PR apela à massificação da auto-construção dirigida

  • Presidente da República, João Lourenço
Ndalatando - O Presidente da República, João Lourenço, declarou esta quarta-feira, em Ndalatando, que a grande solução habitacional para a maioria da população angolana passa pela auto-construção dirigida em vez da construção de Centralidades pelo Executivo.

O Chefe do Executivo angolano fez este pronunciamento após uma visita ao projecto de auto-construção dirigida no Quilómetro 11, nos arredores da cidade de Ndalatando, província do Cuanza Norte, onde trabalhou durante dois dias.

Para o Presidente da República, a ilusão de que as Centralidades é que vão resolver o problema habitacional deve ficar para trás.

A responsabilidade do Estado, disse, passa por construir infra-estruturas, ceder  terrenos, garantir água e energia, bem como criar incentivos para que cada um construa a sua própria residência.

“É evidente que haverá casas no mercado, mas deve haver casas para todos mediante a auto-construção dirigida”, reforçou.

Por este motivo, disse esperar que outros governos provinciais sigam o exemplo do Cuanza Norte. Devem identificar espaços para auto-construção dirigida e oferecer terrenos infra-estruturados, evitando construções por baixo de linhas de água, de alta tensão e encostas, o que põe em risco vidas humanas.

Governação de proximidade   

Por outro lado, manifestou o seu interesse em visitar todas as províncias, sem que o programa esteja relacionado com campanha ou pré-campanha política, por se estar a um ano das eleições.

“O objectivo da visita é a governação de proximidade, em que no local debatemos, com as autoridades, os principais problemas que afligem às populações das referidas províncias”, esclareceu.

O Estadista angolano prometeu  continuar a trabalhar para minimizar e, se possível, satisfazer no máximo possível as dificuldades que afectam às populações da província do Cuanza Norte.

Segundo João Lourenço, as assimetrias são evidentes, mas a luta é pelo desenvolvimento integral do país (…).

Na ocasião, informou ter sido já paga parte da dívida com a empreiteira chinesa, responsável pela construção da barragem hidroeléctrica de Caculo Cabaça, para se evitar a paralisação das obras.

 

 

O Chefe do Executivo angolano fez este pronunciamento após uma visita ao projecto de auto-construção dirigida no Quilómetro 11, nos arredores da cidade de Ndalatando, província do Cuanza Norte, onde trabalhou durante dois dias.

Para o Presidente da República, a ilusão de que as Centralidades é que vão resolver o problema habitacional deve ficar para trás.

A responsabilidade do Estado, disse, passa por construir infra-estruturas, ceder  terrenos, garantir água e energia, bem como criar incentivos para que cada um construa a sua própria residência.

“É evidente que haverá casas no mercado, mas deve haver casas para todos mediante a auto-construção dirigida”, reforçou.

Por este motivo, disse esperar que outros governos provinciais sigam o exemplo do Cuanza Norte. Devem identificar espaços para auto-construção dirigida e oferecer terrenos infra-estruturados, evitando construções por baixo de linhas de água, de alta tensão e encostas, o que põe em risco vidas humanas.

Governação de proximidade   

Por outro lado, manifestou o seu interesse em visitar todas as províncias, sem que o programa esteja relacionado com campanha ou pré-campanha política, por se estar a um ano das eleições.

“O objectivo da visita é a governação de proximidade, em que no local debatemos, com as autoridades, os principais problemas que afligem às populações das referidas províncias”, esclareceu.

O Estadista angolano prometeu  continuar a trabalhar para minimizar e, se possível, satisfazer no máximo possível as dificuldades que afectam às populações da província do Cuanza Norte.

Segundo João Lourenço, as assimetrias são evidentes, mas a luta é pelo desenvolvimento integral do país (…).

Na ocasião, informou ter sido já paga parte da dívida com a empreiteira chinesa, responsável pela construção da barragem hidroeléctrica de Caculo Cabaça, para se evitar a paralisação das obras.