Primeiro secretário do MPLA quer mais dinamismo dos comités de acção

  • Primeiro secretário do MPLA em Benguela, Luís Nunes
Lobito - O primeiro secretário provincial do MPLA em Benguela, Luís Nunes, exigiu mais dinamismo e iniciativas políticas e de gestão aos membros dos Comités de Acção do partido dos municípios do Bocoio e Balombo, soube a ANGOP.

Numa reunião de auscultação realizada sexta-feira no Balombo, o dirigente exortou os primeiros secretários municipais do MPLA a usarem a criatividade e não esperar apenas por apoios das estruturas centrais.

Disse haver questões que podem ser solucionadas pelos próprios comités de acção, como a aquisição de material de escritório para produção de documentos, sem a intervenção directa de outras estruturas do partido.

"O Comite provincial vai fazer um levantamento para ajudar na compra de chapas de zinco e outros materiais para recuperar ou construir novas instalações dos Comités de Acção do Partido (CAP). O resto, façam os vossos próprios contactos para arranjar soluções", afirmou. 

Luís Nunes defendeu também que os membros das estruturas partidárias que funcionam a tempo integral devem ser remunerados.

Relativamente a algumas inquietações dos participantes da reunião, no domínio social, vincou que o MPLA tem dado suporte ao governo na realização de projectos nos sectores da saúde, educação, água e energia, com vista a melhorar as condições de vida da população.

No Bocoio, por exemplo, referiu-se à construção de uma escola com 20 salas de aulas, um posto policial e outro de saúde e a colocação de um gerador de 100 kaveares.

Já no Balombo, anunciou o aumento da capacidade de oferta de energia eléctrica, a construção de um Instituto Médio de Saúde (sem precisar a data da conclusão das obras) e a asfaltagem de seis quilómetros de estrada.

Num ambiente interactivo, os militantes expuseram diversas inquietações, entre as quais a degradação das estruturas do partido, a falta de alguns meios de trabalho,o  mau relacionamento entre dirigentes e a morosidade na implementação de acções. 

As reuniões de auscultação estão enquadradas no processo de renovação de mandatos, prevista para o próximo congresso do MPLA, em Dezembro deste ano.

Numa reunião de auscultação realizada sexta-feira no Balombo, o dirigente exortou os primeiros secretários municipais do MPLA a usarem a criatividade e não esperar apenas por apoios das estruturas centrais.

Disse haver questões que podem ser solucionadas pelos próprios comités de acção, como a aquisição de material de escritório para produção de documentos, sem a intervenção directa de outras estruturas do partido.

"O Comite provincial vai fazer um levantamento para ajudar na compra de chapas de zinco e outros materiais para recuperar ou construir novas instalações dos Comités de Acção do Partido (CAP). O resto, façam os vossos próprios contactos para arranjar soluções", afirmou. 

Luís Nunes defendeu também que os membros das estruturas partidárias que funcionam a tempo integral devem ser remunerados.

Relativamente a algumas inquietações dos participantes da reunião, no domínio social, vincou que o MPLA tem dado suporte ao governo na realização de projectos nos sectores da saúde, educação, água e energia, com vista a melhorar as condições de vida da população.

No Bocoio, por exemplo, referiu-se à construção de uma escola com 20 salas de aulas, um posto policial e outro de saúde e a colocação de um gerador de 100 kaveares.

Já no Balombo, anunciou o aumento da capacidade de oferta de energia eléctrica, a construção de um Instituto Médio de Saúde (sem precisar a data da conclusão das obras) e a asfaltagem de seis quilómetros de estrada.

Num ambiente interactivo, os militantes expuseram diversas inquietações, entre as quais a degradação das estruturas do partido, a falta de alguns meios de trabalho,o  mau relacionamento entre dirigentes e a morosidade na implementação de acções. 

As reuniões de auscultação estão enquadradas no processo de renovação de mandatos, prevista para o próximo congresso do MPLA, em Dezembro deste ano.