MPLA contesta avaliação da Frente Patriótica

  • Bandeira do MPLA
Luanda - O Secretariado do Bureau Político do MPLA considera "incoerente e irresponsável" a avaliação sobre o país feita pela Ampla Frente Patriótica para Alternância. 

Trata-se de um movimento formado por três forças políticas e que pretende concorrer, de forma unida, contra o MPLA nas eleições de 2022.

Em comunicado, divulgado este sábado, o Secretariado do Bureau Político do MPLA refere que a "propalada Frente não apresenta nenhuma proposta de Programa de governação alternativa a do MPLA" e que "não tem qualquer visão de futuro para o país".

Quanto à perda de legitimidade do MPLA para continuar a governar o país, apontada pela "Frente", expressa que "tal afirmação é reveladora da conhecida falta de sentido de Estado e de respeito para com as Instituições Democráticas que vem sendo demonstrada por algumas forças da oposição, com a UNITA à cabeça".

Sublinha que os angolanos sabem que a única forma possível para se alcançar legitimamente o poder político em Angola é por via das eleições e que foi ao MPLA e ao seu Presidente João Lourenço que conferiram, nas eleições gerais de 2017, legitimidade para governar até à realização das próximas eleições.

Segundo o documento, quem se arroga, sem qualquer título nem mandato, ao direito de questionar a legitimidade conferida pelos angolanos nas urnas revela bem a sua falta de respeito pela Constituição que jurou obedecer.  

Pretender iludir os cidadãos, prossegue o comunicado, com a narrativa de que o MPLA perdeu legitimidade para governar só pode ter como objectivo incitar os angolanos à rebelião e à desobediência às instituições legítimas.

Considera actos cujas consequências serão, única e exclusivamente, imputáveis aos promotores da auto proclamada “Frente Patriótica”.

De acordo com o comunicado, não constitui surpresa, também, que o desejo de alcançar o poder a qualquer custo, mesmo sem ter qualquer projecto credível de Nação, leve os promotores a ignorarem tudo o que está a ser feito para que se solucione de modo sustentado o problema da seca no sul do país.

O Secretariado do BP aponta, a propósito, a implementação de projectos estruturantes em execução ou em vias de arrancar para fazer face à situação.

Considera importante lembrar que na história de Angola não há registo de investimentos dessa dimensão, aproveitando as águas do rio Cunene, que sempre esteve lá.

Para além disso, refere o comunicado, não tem passado despercebido aos angolanos e à população das províncias do sul o engajamento do Executivo, suportado pelo MPLA, para o contínuo apoio social às populações mais carenciadas, assim como a mobilização para o apoio solidário da sociedade civil.

Refere que desde a deslocação, em 2019, do Presidente Presidente João Lourenço aos locais mais afectados pela seca nas províncias do Cunene e do Namibe, que o apoio às populações afectadas em alimentos, água, roupas, camiões e moto-cisternas, abertura e manutenção de chimpacas e de furos é significativo.

Neste momento, indica a nota, estão a caminho para apoiar às populações, mais de 200 toneladas de produtos diversos, obtidos no âmbito da Campanha “Abraço Solidário”, organizada pela comunicação social, cujo gesto reconhecemos por ser repleto de humanismo e solidariedade.

Ainda segundo o comunicado, lamentavelmente, o país não conhece nenhuma iniciativa da oposição, que está mais preocupada em enganar e mobilizar os jovens para as más causas, como a realização de manifestações violentas e a vandalização e destruição de bens públicos.

Refere que o MPLA está realmente empenhado no combate à corrupção e à impunidade, para se moralizar a sociedade e salvaguardar o bem comum.

O Secretariado do Bureau Político refere no comunicado que para o MPLA, as eleições só são ganhas nas urnas com o voto do povo. "Quem se apresenta tão confiante na vitória antecipada não deve ter receio do povo, nem tentar encontrar justificações antecipadas para a sua mais que provável derrota".

O MPLA, adianta  a nota, não tem dúvidas que os cidadãos estão atentos e a acompanhar os desafios do presente e o trabalho do Executivo para a contínua melhoria da qualidade de vida dos angolanos.

O MPLA reitera o seu compromisso para com a paz, a estabilidade e o contínuo e abnegado trabalho para continuar a introduzir as reformas que o País precisa para ser cada vez melhor para todos, lê-se no comunicado.

Trata-se de um movimento formado por três forças políticas e que pretende concorrer, de forma unida, contra o MPLA nas eleições de 2022.

Em comunicado, divulgado este sábado, o Secretariado do Bureau Político do MPLA refere que a "propalada Frente não apresenta nenhuma proposta de Programa de governação alternativa a do MPLA" e que "não tem qualquer visão de futuro para o país".

Quanto à perda de legitimidade do MPLA para continuar a governar o país, apontada pela "Frente", expressa que "tal afirmação é reveladora da conhecida falta de sentido de Estado e de respeito para com as Instituições Democráticas que vem sendo demonstrada por algumas forças da oposição, com a UNITA à cabeça".

Sublinha que os angolanos sabem que a única forma possível para se alcançar legitimamente o poder político em Angola é por via das eleições e que foi ao MPLA e ao seu Presidente João Lourenço que conferiram, nas eleições gerais de 2017, legitimidade para governar até à realização das próximas eleições.

Segundo o documento, quem se arroga, sem qualquer título nem mandato, ao direito de questionar a legitimidade conferida pelos angolanos nas urnas revela bem a sua falta de respeito pela Constituição que jurou obedecer.  

Pretender iludir os cidadãos, prossegue o comunicado, com a narrativa de que o MPLA perdeu legitimidade para governar só pode ter como objectivo incitar os angolanos à rebelião e à desobediência às instituições legítimas.

Considera actos cujas consequências serão, única e exclusivamente, imputáveis aos promotores da auto proclamada “Frente Patriótica”.

De acordo com o comunicado, não constitui surpresa, também, que o desejo de alcançar o poder a qualquer custo, mesmo sem ter qualquer projecto credível de Nação, leve os promotores a ignorarem tudo o que está a ser feito para que se solucione de modo sustentado o problema da seca no sul do país.

O Secretariado do BP aponta, a propósito, a implementação de projectos estruturantes em execução ou em vias de arrancar para fazer face à situação.

Considera importante lembrar que na história de Angola não há registo de investimentos dessa dimensão, aproveitando as águas do rio Cunene, que sempre esteve lá.

Para além disso, refere o comunicado, não tem passado despercebido aos angolanos e à população das províncias do sul o engajamento do Executivo, suportado pelo MPLA, para o contínuo apoio social às populações mais carenciadas, assim como a mobilização para o apoio solidário da sociedade civil.

Refere que desde a deslocação, em 2019, do Presidente Presidente João Lourenço aos locais mais afectados pela seca nas províncias do Cunene e do Namibe, que o apoio às populações afectadas em alimentos, água, roupas, camiões e moto-cisternas, abertura e manutenção de chimpacas e de furos é significativo.

Neste momento, indica a nota, estão a caminho para apoiar às populações, mais de 200 toneladas de produtos diversos, obtidos no âmbito da Campanha “Abraço Solidário”, organizada pela comunicação social, cujo gesto reconhecemos por ser repleto de humanismo e solidariedade.

Ainda segundo o comunicado, lamentavelmente, o país não conhece nenhuma iniciativa da oposição, que está mais preocupada em enganar e mobilizar os jovens para as más causas, como a realização de manifestações violentas e a vandalização e destruição de bens públicos.

Refere que o MPLA está realmente empenhado no combate à corrupção e à impunidade, para se moralizar a sociedade e salvaguardar o bem comum.

O Secretariado do Bureau Político refere no comunicado que para o MPLA, as eleições só são ganhas nas urnas com o voto do povo. "Quem se apresenta tão confiante na vitória antecipada não deve ter receio do povo, nem tentar encontrar justificações antecipadas para a sua mais que provável derrota".

O MPLA, adianta  a nota, não tem dúvidas que os cidadãos estão atentos e a acompanhar os desafios do presente e o trabalho do Executivo para a contínua melhoria da qualidade de vida dos angolanos.

O MPLA reitera o seu compromisso para com a paz, a estabilidade e o contínuo e abnegado trabalho para continuar a introduzir as reformas que o País precisa para ser cada vez melhor para todos, lê-se no comunicado.