Reconhecido contributo dos antigos combatentes no fortalecimento do MPLA

  • Vice-presidente, Luísa Damião
Luanda - O MPLA é hoje um partido forte, dinâmico e aberto fruto da inestimável contribuição dos antigos combatentes e veteranos da pátria, afirmou hoje, segunda-feira, em Luanda, a vice-presidente dessa formação, Luísa Damião.

A responsável fez este pronunciamento quando discursava na sessão de abertura da VI Reunião Metodológica do Departamento dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria desta formação, referindo que, além de constituir um momento de introspecção, é também uma oportunidade para dignificar aqueles que  ajudaram a engrandecer o país.

De acordo com Luísa Damião, “não se constrói um país sem valorizar os feitos e a memória dos que antecederam”, realçando que ao se dignificar os que lutaram para a concretização dos ideais e aspirações do povo angolano, está a dar-se lições de como se constrói um país para as presentes e futuras gerações.

Advogou a necessidade de denunciar aqueles que pretendam criar instabilidade e instalar o caos no país, minando a paz,  unidade, reconciliação nacional e, sobretudo, a marcha para o desenvolvimento arduamente almejado.

Na óptica da dirigente partidária, o MPLA deve incidir o seu   olhar sobre a questão da assistência aos antigos combatentes, na análise da sua situação social, na eficácia dos programas sociais em curso, assim como no estado e pagamento das suas respectivas pensões.

Defendeu ainda a necessidade de aglutinar as diferentes associações representativas dos antigos combatentes, para que um só interlocutor trate com o Estado todos os problemas atinentes às preocupações dos mais velhos.

Posição das associações

Entretanto, o presidente da Associação de Apoio aos Combatentes das Ex-FAPLA (Ascofa), Caetano António Marcolino, afirmou que vai apresentar, no encontro, como principais preocupações a situação actual dos ex-militares, com vista a melhorar a sua pensão de sangue, que actualmente é de 23 mil kwanzas.

De acordo com o responsável associativo, existe já um interlocutor válido  das mais de 20 associações de antigos combatente com as estruturas de direito, que é a Federação dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.

Manifestou-se preocupado pela estagnação que se regista actualmente no cadastramento dos antigos combatentes, facto que  retarda a sua dignificação, após muitos anos de  contributo na defesa da integridade territorial.

Actualmente estão cadastrados mais de 100 mil antigos combatente e veteranos da pátria em todo o país.

No encontro, com duração de um dia e que decorre em sistema híbrido, estão a ser abordados temas como a preparação do VIII Congresso do MPLA, preparação do MPLA para os desafios eleitorais, assistência social aos antigos combatentes e veteranos da pátria  e movimento associativo dos antigos combatentes e veteranos da pátria.

A responsável fez este pronunciamento quando discursava na sessão de abertura da VI Reunião Metodológica do Departamento dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria desta formação, referindo que, além de constituir um momento de introspecção, é também uma oportunidade para dignificar aqueles que  ajudaram a engrandecer o país.

De acordo com Luísa Damião, “não se constrói um país sem valorizar os feitos e a memória dos que antecederam”, realçando que ao se dignificar os que lutaram para a concretização dos ideais e aspirações do povo angolano, está a dar-se lições de como se constrói um país para as presentes e futuras gerações.

Advogou a necessidade de denunciar aqueles que pretendam criar instabilidade e instalar o caos no país, minando a paz,  unidade, reconciliação nacional e, sobretudo, a marcha para o desenvolvimento arduamente almejado.

Na óptica da dirigente partidária, o MPLA deve incidir o seu   olhar sobre a questão da assistência aos antigos combatentes, na análise da sua situação social, na eficácia dos programas sociais em curso, assim como no estado e pagamento das suas respectivas pensões.

Defendeu ainda a necessidade de aglutinar as diferentes associações representativas dos antigos combatentes, para que um só interlocutor trate com o Estado todos os problemas atinentes às preocupações dos mais velhos.

Posição das associações

Entretanto, o presidente da Associação de Apoio aos Combatentes das Ex-FAPLA (Ascofa), Caetano António Marcolino, afirmou que vai apresentar, no encontro, como principais preocupações a situação actual dos ex-militares, com vista a melhorar a sua pensão de sangue, que actualmente é de 23 mil kwanzas.

De acordo com o responsável associativo, existe já um interlocutor válido  das mais de 20 associações de antigos combatente com as estruturas de direito, que é a Federação dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.

Manifestou-se preocupado pela estagnação que se regista actualmente no cadastramento dos antigos combatentes, facto que  retarda a sua dignificação, após muitos anos de  contributo na defesa da integridade territorial.

Actualmente estão cadastrados mais de 100 mil antigos combatente e veteranos da pátria em todo o país.

No encontro, com duração de um dia e que decorre em sistema híbrido, estão a ser abordados temas como a preparação do VIII Congresso do MPLA, preparação do MPLA para os desafios eleitorais, assistência social aos antigos combatentes e veteranos da pátria  e movimento associativo dos antigos combatentes e veteranos da pátria.