PGR em Malanje investiga 37 crimes económicos

Malanje – Trinta e sete (37) casos relacionados com diversos crimes envolvendo gestores públicos estão sob investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) na província de Malanje.

A sub-procuradora-geral da República titular de Malanje, Francisca do Rosário Rasgado, que revelou o facto na sexta-feira afirmou que os crimes são de peculato, corrupção, branqueamento de capitais, associação criminosa, tráfico de influência, impunidade e conexos.

Sem precisar o número de gestores implicados, realçou a detenção, já antes anunciada, do administrador municipal de Cacuso e do ex-administrador municipal adjunto de Cangandala, fruto das diligências feitas.

A magistrada do Ministério Público disse que maioria dos processos, já em fase de instrução preparatória, estão ligados a actos praticados nos anos de 2018, 2019 e 2020 e referem-se a atropelos na execução do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Disse estar em curso a criação de uma comissão provincial para o levantamento de dados relativos as obras e fiscalizar os níveis de execução física e financeira.

De acordo com a fonte, a PGR está atenta aos gestores que usam fundos públicos em benefício próprio e que se furtam a prestar contas, tendo garantido estarem criados mecanismos para investigar esses casos.

Lamentou "a fraca" participação dos cidadãos na denúncia de crimes, sobretudo de corrupção, pelo que aconselhou a consciencialização e o envolvimento de todos, com vista a travar as práticas que, no seu entender, impedem o desenvolvimento sócio-económico de Malanje.

“Se a população não ajudar a combater esses crimes, não sairemos do marasmo em que estamos. Os angolanos têm de ter essa consciência e (cada um) sentir-se um soldado no combate à corrupção, com vista a mudar o país”, sustentou.

Anunciou o lançamento, ainda esta ano, de um programa radiofónico denominado “fala com o procurador”, em que os cidadãos poderão expor as suas inquietações aos magistrados, a par de uma linha telefónica exclusiva para denúncias de crimes.

Francisca do Rosário Rasgado informou que a PGR em Malanje carece de meio financeiros, humanos e materiais, o que tem inviabilizado a expansão dos serviços nos 14 municípios da província.

Lembrou que a região conta apenas com 19 magistrados e 47 técnicos de justiça, precisando de pelo menos mais 50 magistrados para atender a demanda processual.

A sub-procuradora-geral da República titular de Malanje, Francisca do Rosário Rasgado, que revelou o facto na sexta-feira afirmou que os crimes são de peculato, corrupção, branqueamento de capitais, associação criminosa, tráfico de influência, impunidade e conexos.

Sem precisar o número de gestores implicados, realçou a detenção, já antes anunciada, do administrador municipal de Cacuso e do ex-administrador municipal adjunto de Cangandala, fruto das diligências feitas.

A magistrada do Ministério Público disse que maioria dos processos, já em fase de instrução preparatória, estão ligados a actos praticados nos anos de 2018, 2019 e 2020 e referem-se a atropelos na execução do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Disse estar em curso a criação de uma comissão provincial para o levantamento de dados relativos as obras e fiscalizar os níveis de execução física e financeira.

De acordo com a fonte, a PGR está atenta aos gestores que usam fundos públicos em benefício próprio e que se furtam a prestar contas, tendo garantido estarem criados mecanismos para investigar esses casos.

Lamentou "a fraca" participação dos cidadãos na denúncia de crimes, sobretudo de corrupção, pelo que aconselhou a consciencialização e o envolvimento de todos, com vista a travar as práticas que, no seu entender, impedem o desenvolvimento sócio-económico de Malanje.

“Se a população não ajudar a combater esses crimes, não sairemos do marasmo em que estamos. Os angolanos têm de ter essa consciência e (cada um) sentir-se um soldado no combate à corrupção, com vista a mudar o país”, sustentou.

Anunciou o lançamento, ainda esta ano, de um programa radiofónico denominado “fala com o procurador”, em que os cidadãos poderão expor as suas inquietações aos magistrados, a par de uma linha telefónica exclusiva para denúncias de crimes.

Francisca do Rosário Rasgado informou que a PGR em Malanje carece de meio financeiros, humanos e materiais, o que tem inviabilizado a expansão dos serviços nos 14 municípios da província.

Lembrou que a região conta apenas com 19 magistrados e 47 técnicos de justiça, precisando de pelo menos mais 50 magistrados para atender a demanda processual.