Militante da UNITA propõe destituição do presidente do partido

  • Kawikh da Costa, demissionário secretário provincial para mobilização urbana da UNITA
Luanda – A destituição do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, constitui uma prioridade urgente para salvar o partido do descrédito, declarou, esta quarta-feira, o secretário provincial para a mobilização urbana desta formação política em Luanda.

Em conferência de imprensa, Kawikh Sampaio da Costa, que anunciou que abdicou do cargo, acusando Adalberto Costa Júnior, a quem comparou a Adolf Hitler, de conduzir com arrogância os destinos da UNITA.

O demissionário considerou o líder da UNITA como "falsário e mentiroso compulsivo”, com dificuldades de provar o seu título de engenheiro e a renúncia efectiva da nacionalidade portuguesa.

“A UNITA deve assumir o erro de eleger para presidente alguém que não está em condições de ser cabeça de lista em eleições, nem de candidato a Chefe de Estado, por ser filho de português e de uma cabo-verdiana, e por ser incapaz de provar a renúncia da nacionalidade paterna”, salientou.

Disse fazer parte de um grupo de militantes que se opôs à candidatura de Adalberto Costa Júnior à liderança da UNITA, pelo facto de o mesmo apresentar apenas ao partido um recibo da solicitação de renúncia da nacionalidade portuguesa, e nunca o respectivo deferimento.

Kawikh Sampaio da Costa denunciou ainda aquilo que considera práticas tribais e de nepotismo no partido, argumentando que 99 por cento dos secretários provinciais e comissários da UNITA na Comissão Nacional Eleitoral (CNE) são originários da região centro-sul e parentes de altos dirigentes do partido.

A título de exemplo, apontou o vice-presidente do partido, Simão Dembo, como tendo três mulheres a trabalhar na CNE.

Para o político, a UNITA está a entrar numa “curva de desespero” por Adalberto Costa Júnior não possuir condições jurídicas e administrativas para ser presidente do partido e, consequentemente, da República.

Kawikh da Costa clarificou que a sua ruptura é com a liderança de Adalberto da Costa Júnior e não com a UNITA, por acreditar no projecto de Muangai em prol de Angola e dos angolanos. Acrescentou que não sairá do partido por caprichos pessoais de quem quer que seja.

De 58 anos de idade, Adalberto Costa Júnior foi eleito presidente da UNITA no congresso de Novembro de 2019.

Em conferência de imprensa, Kawikh Sampaio da Costa, que anunciou que abdicou do cargo, acusando Adalberto Costa Júnior, a quem comparou a Adolf Hitler, de conduzir com arrogância os destinos da UNITA.

O demissionário considerou o líder da UNITA como "falsário e mentiroso compulsivo”, com dificuldades de provar o seu título de engenheiro e a renúncia efectiva da nacionalidade portuguesa.

“A UNITA deve assumir o erro de eleger para presidente alguém que não está em condições de ser cabeça de lista em eleições, nem de candidato a Chefe de Estado, por ser filho de português e de uma cabo-verdiana, e por ser incapaz de provar a renúncia da nacionalidade paterna”, salientou.

Disse fazer parte de um grupo de militantes que se opôs à candidatura de Adalberto Costa Júnior à liderança da UNITA, pelo facto de o mesmo apresentar apenas ao partido um recibo da solicitação de renúncia da nacionalidade portuguesa, e nunca o respectivo deferimento.

Kawikh Sampaio da Costa denunciou ainda aquilo que considera práticas tribais e de nepotismo no partido, argumentando que 99 por cento dos secretários provinciais e comissários da UNITA na Comissão Nacional Eleitoral (CNE) são originários da região centro-sul e parentes de altos dirigentes do partido.

A título de exemplo, apontou o vice-presidente do partido, Simão Dembo, como tendo três mulheres a trabalhar na CNE.

Para o político, a UNITA está a entrar numa “curva de desespero” por Adalberto Costa Júnior não possuir condições jurídicas e administrativas para ser presidente do partido e, consequentemente, da República.

Kawikh da Costa clarificou que a sua ruptura é com a liderança de Adalberto da Costa Júnior e não com a UNITA, por acreditar no projecto de Muangai em prol de Angola e dos angolanos. Acrescentou que não sairá do partido por caprichos pessoais de quem quer que seja.

De 58 anos de idade, Adalberto Costa Júnior foi eleito presidente da UNITA no congresso de Novembro de 2019.