Sacrifício dos heróis do 23 Março deve inspirar nova geração

  • Memorial  da batalha  do cuito  cuanavale
Ondjiva - A governadora do Cunene, Gerdina Didalewa, disse hoje, que o sacrifício dos heróis da batalha do Cuito Cuanavale deve inspirar a nova geração, no compromisso com o progresso do país.

O 23 de Março de 1988 marca o fim da Batalha do Cuito Cuanavale, no Sudeste de Angola, onde as extinta FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola) e as FAR (Forças Armadas Revolucionárias de Cuba) derrotaram o exército da maior potência militar regional à altura, a África do Sul, e as forças da UNITA.

A vitória desta batalha representou uma viragem decisiva na África Austral, no sentido do progresso, da paz e da libertação dos povos africanos oprimidos pelo regime do Apartheid.

A governante, que falava no acto de celebrações do 23 de Março, disse que este sacrifício deve inspirar os jovens, pois tudo na vida é alcançado com muita luta e coragem, daí que o progresso do país, que todos desejam, requer a entrega abnegada de todos.

"Não é possível atingir o desenvolvimento almejado, sem um espírito de entrega e uma causa comum, por isso, a juventude deve se rever nestes feitos dos heróis da batalha Cuito Cuanavale", sublinhou a governadora.

Gerdina Didalewa reiterou que todos angolanos são chamados a enaltecer o legado histórico e valentia dos percursores da batalha Cuito Cuanavale.

Acrescentou que a celebrações do 23 de Março, Dia da Libertação da África Austral, deve ser também vista como momento para elevar as consciências dos gestores públicos e outros sectores da sociedade no combate à corrupção, nepotismo e tribalismo, atitudes que enfermam o desenvolvimento do país.

A governadora do Cunene defendeu ainda a necessidade de maior divulgação da Batalha do Cuito Cuanavale.

Este ano, a data foi celebrada sobre lema " Honrar os libertadores da África Austral é perpetuar os seus feitos".

O 23 de Março de 1988 marca o fim da Batalha do Cuito Cuanavale, no Sudeste de Angola, onde as extinta FAPLA (Forças Armadas Populares de Libertação de Angola) e as FAR (Forças Armadas Revolucionárias de Cuba) derrotaram o exército da maior potência militar regional à altura, a África do Sul, e as forças da UNITA.

A vitória desta batalha representou uma viragem decisiva na África Austral, no sentido do progresso, da paz e da libertação dos povos africanos oprimidos pelo regime do Apartheid.

A governante, que falava no acto de celebrações do 23 de Março, disse que este sacrifício deve inspirar os jovens, pois tudo na vida é alcançado com muita luta e coragem, daí que o progresso do país, que todos desejam, requer a entrega abnegada de todos.

"Não é possível atingir o desenvolvimento almejado, sem um espírito de entrega e uma causa comum, por isso, a juventude deve se rever nestes feitos dos heróis da batalha Cuito Cuanavale", sublinhou a governadora.

Gerdina Didalewa reiterou que todos angolanos são chamados a enaltecer o legado histórico e valentia dos percursores da batalha Cuito Cuanavale.

Acrescentou que a celebrações do 23 de Março, Dia da Libertação da África Austral, deve ser também vista como momento para elevar as consciências dos gestores públicos e outros sectores da sociedade no combate à corrupção, nepotismo e tribalismo, atitudes que enfermam o desenvolvimento do país.

A governadora do Cunene defendeu ainda a necessidade de maior divulgação da Batalha do Cuito Cuanavale.

Este ano, a data foi celebrada sobre lema " Honrar os libertadores da África Austral é perpetuar os seus feitos".