Políticos consideram magnânimo gesto do PR

  • Torga Pongeiko, Secretário provincial da UNITA
Cunene – O pedido de perdão e desculpas públicas à Nação do Presidente da República, João Lourenço, pelas vítimas dos conflitos políticos, é um exemplo magnânimo e de humanismo, consideram políticos e religiosos no Cunene.

O primeiro secretário provincial da UNITA no Cunene, Torga Pangeika, disse, hoje, ser um gesto que se adequa ao momento, depois de muitos anos de conflitos em Angola.

Reforçou que o pedido não pode ser esquecido, sob pena de se repetirem os mesmos erros, principalmente pela nova geração, que não acompanhou os acontecimentos do 27 de Maio de 1977, e não viu quando se conquistou, há 45 anos, a Independência Nacional.

Por sua vez, o primeiro secretário provincial da CASA-CE no Cunene, Germano Hingasipola, sublinhou que o Presidente da República fez no dia 26 de Maio um discurso, que simbolizou o pedido de perdão e a união dos irmãos para uma Angola cada vez melhor para se viver.

“O gesto fica, com certeza, na história de Angola e marca uma página mais do que importante, sobretudo de cada pessoa que foi vítima dos vários conflitos desde o de 1977”, declarou o político.

O representante da Igreja Evangélica Baptista em Angola na província do Cunene, pastor Nsumbo Manuel, salientou que é um gesto de louvar pois, mostra nobreza e humildade da parte do Chefe de Estado, alicerçando o caminho para uma verdadeira reconciliação entre os angolanos.

Referiu que o Presidente da República fez a sua parte, adiantando que “agora, cabe a nós os cidadãos desse país, levarmos em consideração este gesto e perdoar-nos uns aos outros”

“O pedido de desculpas do Presidente lança as primícias para uma convivência salutar entre angolanos e expressa a vontade do Executivo angolano de enterrar definitivamente as mágoas e tristezas do passado, rumo a uma Angola onde reine harmonia, paz social e de espírito que, no nosso entender, são elementos essenciais para uma sociedade sadia”, sublinhou.

O discurso de João Lourenço, proferido a 26 de Maio último, pôs fim a um longo período de silêncio do Estado angolano, em relação a alguns acontecimentos, como o 27 de Maio de 1977, que culminou com a morte de um número indeterminado de cidadãos.

Volvidos 44 anos, o Presidente da República esclareceu que se tratou de uma tentativa de golpe de estado, perpetrada por militantes do MPLA, que foi repelida de forma desproporcional pelas forças de defesa e segurança de então.

O primeiro secretário provincial da UNITA no Cunene, Torga Pangeika, disse, hoje, ser um gesto que se adequa ao momento, depois de muitos anos de conflitos em Angola.

Reforçou que o pedido não pode ser esquecido, sob pena de se repetirem os mesmos erros, principalmente pela nova geração, que não acompanhou os acontecimentos do 27 de Maio de 1977, e não viu quando se conquistou, há 45 anos, a Independência Nacional.

Por sua vez, o primeiro secretário provincial da CASA-CE no Cunene, Germano Hingasipola, sublinhou que o Presidente da República fez no dia 26 de Maio um discurso, que simbolizou o pedido de perdão e a união dos irmãos para uma Angola cada vez melhor para se viver.

“O gesto fica, com certeza, na história de Angola e marca uma página mais do que importante, sobretudo de cada pessoa que foi vítima dos vários conflitos desde o de 1977”, declarou o político.

O representante da Igreja Evangélica Baptista em Angola na província do Cunene, pastor Nsumbo Manuel, salientou que é um gesto de louvar pois, mostra nobreza e humildade da parte do Chefe de Estado, alicerçando o caminho para uma verdadeira reconciliação entre os angolanos.

Referiu que o Presidente da República fez a sua parte, adiantando que “agora, cabe a nós os cidadãos desse país, levarmos em consideração este gesto e perdoar-nos uns aos outros”

“O pedido de desculpas do Presidente lança as primícias para uma convivência salutar entre angolanos e expressa a vontade do Executivo angolano de enterrar definitivamente as mágoas e tristezas do passado, rumo a uma Angola onde reine harmonia, paz social e de espírito que, no nosso entender, são elementos essenciais para uma sociedade sadia”, sublinhou.

O discurso de João Lourenço, proferido a 26 de Maio último, pôs fim a um longo período de silêncio do Estado angolano, em relação a alguns acontecimentos, como o 27 de Maio de 1977, que culminou com a morte de um número indeterminado de cidadãos.

Volvidos 44 anos, o Presidente da República esclareceu que se tratou de uma tentativa de golpe de estado, perpetrada por militantes do MPLA, que foi repelida de forma desproporcional pelas forças de defesa e segurança de então.