Parlamento encoraja combate à impunidade

  • Sessão Plenária da Assembleia Nacional
Luanda - Os deputados da Assembleia Nacional concordam que a corrupção e a impunidade constituem sérios  entraves à boa governação e devem ser combatidos em Angola.

Esta posição consta do relatório de suporte ao debate sobre o combate à impunidade como factor para a boa governação, realizado quinta-feira em Sessão Plenária da Assembleia Nacional, numa iniciativa do Grupo Parlamentar do MPLA.

Os parlamentares, que realizaram o primeiro debate mensal da presente legislatura, consideraram que o combate à corrupção deve envolver todas as franjas sociais e instituições do país.

No seu relatorio, os deputados referem que, no quadro do combate ao branqueamento de capitais, foram apreendidos, só em 2019, um total de AKZ 10.5 mil milhões.

Já no primeiro semestre de 2020, adianta o relatório, há o registo da apreensão de 107.885 mil milhões de Kwanzas.

Ao  intervir na reunião, a deputada Luísa Damião, vice-presidente do MPLA, considerou que o debate sinaliza, claramente, que se está diante de novos tempos e desafios, em que se torna cada vez mais necessário abraçar caminhos nobres e trabalhar continuamente na moralização da sociedade.

De acordo com a parlamentar, o seu partido fez uma profunda introspecção e teve a coragem de colocar na agenda politica a necessidade de combater os males que enfermam a sociedade.

"No nosso entender, o combate à impunidade e à corrupção deve envolver toda a sociedade, com determinação, sentido de justiça e necessária imparcialidade. Neste sentido, o MPLA desencadeou um conjunto de reformas e colocou no epicentro o combate às más praticas", disse a vice-presidente do MPLA.

Enalteceu o trabalho desenvolvido pelos órgãos de comunicação social na denúncia de casos de corrupção e de impunidade, exortando a Procuradoria Geral da República a seguir estes passos para a devida tomada de medidas.

Por seu lado, a deputada Arlete Cihipindo, do Grupo Parlamentar da UNITA, advogou a necessidade de agir-se com urgência no combate à impunidade e corrupção.

Na sua óptica, vive-se numa sociedade em que os valores éticos e morais já nada valem.

"Em democracia a impunidade é um escândalo. E nos dias que correm que a sociedade acusa os governantes de terem desviado grandes somas do erário, quando há cidadãos que morrem nos hospitais por falta de medicamentos", salientou.

Por seu turno, o deputado Lucas Ngonda, da Representação Parlamentar da FNLA, considerou pertinente o debate, pois contribui para traçar linhas de actuação no combate à esse mal que prejudica toda a sociedade.

Esta posição consta do relatório de suporte ao debate sobre o combate à impunidade como factor para a boa governação, realizado quinta-feira em Sessão Plenária da Assembleia Nacional, numa iniciativa do Grupo Parlamentar do MPLA.

Os parlamentares, que realizaram o primeiro debate mensal da presente legislatura, consideraram que o combate à corrupção deve envolver todas as franjas sociais e instituições do país.

No seu relatorio, os deputados referem que, no quadro do combate ao branqueamento de capitais, foram apreendidos, só em 2019, um total de AKZ 10.5 mil milhões.

Já no primeiro semestre de 2020, adianta o relatório, há o registo da apreensão de 107.885 mil milhões de Kwanzas.

Ao  intervir na reunião, a deputada Luísa Damião, vice-presidente do MPLA, considerou que o debate sinaliza, claramente, que se está diante de novos tempos e desafios, em que se torna cada vez mais necessário abraçar caminhos nobres e trabalhar continuamente na moralização da sociedade.

De acordo com a parlamentar, o seu partido fez uma profunda introspecção e teve a coragem de colocar na agenda politica a necessidade de combater os males que enfermam a sociedade.

"No nosso entender, o combate à impunidade e à corrupção deve envolver toda a sociedade, com determinação, sentido de justiça e necessária imparcialidade. Neste sentido, o MPLA desencadeou um conjunto de reformas e colocou no epicentro o combate às más praticas", disse a vice-presidente do MPLA.

Enalteceu o trabalho desenvolvido pelos órgãos de comunicação social na denúncia de casos de corrupção e de impunidade, exortando a Procuradoria Geral da República a seguir estes passos para a devida tomada de medidas.

Por seu lado, a deputada Arlete Cihipindo, do Grupo Parlamentar da UNITA, advogou a necessidade de agir-se com urgência no combate à impunidade e corrupção.

Na sua óptica, vive-se numa sociedade em que os valores éticos e morais já nada valem.

"Em democracia a impunidade é um escândalo. E nos dias que correm que a sociedade acusa os governantes de terem desviado grandes somas do erário, quando há cidadãos que morrem nos hospitais por falta de medicamentos", salientou.

Por seu turno, o deputado Lucas Ngonda, da Representação Parlamentar da FNLA, considerou pertinente o debate, pois contribui para traçar linhas de actuação no combate à esse mal que prejudica toda a sociedade.