MPLA confiante na vitória nas próximas eleições

  • Um acto político do MPLA
Luanda – O secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação, Albino Carlos, manifestou-se confiante na vitória do seu partido nas próximas eleições gerais em Angola, agendadas para 2022.

“O povo angolano vai renovar o seu voto de confiança no MPLA”, disse o político, em entrevista ao site “Fonte de Notícias”, publicada neste sábado, 20 de Fevereiro (https://fontedenoticias.com/albino-carlos/).

Em relação ao possível entendimento entre o partido UNITA, o Bloco Democrático e o PRA-JA, Albino Carlos disse que essa aliança “é sinónimo da vitalidade” do sistema democrático angolano.

Para o também docente universitário, escritor e jornalista, “em Angola não é preciso fomentar actos de subversão da ordem constitucional para se chegar ao poder”, numa clara alusão aos últimos acontecimentos na localidade de Cafunfo, província da Lunda Norte.

De acordo com o Governo, um grupo de cidadãos tentou, na madrugada de 30 de Janeiro, tomar de assalto a esquadra policial da vila de Cafunfo.

Da acção, que as autoridades classificaram de “rebelião armada”, resultou a morte de alguns invasores, bem como o ferimento de outros e de agentes das forças da ordem e segurança.

A este propósito, Albino Carlos sublinhou que o quadro político vigente em Angola “permite o exercício de todos os direitos, liberdades e garantias aos cidadãos”.

“Advogo o direito à manifestação, mas condeno veementemente todos os actos de subversão da ordem constitucional. A soberania nacional é uma questão sagrada”, disse.

Ainda em relação ao assunto, o secretário do Bureau Político para a Informação acrescentou: “Mas para a UNITA e seus apoiantes de última hora, o que conta é somente tirar o MPLA do poder. Estão obcecados pelo poder da vingança”.

Quanto ao combate à corrupção em curso em Angola, Albino Carlos disse que, quando se trata de defender os superiores interesses de Angola e dos angolanos, “o Presidente João Lourenço revela-se um homem determinado, corajoso e sempre imbuído de sentido de Estado”. 

“Para o MPLA, a soberania nacional e os interesses do Povo angolano são sagrados. Nós vamos é incrementar o combate à corrupção, que é um combate de todas as forças vivas da Nação. Já não é apenas uma luta do MPLA”, destacou.

Para Albino Carlos, o MPLA e o Executivo estão “alinhados e determinados” a extirpar esse “cancro” que dilacera o corpo da Nação, colocando em perigo o futuro das presentes e vindouras gerações.

“Infelizmente, a UNITA tem feito do combate à corrupção uma arma de arremesso político, a UNITA não está verdadeiramente interessada no combate à corrupção e à impunidade”, sublinhou Albino Carlos.

Em relação a eventuais divisões no seio do MPLA, o secretário do Bureau Político deixou claro que “a democracia interna salvaguarda as vozes dissonantes e as tendências”.

“É da diversidade de opiniões onde reside o argumento da razão da força do MPLA”, partido que, segundo Albino Carlos, “continua a fazer por merecer o voto de confiança do povo angolano”.

“O povo angolano vai renovar o seu voto de confiança no MPLA”, disse o político, em entrevista ao site “Fonte de Notícias”, publicada neste sábado, 20 de Fevereiro (https://fontedenoticias.com/albino-carlos/).

Em relação ao possível entendimento entre o partido UNITA, o Bloco Democrático e o PRA-JA, Albino Carlos disse que essa aliança “é sinónimo da vitalidade” do sistema democrático angolano.

Para o também docente universitário, escritor e jornalista, “em Angola não é preciso fomentar actos de subversão da ordem constitucional para se chegar ao poder”, numa clara alusão aos últimos acontecimentos na localidade de Cafunfo, província da Lunda Norte.

De acordo com o Governo, um grupo de cidadãos tentou, na madrugada de 30 de Janeiro, tomar de assalto a esquadra policial da vila de Cafunfo.

Da acção, que as autoridades classificaram de “rebelião armada”, resultou a morte de alguns invasores, bem como o ferimento de outros e de agentes das forças da ordem e segurança.

A este propósito, Albino Carlos sublinhou que o quadro político vigente em Angola “permite o exercício de todos os direitos, liberdades e garantias aos cidadãos”.

“Advogo o direito à manifestação, mas condeno veementemente todos os actos de subversão da ordem constitucional. A soberania nacional é uma questão sagrada”, disse.

Ainda em relação ao assunto, o secretário do Bureau Político para a Informação acrescentou: “Mas para a UNITA e seus apoiantes de última hora, o que conta é somente tirar o MPLA do poder. Estão obcecados pelo poder da vingança”.

Quanto ao combate à corrupção em curso em Angola, Albino Carlos disse que, quando se trata de defender os superiores interesses de Angola e dos angolanos, “o Presidente João Lourenço revela-se um homem determinado, corajoso e sempre imbuído de sentido de Estado”. 

“Para o MPLA, a soberania nacional e os interesses do Povo angolano são sagrados. Nós vamos é incrementar o combate à corrupção, que é um combate de todas as forças vivas da Nação. Já não é apenas uma luta do MPLA”, destacou.

Para Albino Carlos, o MPLA e o Executivo estão “alinhados e determinados” a extirpar esse “cancro” que dilacera o corpo da Nação, colocando em perigo o futuro das presentes e vindouras gerações.

“Infelizmente, a UNITA tem feito do combate à corrupção uma arma de arremesso político, a UNITA não está verdadeiramente interessada no combate à corrupção e à impunidade”, sublinhou Albino Carlos.

Em relação a eventuais divisões no seio do MPLA, o secretário do Bureau Político deixou claro que “a democracia interna salvaguarda as vozes dissonantes e as tendências”.

“É da diversidade de opiniões onde reside o argumento da razão da força do MPLA”, partido que, segundo Albino Carlos, “continua a fazer por merecer o voto de confiança do povo angolano”.