PR defende rentabilização das infra-estruturas desportivas

  • Pr Preside reunião com as associações desportivas
Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, manifestou preocupação, nesta quinta-feira, com o declínio do desporto angolano e defendeu uma gestão que rentabilize as infra-estruturas desportivas do país.

Ao  intervir no encontro com líderes das associações desportivas do país, o Chefe de Estado angolano lembrou que o Executivo investiu na construção de estádios e pavilhões gimnodesportivos em algumas províncias, mas a gestão está aquém do desejado.

As infra-estruturas “vêm-se degradando mais rápido do que se esperava. A razão única é que não existe uma boa gestão e que não deve ser o Estado a continuar a gerir (…)”.

O Presidente João Lourenço entende ser responsabilidade do Estado construir, mas depois disso tem de se encontrar outra entidade capaz de gerir e ganhar dinheiro.

“Quem tiver a responsabilidade da gestão dos espaços para a prática desportiva deve mantê-los e gerar receitas”, defendeu.

Líderes desportivos apresentam inquietações 

Na ocasião, o presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Gustavo da Conceição, referiu que uma das soluções para ultrapassar o mau momento do desporto nacional é a valorização da disciplina de educação física nas escolas.

No entender de Gustavo da Conceição, a valorização deve passar pela melhoria do programa curricular e a formação de quadros.

Já o presidente do Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, apresentou como proposta ao Chefe de Estado a necessidade de construção de um Centro Polivalente, para tornar as modalidades mais competitivas.

Com o Presidente da República estiveram reunidos 22 representantes de associações desportivas de distintas modalidades.

Ao  intervir no encontro com líderes das associações desportivas do país, o Chefe de Estado angolano lembrou que o Executivo investiu na construção de estádios e pavilhões gimnodesportivos em algumas províncias, mas a gestão está aquém do desejado.

As infra-estruturas “vêm-se degradando mais rápido do que se esperava. A razão única é que não existe uma boa gestão e que não deve ser o Estado a continuar a gerir (…)”.

O Presidente João Lourenço entende ser responsabilidade do Estado construir, mas depois disso tem de se encontrar outra entidade capaz de gerir e ganhar dinheiro.

“Quem tiver a responsabilidade da gestão dos espaços para a prática desportiva deve mantê-los e gerar receitas”, defendeu.

Líderes desportivos apresentam inquietações 

Na ocasião, o presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Gustavo da Conceição, referiu que uma das soluções para ultrapassar o mau momento do desporto nacional é a valorização da disciplina de educação física nas escolas.

No entender de Gustavo da Conceição, a valorização deve passar pela melhoria do programa curricular e a formação de quadros.

Já o presidente do Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, apresentou como proposta ao Chefe de Estado a necessidade de construção de um Centro Polivalente, para tornar as modalidades mais competitivas.

Com o Presidente da República estiveram reunidos 22 representantes de associações desportivas de distintas modalidades.