PR agradece apoio guineense à luta pela independência de Angola

  • Presidente da República, João Lourenço (à esq.), com homólogo da República da Guiné, Alpha Condé
Conakry (Dos enviados especiais) – O Presidente da República, João Lourenço, manifestou esta quinta-feira, em Conakry, a profunda gratidão dos angolanos pelo apoio prestado pela Guiné à luta de libertação e independência de Angola.

A chegada à capital guineense, para uma visita de Estado de dois dias (de 30 a 31), João Lourenço vincou que as relações entre os dois países são históricas, uma vez que a luta de libertação dos angolanos passou, igualmente, pela Guiné.

Angola, sublinhou o Estadista, beneficiou do apoio da Guiné para alcançar a independência, daí que “nós estamos, eternamente, gratos pelo apoio do povo guineense, por tudo quanto fizeram”.

Acrescentou que, “hoje entendemos que não basta fazermos referência a estes laços de amizade e de solidariedade dos nossos dois povos, mas precisamos, sim, de dar passos concretos no sentido de reforçarmos a cooperação económica entre os dois povos".

Enquanto Chefes de Estado, disse, a missão é desenvolver os respectivos países e, hoje em dia, “não existe país que se desenvolva se não souber cooperar com os outros”.

O Presidente João Lourenço realçou que o objectivo da visita visa dar um novo impulso às relações de cooperação económicas, já existentes.

Por sua vez, o Presidente da Guiné, Alpha Condé, reconheceu que, apesar do seu país se ter tornado independente, em 1958, e ser detentor de grandes potencialidades, não conseguiu alcançar os seus objectivos neste domínio.

No entanto, fez menção à existência de muitos sectores onde a cooperação se poderá desenvolver com Angola, designadamente nos sectores dos petróleos, mineiro, agrícola, entre outros.

Saudou, ainda, o facto das autoridades angolanas estarem dispostas a desenvolver esta cooperação com a Guiné, para que, de forma mutuamente vantajosa, os dois Estados possam desenvolver-se.

Neste contexto, o Estadista guineense considerou ser importante a criação da Comissão Mista Bilateral, para que esta possa trabalhar na identificação, em concreto, das áreas de cooperação.

A chegada à capital guineense, para uma visita de Estado de dois dias (de 30 a 31), João Lourenço vincou que as relações entre os dois países são históricas, uma vez que a luta de libertação dos angolanos passou, igualmente, pela Guiné.

Angola, sublinhou o Estadista, beneficiou do apoio da Guiné para alcançar a independência, daí que “nós estamos, eternamente, gratos pelo apoio do povo guineense, por tudo quanto fizeram”.

Acrescentou que, “hoje entendemos que não basta fazermos referência a estes laços de amizade e de solidariedade dos nossos dois povos, mas precisamos, sim, de dar passos concretos no sentido de reforçarmos a cooperação económica entre os dois povos".

Enquanto Chefes de Estado, disse, a missão é desenvolver os respectivos países e, hoje em dia, “não existe país que se desenvolva se não souber cooperar com os outros”.

O Presidente João Lourenço realçou que o objectivo da visita visa dar um novo impulso às relações de cooperação económicas, já existentes.

Por sua vez, o Presidente da Guiné, Alpha Condé, reconheceu que, apesar do seu país se ter tornado independente, em 1958, e ser detentor de grandes potencialidades, não conseguiu alcançar os seus objectivos neste domínio.

No entanto, fez menção à existência de muitos sectores onde a cooperação se poderá desenvolver com Angola, designadamente nos sectores dos petróleos, mineiro, agrícola, entre outros.

Saudou, ainda, o facto das autoridades angolanas estarem dispostas a desenvolver esta cooperação com a Guiné, para que, de forma mutuamente vantajosa, os dois Estados possam desenvolver-se.

Neste contexto, o Estadista guineense considerou ser importante a criação da Comissão Mista Bilateral, para que esta possa trabalhar na identificação, em concreto, das áreas de cooperação.