Presidente da República destaca conquistas da Nação

  • Presidente João Lourenço discursa durante homenagem aos  profissionais  pelo envolvimento  na luta contra a Covid-19
Luanda – O Presidente da República, João Lourenço, afirmou esta terça-feira, em Luanda, que a Independência e a Soberania nacional são conquistas sagradas e inalienáveis e que Angola enfrentou sérios desafios à sua própria existência, os quais soube sempre superá-los.

Segundo o Estadista angolano, isso foi possível, “porque o país se apoiou na força do seu povo”, mas também alcançou grandes conquistas, que por obrigação devem ser preservadas e consolidadas”.

O Chefe do Executivo fez esta afirmação na cerimónia de homenagem a várias categorias profissionais pelo seu empenho no combate contra a Covid-19, inserida no programa alusivo aos 45 anos da independência nacional, a assinalar-se quarta-feira, dia 11 de Novembro.

Para João Lourenço, o Estado Democrático e de Direito, a economia de mercado, a paz, duramente alcançada, a reconciliação nacional, a emancipação da mulher, a liberdade de expressão, de imprensa, de reunião, de manifestação e de culto, são realidades e direitos fundamentais já adquiridos que todos devem respeitar e proteger.

O  Presidente da República recordou que a formação das Forças Armadas Angolanas apartidárias e republicanas constitui também uma importante pedra na edificação do Estado angolano.

Neste sentido, referiu que Angola está a consolidar as bases de um verdadeiro Estado Democrático e de Direito, bem como de uma verdadeira economia de mercado, onde o sector empresarial privado tem um papel de destaque na criação da riqueza nacional e na oferta de postos de trabalho.


Aposta na economia

Noutro domínio, o Presidente da República frisou que a aposta na diversificação da economia deixou de ser uma mera intenção e começa a ser uma realidade com a qual o país tem muito a ganhar.

“Apostamos em criar um ambiente de negócios mais amigo do investimento privado nacional e estrangeiro e, com isso, ganhamos a confiança das instituições financeiras internacionais e dos investidores”, destacou o Presidente da República.

Angola celebra 45 anos de Independência, proclamada a 11 Novembro de 1975, pelo seu primeiro Presidente, António Agostinho Neto, com algumas restrições face ao cumprimento das medidas de biossegurança, devido à pandemia Covid-19, que assola o mundo.

O programa alusivo a efeméride nacional contempla, igualmente, a cerimónia do içar da bandeira Monumento no Museu Central das Forças Armadas Angolanas, no dia 11 de Novembro, a deposição de uma coroa de flores no Memorial Dr. António Agostinho Neto, a inauguração do Hotel Intercontinental no bairro Miramar e inauguração da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores.

Segundo o Estadista angolano, isso foi possível, “porque o país se apoiou na força do seu povo”, mas também alcançou grandes conquistas, que por obrigação devem ser preservadas e consolidadas”.

O Chefe do Executivo fez esta afirmação na cerimónia de homenagem a várias categorias profissionais pelo seu empenho no combate contra a Covid-19, inserida no programa alusivo aos 45 anos da independência nacional, a assinalar-se quarta-feira, dia 11 de Novembro.

Para João Lourenço, o Estado Democrático e de Direito, a economia de mercado, a paz, duramente alcançada, a reconciliação nacional, a emancipação da mulher, a liberdade de expressão, de imprensa, de reunião, de manifestação e de culto, são realidades e direitos fundamentais já adquiridos que todos devem respeitar e proteger.

O  Presidente da República recordou que a formação das Forças Armadas Angolanas apartidárias e republicanas constitui também uma importante pedra na edificação do Estado angolano.

Neste sentido, referiu que Angola está a consolidar as bases de um verdadeiro Estado Democrático e de Direito, bem como de uma verdadeira economia de mercado, onde o sector empresarial privado tem um papel de destaque na criação da riqueza nacional e na oferta de postos de trabalho.


Aposta na economia

Noutro domínio, o Presidente da República frisou que a aposta na diversificação da economia deixou de ser uma mera intenção e começa a ser uma realidade com a qual o país tem muito a ganhar.

“Apostamos em criar um ambiente de negócios mais amigo do investimento privado nacional e estrangeiro e, com isso, ganhamos a confiança das instituições financeiras internacionais e dos investidores”, destacou o Presidente da República.

Angola celebra 45 anos de Independência, proclamada a 11 Novembro de 1975, pelo seu primeiro Presidente, António Agostinho Neto, com algumas restrições face ao cumprimento das medidas de biossegurança, devido à pandemia Covid-19, que assola o mundo.

O programa alusivo a efeméride nacional contempla, igualmente, a cerimónia do içar da bandeira Monumento no Museu Central das Forças Armadas Angolanas, no dia 11 de Novembro, a deposição de uma coroa de flores no Memorial Dr. António Agostinho Neto, a inauguração do Hotel Intercontinental no bairro Miramar e inauguração da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores.