PR expressa vontade contínua de dialogar com jovens

  • Presidente João Lourenço ausculta a juventude
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, manifestou esta quinta-feira, em Luanda, a vontade de dialogar com a juventude, no espírito da presidência aberta que desenvolve desde que assumiu o poder, em Setembro de 2017.

"Alguns dizem que é difícil lidar com à juventude, eu penso que não, até porque também já fui jovem. Nós conhecemos as formas de pensar, de sentir e de agir, o que muda as vezes é a conjuntura. No nosso tempo, não havia manifestações, havia outra forma de fazer valer os nossos direitos", avançou.

João Lourenço falava no encontro de auscultação com representantes juvenis de vários segmentos, na sequência de encontros similares que aconteceram, em Julho e Outubro de 2019, nas cidades do Soyo e Kuito, respectivamente.

O Presidente da República afirmou que "as autoridades não têm interesse nenhum em tratar mal o povo".

Segundo o Chefe de Estado angolano, "nos últimos dias, os jovens têm feito uso de várias formas de fazer chegar ao poder as suas preocupações", entre as quais as manifestações, onde transmitem as suas mensagens e aspirações através de cartazes.

No entanto, sublinhou que "tudo é relativo, depende do comportamento do cidadão", alertando que "para o cidadão se manifestar não precisa de cometer excessos".

O Estadista fez questão de sublinhar que as manifestações não têm de degenerar em violência.

Em Angola, o direito a manifestação está limitado, temporariamente, devido à pandemia da Covid-19, que assola o mundo e tem causado milhares de mortes.  


Descarta recuo nos direitos em Angola


No encontro, que teve início a meio da manhã, João Lourenço respondeu as várias inquietações apresentadas pelos jovens de vários partidos da oposição e disse não existirem recuos nas liberdades e garantias dos cidadãos.

"Se houvesse recuo nos direitos e garantias dos cidadãos não estaria nesta sala", realçou o Chefe do Executivo, em resposta a Agostinho Camuango (líder da JURA, organização juvenil da UNITA).

 "Se as pessoas chegam a esse ponto é porque há mais liberdade", reforçando que existe também pluralidade de opinião, dando como exemplo o facto de a própria UNITA ter uma rádio.


Ambiente e tratamento de resíduos sólidos

No encontro, o Presidente João Lourenço declarou ter chegada a hora de Angola começar a trabalhar numa legislação para se ganhar dinheiro com o tratamento dos resíduos sólidos.

O Titular do Poder Executivo indicou que  Angola gasta muito dinheiro para a recolha de resíduos sólidos, alertando que a capital do país (Luanda) está a ficar saturada.

Esta preocupação foi manifestada pela Associação dos Ambientalistas, durante a reunião.

A propósito, o Presidente da República disse ser necessário produzir legislação, para se começar a ganhar dinheiro com os resíduos sólidos.

João Lourenço indicou que à semelhança de outros países do mundo, onde o lixo não é uma despesa, mas sim uma receita, Angola deve começar, também, a implementar essa prática.


Liberdade de imprensa

O Presidente da República desmentiu informações segundo as quais no país não há liberdade de imprensa.

Em sua opinião, nunca houve liberdade de imprensa, em Angola, como nos dias de hoje.

Apelou, igualmente, à população para a utilização racional das redes sociais.

 

Morte de activista

Em relação à morte do activista Inocêncio de Matos, ocorrida num dos hospitais,  disse que nada impede à realização do seu funeral.

Entretanto, o activista Mbanza Hanza indagou o Chefe de Estado se conhecia onde saía a comida que chega à mesa dos angolanos.

Em resposta, o Presidente João Lourenço fez saber que é uma pessoa ligada ao campo desde muito jovem.

"Eu sou produtor de milho, mandioca e outros bens alimentares (...), informou ".

 

Hospital Universitário

O Chefe de Estado anunciou que o país terá, nos próximos dois a três anos, um Hospital Universitário, cujo projecto está em fase de execução.

Sem entrar em detalhes, garantiu que já está mobilizado o financiamento para o efeito.

Explicou que neste momento uma equipa técnica está a concluir a maquete sobre a estrutura do edifício.

O encontro, que decorreu no Centro de Convenções de Talatona, aconteceu “no espírito da sua presidência aberta e na sequência de outros realizados, em Julho e Outubro de 2019, nas cidades do Soyo e Cuito”.

Participaram neste diálogo com o Chefe de Estado, que decorreu no Centro de Convenções de Talatona, representantes de dezenas de associações juvenis e outras afins ligadas à actividade dos jovens, nos planos profissional, educativo, religioso, do activismo político e social, empreendedorismo, da cultura, desporto, ambiente, entre outros.

"Alguns dizem que é difícil lidar com à juventude, eu penso que não, até porque também já fui jovem. Nós conhecemos as formas de pensar, de sentir e de agir, o que muda as vezes é a conjuntura. No nosso tempo, não havia manifestações, havia outra forma de fazer valer os nossos direitos", avançou.

João Lourenço falava no encontro de auscultação com representantes juvenis de vários segmentos, na sequência de encontros similares que aconteceram, em Julho e Outubro de 2019, nas cidades do Soyo e Kuito, respectivamente.

O Presidente da República afirmou que "as autoridades não têm interesse nenhum em tratar mal o povo".

Segundo o Chefe de Estado angolano, "nos últimos dias, os jovens têm feito uso de várias formas de fazer chegar ao poder as suas preocupações", entre as quais as manifestações, onde transmitem as suas mensagens e aspirações através de cartazes.

No entanto, sublinhou que "tudo é relativo, depende do comportamento do cidadão", alertando que "para o cidadão se manifestar não precisa de cometer excessos".

O Estadista fez questão de sublinhar que as manifestações não têm de degenerar em violência.

Em Angola, o direito a manifestação está limitado, temporariamente, devido à pandemia da Covid-19, que assola o mundo e tem causado milhares de mortes.  


Descarta recuo nos direitos em Angola


No encontro, que teve início a meio da manhã, João Lourenço respondeu as várias inquietações apresentadas pelos jovens de vários partidos da oposição e disse não existirem recuos nas liberdades e garantias dos cidadãos.

"Se houvesse recuo nos direitos e garantias dos cidadãos não estaria nesta sala", realçou o Chefe do Executivo, em resposta a Agostinho Camuango (líder da JURA, organização juvenil da UNITA).

 "Se as pessoas chegam a esse ponto é porque há mais liberdade", reforçando que existe também pluralidade de opinião, dando como exemplo o facto de a própria UNITA ter uma rádio.


Ambiente e tratamento de resíduos sólidos

No encontro, o Presidente João Lourenço declarou ter chegada a hora de Angola começar a trabalhar numa legislação para se ganhar dinheiro com o tratamento dos resíduos sólidos.

O Titular do Poder Executivo indicou que  Angola gasta muito dinheiro para a recolha de resíduos sólidos, alertando que a capital do país (Luanda) está a ficar saturada.

Esta preocupação foi manifestada pela Associação dos Ambientalistas, durante a reunião.

A propósito, o Presidente da República disse ser necessário produzir legislação, para se começar a ganhar dinheiro com os resíduos sólidos.

João Lourenço indicou que à semelhança de outros países do mundo, onde o lixo não é uma despesa, mas sim uma receita, Angola deve começar, também, a implementar essa prática.


Liberdade de imprensa

O Presidente da República desmentiu informações segundo as quais no país não há liberdade de imprensa.

Em sua opinião, nunca houve liberdade de imprensa, em Angola, como nos dias de hoje.

Apelou, igualmente, à população para a utilização racional das redes sociais.

 

Morte de activista

Em relação à morte do activista Inocêncio de Matos, ocorrida num dos hospitais,  disse que nada impede à realização do seu funeral.

Entretanto, o activista Mbanza Hanza indagou o Chefe de Estado se conhecia onde saía a comida que chega à mesa dos angolanos.

Em resposta, o Presidente João Lourenço fez saber que é uma pessoa ligada ao campo desde muito jovem.

"Eu sou produtor de milho, mandioca e outros bens alimentares (...), informou ".

 

Hospital Universitário

O Chefe de Estado anunciou que o país terá, nos próximos dois a três anos, um Hospital Universitário, cujo projecto está em fase de execução.

Sem entrar em detalhes, garantiu que já está mobilizado o financiamento para o efeito.

Explicou que neste momento uma equipa técnica está a concluir a maquete sobre a estrutura do edifício.

O encontro, que decorreu no Centro de Convenções de Talatona, aconteceu “no espírito da sua presidência aberta e na sequência de outros realizados, em Julho e Outubro de 2019, nas cidades do Soyo e Cuito”.

Participaram neste diálogo com o Chefe de Estado, que decorreu no Centro de Convenções de Talatona, representantes de dezenas de associações juvenis e outras afins ligadas à actividade dos jovens, nos planos profissional, educativo, religioso, do activismo político e social, empreendedorismo, da cultura, desporto, ambiente, entre outros.