduziram no Capitólio, que é o parlamento", exprimiu o deputado. 

A propósito, manifestou a solidariedade do MPLA com o povo americano, lembrando que a guerra pós-eleitoral ocorrida em Angola no período de 1992 a 2002, teve a condenação da comunidade internacional, em especial do Conselho de Segurança da ONU. 

Esse apoio, recordou, assentou na Resolução 864/93, que condenou acções violentas por não aceitação dos resultados eleitorais e o conflito que se seguiu durante 10 anos de prejuízos humanos e materiais incalculáveis. 

Cuononoca criticou o recurso dos políticos à manipulação de jovens para desacreditarem o jogo democrático, afirmando ser obrigação da presente geração de políticos deixar um legado recheado de princípios da democracia, convivência e coexistência pacífica, de tolerância, respeito pelo património público e de unidade na diversidade.