Polícia aposta na padronização de esquadras

  • Comissário Divaldo Martins, comandante da Polícia Nacional e delegado provincial da Huíla do MININT
Lubango - A padronização da organização e do funcionamento das esquadras é um desafio do Comando Provincial da Polícia Nacional na Huíla, para reforçar a segurança nas comunidades, considerou, hoje, o comandante local da corporação, comissário Divaldo Martins.

Essa padronização, adiantou, passa pela forma de actuação dos agentes, atendimento do público e investigação criminal de proximidade, através de uma prévia capacitação do efectivo.

Em declarações à imprensa, após visita de campo esta terça-feira, às estruturas que atendem os bairros Bula Matadi, Nambambe e Lalula, sublinhou que o bom desempenho das esquadras não depende de iniciativas de seus comandantes, mas de um sistema funcional que defina as atribuições e responsabilidades de cada área.

Considerou que, tendo em conta esses elementos, deve-se ter um único modelo de gestão e atendimento ao público.

Divaldo Martins considerou serem desafios constantes da corporação a melhoria da relação com as comunidades, através do policiamento de proximidade, do sistema de informação e da investigação criminal, assim como da formação de agentes de patrulha.

Apontou os assaltos na via pública e a residências, muitas vezes facilitados pela falta de iluminação pública, bem como a circulação de motos sem matrícula, como principais pontos de desordem pública identificados.

Essa padronização, adiantou, passa pela forma de actuação dos agentes, atendimento do público e investigação criminal de proximidade, através de uma prévia capacitação do efectivo.

Em declarações à imprensa, após visita de campo esta terça-feira, às estruturas que atendem os bairros Bula Matadi, Nambambe e Lalula, sublinhou que o bom desempenho das esquadras não depende de iniciativas de seus comandantes, mas de um sistema funcional que defina as atribuições e responsabilidades de cada área.

Considerou que, tendo em conta esses elementos, deve-se ter um único modelo de gestão e atendimento ao público.

Divaldo Martins considerou serem desafios constantes da corporação a melhoria da relação com as comunidades, através do policiamento de proximidade, do sistema de informação e da investigação criminal, assim como da formação de agentes de patrulha.

Apontou os assaltos na via pública e a residências, muitas vezes facilitados pela falta de iluminação pública, bem como a circulação de motos sem matrícula, como principais pontos de desordem pública identificados.