PGR decreta prisão de gestor no Lubango

  • Huíla:  Pormenor da cidade do Lubango à noite
Lubango - O director municipal de Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação da administração municipal do Lubango, Tchitangueleka Vicente Huambo, foi detido preventivamente, sábado último, suspeito do desvio de 243 milhões de kwanzas.

O dinheiro destinava-se a execução de projectos inserido no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

De 42 anos de idade, o mesmo exerce a função desde Fevereiro de 2020, tendo anteriormente trabalhado, três anos, nos serviços Técnicos da Administração Municipal do Lubango.

O suspeito foi submetido ao primeiro interrogatório hoje, acusado nos crimes de peculato, associação criminosa, recebimento indevido de vantagens, corrupção passiva, violação de normas de execução do plano e orçamento, bem como branqueamento de capitais.

Em declarações hoje à imprensa, o procurador da República junto à sala criminal do Tribunal da Comarca do Lubango, Gilberto Cawina, declarou que o cidadão vai aguardar os posteriores termos do processo com a medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva.                                                                                          

Adiantou que a PGR na Huíla está a investigar 197 gestores públicos com processos relacionados a crimes financeiros.

O dinheiro destinava-se a execução de projectos inserido no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

De 42 anos de idade, o mesmo exerce a função desde Fevereiro de 2020, tendo anteriormente trabalhado, três anos, nos serviços Técnicos da Administração Municipal do Lubango.

O suspeito foi submetido ao primeiro interrogatório hoje, acusado nos crimes de peculato, associação criminosa, recebimento indevido de vantagens, corrupção passiva, violação de normas de execução do plano e orçamento, bem como branqueamento de capitais.

Em declarações hoje à imprensa, o procurador da República junto à sala criminal do Tribunal da Comarca do Lubango, Gilberto Cawina, declarou que o cidadão vai aguardar os posteriores termos do processo com a medida de coacção mais gravosa, a prisão preventiva.                                                                                          

Adiantou que a PGR na Huíla está a investigar 197 gestores públicos com processos relacionados a crimes financeiros.