Programa de massificação do registo beneficia mais de um milhão de cidadãos

Luanda - Um milhão noventa e oito mil e setecentos e três cidadãos beneficiaram de Bilhete de Identidade (BI) pela primeira vez, em todo país, desde o início em Novembro de 2019 da campanha de Massificação do Registo de Nascimento e atribuição do Bilhete de Identidade.

No âmbito da mesma campanha foram atribuídos, igualmente pela primeira vez, 145 B.I no estrangeiro.

No mesmo período fez-se o Registo de Nascimento de dois mil 179 e 313 cidadãos e registado 480 localidades, entre aldeias, bairros, bem como realizado sessões de esclarecimento com a população de oito províncias.

Os dados foram avançados hoje, sexta-feira, pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, durante a 6 ª reunião mensal de balanço do Programa de Massificação do Registo de Nascimento e Atribuição do Bilhete de Identidade.

O ministro ressaltou que o ano de 2020, foi marcado por um grande espírito de persistência, pois apesar dos constrangimentos, com a pandemia da Covid-19,  conseguiram consolidar o programa, tornando-o numa das actividades mais relevantes que o sector tem vindo a desenvolver.

Destacou a disseminação de postos de identificação pelo país e no exterior, nomeadamente Portugal, França, Namíbia, África do Sul e Zâmbia.

 “O êxito do programa deve-se ao engajamento dos voluntários que, sem qualquer contrapartida, enfrentam desafios diários pela Nação, em prol da atribuição da cidadania aos angolanos", realçou.

O governante recomendou aos delegados províncias no sentido de avaliarem a forma como os brigadistas têm efectuado o registo de nascimento, de modo a se evitar erros no decorrer do registo.

No âmbito da mesma campanha foram atribuídos, igualmente pela primeira vez, 145 B.I no estrangeiro.

No mesmo período fez-se o Registo de Nascimento de dois mil 179 e 313 cidadãos e registado 480 localidades, entre aldeias, bairros, bem como realizado sessões de esclarecimento com a população de oito províncias.

Os dados foram avançados hoje, sexta-feira, pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, durante a 6 ª reunião mensal de balanço do Programa de Massificação do Registo de Nascimento e Atribuição do Bilhete de Identidade.

O ministro ressaltou que o ano de 2020, foi marcado por um grande espírito de persistência, pois apesar dos constrangimentos, com a pandemia da Covid-19,  conseguiram consolidar o programa, tornando-o numa das actividades mais relevantes que o sector tem vindo a desenvolver.

Destacou a disseminação de postos de identificação pelo país e no exterior, nomeadamente Portugal, França, Namíbia, África do Sul e Zâmbia.

 “O êxito do programa deve-se ao engajamento dos voluntários que, sem qualquer contrapartida, enfrentam desafios diários pela Nação, em prol da atribuição da cidadania aos angolanos", realçou.

O governante recomendou aos delegados províncias no sentido de avaliarem a forma como os brigadistas têm efectuado o registo de nascimento, de modo a se evitar erros no decorrer do registo.