PR informado sobre integração física da CEEAC

  • Presidente da República, João Lourenço (à dir.) recebe presidente da Comissão da CEEAC
Luanda - O Chefe de Estado angolano, João Lourenço, foi informado segunda-feira sobre o plano para a integração física dos países membros da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC).

À saída da audiência que lhe foi concedida por João Lourenço, o presidente da Comissão (órgão executivo) da CEEAC, o embaixador angolano Gilberto Veríssimo, disse que a integração fisíca tem a ver com a ligação por estrada e caminhos de ferros entre os Estados membros da organização.

"É um plano da presidência congolesa" na CEEAC, afirmou Gilberto Veríssimo, adiantando que é neste quadro que está a abordar com os Estados membros o plano de integração física.

Para o diplomata angolano ao serviço da CEEAC, a integração física é uma "grande preocupação" dos líderes da organização, ao mesmo tempo que reconheceu haver dificuldades de comunicação.

No entender de Gilberto Veríssimo, a questão da integração física dos Estados membros da CEEAC passa pela execução efectiva dos planos de desenvolvimento.

"Para que isso seja feito tem que se ter em conta os planos de desenvolvimento de estradas e dos caminhos de ferro de cada um dos países da região", frisou.

Com este propósito Gilberto Veríssimo, que preside a Comissão da CEEAC por um mandato de cinco anos, efectua um périplo pelos países membros da organização, entre os quais Angola.

A CEEAC foi criada em Dezembro de 1981, em Libreville, Gabão, onde tem a sua sede. Tornou-se operacional em 1985 e os seus objectivos passam por promover a cooperação e o desenvolvimento auto-sustentável, com particular ênfase na estabilidade económica e melhoria da qualidade de vida.

Os onze países membros são Angola, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, Guiné Equatorial, Gabão, São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo e Rwanda.

A política da CEEAC inclui um plano para eliminar impostos alfandegários entre os Estados membros e estabelecer uma pauta externa comum.

A organização prevê, igualmente, consolidar o livre movimento de bens, serviços e pessoas, melhorar a indústria, o transporte, as comunicações, a união dos bancos comerciais, bem como promover a criação de um fundo de desenvolvimento.

À saída da audiência que lhe foi concedida por João Lourenço, o presidente da Comissão (órgão executivo) da CEEAC, o embaixador angolano Gilberto Veríssimo, disse que a integração fisíca tem a ver com a ligação por estrada e caminhos de ferros entre os Estados membros da organização.

"É um plano da presidência congolesa" na CEEAC, afirmou Gilberto Veríssimo, adiantando que é neste quadro que está a abordar com os Estados membros o plano de integração física.

Para o diplomata angolano ao serviço da CEEAC, a integração física é uma "grande preocupação" dos líderes da organização, ao mesmo tempo que reconheceu haver dificuldades de comunicação.

No entender de Gilberto Veríssimo, a questão da integração física dos Estados membros da CEEAC passa pela execução efectiva dos planos de desenvolvimento.

"Para que isso seja feito tem que se ter em conta os planos de desenvolvimento de estradas e dos caminhos de ferro de cada um dos países da região", frisou.

Com este propósito Gilberto Veríssimo, que preside a Comissão da CEEAC por um mandato de cinco anos, efectua um périplo pelos países membros da organização, entre os quais Angola.

A CEEAC foi criada em Dezembro de 1981, em Libreville, Gabão, onde tem a sua sede. Tornou-se operacional em 1985 e os seus objectivos passam por promover a cooperação e o desenvolvimento auto-sustentável, com particular ênfase na estabilidade económica e melhoria da qualidade de vida.

Os onze países membros são Angola, Burundi, Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, Guiné Equatorial, Gabão, São Tomé e Príncipe, República Democrática do Congo e Rwanda.

A política da CEEAC inclui um plano para eliminar impostos alfandegários entre os Estados membros e estabelecer uma pauta externa comum.

A organização prevê, igualmente, consolidar o livre movimento de bens, serviços e pessoas, melhorar a indústria, o transporte, as comunicações, a união dos bancos comerciais, bem como promover a criação de um fundo de desenvolvimento.