Presidente eleito da FNLA aponta linha de força

  • Presidente da FNLA, Nimi a Simbi
Luanda - A reunificação da FNLA, partido com um assento na Assembleia Nacional, está entre as linhas de força do presidente eleito daquela força política, Nimi a Simbi.

Em entrevista à ANGOP, o sucessor de Lucas Ngonda na liderança da FNLA defendeu a reorganização do partido, numa primeira fase, para obter bons resultados nas eleições gerais previstas para 2022 e autárquicas, ainda sem data.

Eleito a 19 do mês em curso, durante o 5° Congresso Ordinário daquela formação, Nimi a Simbi disse ter consciência que herda "uma manta de retalhos e muita roupa suja que precisa de ser lavada".

Com o partido dividido em várias alas, o político entende ser necessário resolver os diferendos em família, para que o prestígio da FNLA não continue manchado por constantes desentendimentos internos.

Entre as prioridades do seu mandato, Nimi a Simbi apontou, igualmente, a recolocação da FNLA entre as três principais forças políticas do país e a recuperação do seu património espalhado pelo país.

O novo líder do partido fundado por Holden Roberto em 1954, traça como metas, a curto e médio prazos, trabalhar para melhorar os resultados eleitorais de 2017, onde a força política obteve 0,9 por cento dos votos.

Aposta no diálogo  interno

Nimi a Simbi insistiu na necessidade de se apostar num diálogo interno permanente com os militantes e simpatizantes do seu partido, tendo em vista harmonizar as diferentes tendências, incluindo a dos candidatos a presidente derrotados no Congresso.

No último Congresso concorreram ao cargo de presidente da FNLA Lucas Ngonda, Nimi a Simbi, Fernando Pedro Gomes, Tristão Ernesto e Carlito Roberto.

No quadro da harmonização entre as diferentes forças, o político apontou como um dos passos nessa direcção a integração dos ex-presidentes Lucas Ngonda e Ngola  Kabangu, no próximo Comité Central.

Segundo o líder da FNLA, trata-se de políticos experientes, cujas contribuições vão engrandecer e fortalecer o partido.

Quanto ao único deputado da FNLA no Parlamento, por sinal o presidente cessante, Lucas Ngonda, Nimi a Simbi afirmou que continuará a ser o representante do partido na Assembleia Nacional até ao fim do actual mandato que vai até às próximas eleições gerais, previstas para 2022.

Situação  financeira da FNLA

Sobre a situação financeira da FNLA, disse desconhecer, por ainda não ter acontecido a passagem de pastas, nem ter sido eleito a nova direcção. O primeiro actos está marcado para a próxima quarta-feira (29).

Disse, entretanto, acreditar que a situação não seja estável, visto que durante o 5° Congresso Ordinário, realizado de 16 a 20 deste mês, as debilidades logísticas foram visíveis.

Noutra vertente, o presidente eleito da FNLA considerou crítica a actual situação do país, onde se regista um crescente elevar do custo de vida, redução do poder de compra dos cidadãos, bem como um elevado índice de desemprego.

Apelou à união de forças de todos os angolanos para ultrapassar o actual quadro, tendo em vista o crescimento económico do país e a melhoria das condições de vida e de trabalho de todos.

 

Em entrevista à ANGOP, o sucessor de Lucas Ngonda na liderança da FNLA defendeu a reorganização do partido, numa primeira fase, para obter bons resultados nas eleições gerais previstas para 2022 e autárquicas, ainda sem data.

Eleito a 19 do mês em curso, durante o 5° Congresso Ordinário daquela formação, Nimi a Simbi disse ter consciência que herda "uma manta de retalhos e muita roupa suja que precisa de ser lavada".

Com o partido dividido em várias alas, o político entende ser necessário resolver os diferendos em família, para que o prestígio da FNLA não continue manchado por constantes desentendimentos internos.

Entre as prioridades do seu mandato, Nimi a Simbi apontou, igualmente, a recolocação da FNLA entre as três principais forças políticas do país e a recuperação do seu património espalhado pelo país.

O novo líder do partido fundado por Holden Roberto em 1954, traça como metas, a curto e médio prazos, trabalhar para melhorar os resultados eleitorais de 2017, onde a força política obteve 0,9 por cento dos votos.

Aposta no diálogo  interno

Nimi a Simbi insistiu na necessidade de se apostar num diálogo interno permanente com os militantes e simpatizantes do seu partido, tendo em vista harmonizar as diferentes tendências, incluindo a dos candidatos a presidente derrotados no Congresso.

No último Congresso concorreram ao cargo de presidente da FNLA Lucas Ngonda, Nimi a Simbi, Fernando Pedro Gomes, Tristão Ernesto e Carlito Roberto.

No quadro da harmonização entre as diferentes forças, o político apontou como um dos passos nessa direcção a integração dos ex-presidentes Lucas Ngonda e Ngola  Kabangu, no próximo Comité Central.

Segundo o líder da FNLA, trata-se de políticos experientes, cujas contribuições vão engrandecer e fortalecer o partido.

Quanto ao único deputado da FNLA no Parlamento, por sinal o presidente cessante, Lucas Ngonda, Nimi a Simbi afirmou que continuará a ser o representante do partido na Assembleia Nacional até ao fim do actual mandato que vai até às próximas eleições gerais, previstas para 2022.

Situação  financeira da FNLA

Sobre a situação financeira da FNLA, disse desconhecer, por ainda não ter acontecido a passagem de pastas, nem ter sido eleito a nova direcção. O primeiro actos está marcado para a próxima quarta-feira (29).

Disse, entretanto, acreditar que a situação não seja estável, visto que durante o 5° Congresso Ordinário, realizado de 16 a 20 deste mês, as debilidades logísticas foram visíveis.

Noutra vertente, o presidente eleito da FNLA considerou crítica a actual situação do país, onde se regista um crescente elevar do custo de vida, redução do poder de compra dos cidadãos, bem como um elevado índice de desemprego.

Apelou à união de forças de todos os angolanos para ultrapassar o actual quadro, tendo em vista o crescimento económico do país e a melhoria das condições de vida e de trabalho de todos.