Presidente da República testemunha içar da Bandeira Monumento

  • Presidente João Lourenço,  Acompanhado da Primeira Dama Ana Dias Lourenço, Durante a Cerimonia do Içar da Bandeira Nacional no dia 11 de Novembro
Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, testemunhou nesta quarta-feira, em Luanda, o içar da Bandeira Monumento no Museu Nacional de História Militar, no quadro das celebrações do 45º aniversário da Independência Nacional, que hoje se assinala.

No acto, em que foram disparadas vinte e uma salvas de canhão, a banda de música do Exército entoou o hino nacional, Angola Avante.

O Chefe de Estado visitou ainda as instalações do referido museu, que conserva algum acervo histórico, incluindo material militar usado pelos combatentes angolanos durante a Luta de Libertação contra o antigo regime colonial português, na conquista da Independência Nacional.

Este ano, as actividades alusivas ao 11 de Novembro decorrem com restrições e sob medidas de biossegurança, para evitar a propagação da pandemia da Covid-19 que assola o mundo.

Com 40 quilos de peso, 18 metros de comprimento e 12 de largura, a Bandeira Monumento é sustentada por um mastro de 75 metros de altura, que pode suportar ventos de até 200 quilómetros/hora e ser vista a partir de todos os pontos da baixa da capital do país (Luanda).

Foi hasteada pela primeira vez no Museu Nacional de História Militar, antiga fortaleza de São Miguel, pelo anterior Presidente da República, José Eduardo dos Santos, por ocasião das celebrações do 4 de Abril de 2013, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.

Anualmente, é hasteada nas datas históricas, nomeadamente no 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial da Baixa de Kassanje), 4 de Fevereiro (Início da Luta Armada de Libertação Nacional), 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) e 4 de Abril.


É içada, igualmente, no 1 de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores), 25 de Maio (Dia de África), 17 de Setembro (Dia do Herói Nacional), 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional), 25 de Dezembro (Dia de Natal e da Família), e para manutenção no primeiro domingo dos meses de Julho, Agosto e Outubro.

Ainda na manhã desta quarta-feira, o Presidente João Lourenço, acompanhado pela primeira-dama, Ana Dias Lourenço, deslocou-se ao Memorial Agostinho Neto, onde depositou uma coroa de flores no sarcófago do primeiro Presidente de Angola.

O Acto foi presenciado pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, pelo presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, entre outras entidades, que prestaram, igualmente, a devida homenagem.

O Memorial comporta, além do sarcófago (onde repousam os restos mortais do primeiro Presidente), um museu e galeria de exposição, salas multiusos, bibliotecas, centros de documentação, lojas e um hall das autoridades.

A Obra erguida em homenagem a Agostinho Neto e que retrata a sua vida e obra passa imprescindivelmente pela história da República de Angola.

Angola tornou-se independente a 11 de Novembro de 1975, com a proclamação da Independência Nacional, pelo primeiro Presidente, António Agostinho Neto.

   

No acto, em que foram disparadas vinte e uma salvas de canhão, a banda de música do Exército entoou o hino nacional, Angola Avante.

O Chefe de Estado visitou ainda as instalações do referido museu, que conserva algum acervo histórico, incluindo material militar usado pelos combatentes angolanos durante a Luta de Libertação contra o antigo regime colonial português, na conquista da Independência Nacional.

Este ano, as actividades alusivas ao 11 de Novembro decorrem com restrições e sob medidas de biossegurança, para evitar a propagação da pandemia da Covid-19 que assola o mundo.

Com 40 quilos de peso, 18 metros de comprimento e 12 de largura, a Bandeira Monumento é sustentada por um mastro de 75 metros de altura, que pode suportar ventos de até 200 quilómetros/hora e ser vista a partir de todos os pontos da baixa da capital do país (Luanda).

Foi hasteada pela primeira vez no Museu Nacional de História Militar, antiga fortaleza de São Miguel, pelo anterior Presidente da República, José Eduardo dos Santos, por ocasião das celebrações do 4 de Abril de 2013, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional.

Anualmente, é hasteada nas datas históricas, nomeadamente no 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial da Baixa de Kassanje), 4 de Fevereiro (Início da Luta Armada de Libertação Nacional), 8 de Março (Dia Internacional da Mulher) e 4 de Abril.


É içada, igualmente, no 1 de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores), 25 de Maio (Dia de África), 17 de Setembro (Dia do Herói Nacional), 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional), 25 de Dezembro (Dia de Natal e da Família), e para manutenção no primeiro domingo dos meses de Julho, Agosto e Outubro.

Ainda na manhã desta quarta-feira, o Presidente João Lourenço, acompanhado pela primeira-dama, Ana Dias Lourenço, deslocou-se ao Memorial Agostinho Neto, onde depositou uma coroa de flores no sarcófago do primeiro Presidente de Angola.

O Acto foi presenciado pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, pelo presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, entre outras entidades, que prestaram, igualmente, a devida homenagem.

O Memorial comporta, além do sarcófago (onde repousam os restos mortais do primeiro Presidente), um museu e galeria de exposição, salas multiusos, bibliotecas, centros de documentação, lojas e um hall das autoridades.

A Obra erguida em homenagem a Agostinho Neto e que retrata a sua vida e obra passa imprescindivelmente pela história da República de Angola.

Angola tornou-se independente a 11 de Novembro de 1975, com a proclamação da Independência Nacional, pelo primeiro Presidente, António Agostinho Neto.