Chefe de Estado felicita António Guterres

  • Presidente da República, João Lourenço
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, felicitou António Guterres pela sua reeleição ao cargo de Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Numa mensagem endereçada sexta-feira e citada pelo Jornal de Angola, João Lourenço considera que a reeleição confirma o reconhecimento dos Estados membros ao excelente trabalho de António Guterres, de nacionalidade portuguesa, durante o primeiro mandato na liderança da organização mundial. 

Espera que a grande responsabilidade que António Guterres volta a assumir traga múltiplos e renovados benefícios aos povos de todo o mundo, num momento em que se impõe a harmonia e a solidariedade de todos os países, no combate à pandemia da Covid-19, contra os conflitos e desigualdades ainda existentes e em defesa do planeta. 

O Presidente angolano deseja a António Guterres "os maiores êxitos, na sua nobre e difícil tarefa".

António Guterres foi reconduzido para um segundo mandato, de cinco anos, pelos 193 membros da ONU, durante a Assembleia Geral. 

Na altura, prometeu dar tudo para garantir o florescimento da confiança entre as nações, a fim de se construirem pontes, e empenhar-se, incansavelmente, na construção da confiança.

Numa mensagem endereçada sexta-feira e citada pelo Jornal de Angola, João Lourenço considera que a reeleição confirma o reconhecimento dos Estados membros ao excelente trabalho de António Guterres, de nacionalidade portuguesa, durante o primeiro mandato na liderança da organização mundial. 

Espera que a grande responsabilidade que António Guterres volta a assumir traga múltiplos e renovados benefícios aos povos de todo o mundo, num momento em que se impõe a harmonia e a solidariedade de todos os países, no combate à pandemia da Covid-19, contra os conflitos e desigualdades ainda existentes e em defesa do planeta. 

O Presidente angolano deseja a António Guterres "os maiores êxitos, na sua nobre e difícil tarefa".

António Guterres foi reconduzido para um segundo mandato, de cinco anos, pelos 193 membros da ONU, durante a Assembleia Geral. 

Na altura, prometeu dar tudo para garantir o florescimento da confiança entre as nações, a fim de se construirem pontes, e empenhar-se, incansavelmente, na construção da confiança.