PR apela ao fim dos excessos nas manifestações

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Luanda – O Presidente da República, João Lourenço, disse esta quinta-feira, em Luanda, que a manifestação não deve degenerar em violência.

Ao intervir no encontro de auscultação à juventude, o Chefe de Estado sublinhou que não há necessidade de haver violência, nem da parte dos manifestantes, nem das autoridades.

Porém, lembrou que tudo é relativo e depende do comportamento dos cidadãos, que não devem cometer excessos, como alguns que foram verificados recentemente.

Na ocasião, desencorajou, os ajuntamentos na via pública superior a cinco pessoas, por potenciar a propagação da pandemia Covid-19.

"O Executivo não proíbe a realização de manifestações. O Executivo proíbe os ajuntamentos", esclareceu.

Segundo João Lourenço, "se a manifestação equivale a ajuntamento público, é obvio que esse ajuntamento não pode ter lugar, sob pena de contribuir para o alastramento do vírus da Covid-19 pelo território nacional".

O Presidente da República sublinhou que, internamente, é obrigação do Executivo evitar que a progressão da Covid-19  saía do controlo das autoridades.

Para João Lourenço, é fundamental que a sociedade angolana colabore para evitar que o sistema de saúde do país entre em colapso, face à Covid-19.

"Uma vez que estamos a impedir os agrupamentos na via pública, onde poderiam nos fazer chegar as preocupações, por via das mensagens escritas em cartazes, entendemos encontrar uma via alternativa que não viole o Decreto Presidencial", avançou João Lourenço, relativamente ao encontro.

Portanto, prosseguiu, o que muda é a forma de o fazer. "Aqui, no fundo estão a se manifestar, embora convidados, mas estão a se manifestar através das vossas intervenções", expressou.

O Chefe de Estado angolano falava no encontro com representantes de vários segmentos da Juventude angolana, no espírito da sua presidência aberta e na sequência de encontros similares que aconteceram em Julho e Outubro do ano passado, respectivamente nas cidades do Soyo e Kuito.

Ao intervir no encontro de auscultação à juventude, o Chefe de Estado sublinhou que não há necessidade de haver violência, nem da parte dos manifestantes, nem das autoridades.

Porém, lembrou que tudo é relativo e depende do comportamento dos cidadãos, que não devem cometer excessos, como alguns que foram verificados recentemente.

Na ocasião, desencorajou, os ajuntamentos na via pública superior a cinco pessoas, por potenciar a propagação da pandemia Covid-19.

"O Executivo não proíbe a realização de manifestações. O Executivo proíbe os ajuntamentos", esclareceu.

Segundo João Lourenço, "se a manifestação equivale a ajuntamento público, é obvio que esse ajuntamento não pode ter lugar, sob pena de contribuir para o alastramento do vírus da Covid-19 pelo território nacional".

O Presidente da República sublinhou que, internamente, é obrigação do Executivo evitar que a progressão da Covid-19  saía do controlo das autoridades.

Para João Lourenço, é fundamental que a sociedade angolana colabore para evitar que o sistema de saúde do país entre em colapso, face à Covid-19.

"Uma vez que estamos a impedir os agrupamentos na via pública, onde poderiam nos fazer chegar as preocupações, por via das mensagens escritas em cartazes, entendemos encontrar uma via alternativa que não viole o Decreto Presidencial", avançou João Lourenço, relativamente ao encontro.

Portanto, prosseguiu, o que muda é a forma de o fazer. "Aqui, no fundo estão a se manifestar, embora convidados, mas estão a se manifestar através das vossas intervenções", expressou.

O Chefe de Estado angolano falava no encontro com representantes de vários segmentos da Juventude angolana, no espírito da sua presidência aberta e na sequência de encontros similares que aconteceram em Julho e Outubro do ano passado, respectivamente nas cidades do Soyo e Kuito.