Secretária de Estado destaca falta de conhecimento sobre direitos humanos

  • Ana Celeste Januario, secretaria de Estado Para os Direitos Humanos
Luanda – A secretária de Estado para os Direitos Humanos, Ana Celeste Januário, apontou, nesta quinta-feira, em Luanda, como principal elemento de preocupação a falta de conhecimento dos cidadãos sobre os seus direitos.

“Continuamos a ter cidadãos que não conhecem, não sabem, têm dificuldades de identificar que são titulares de direitos”, disse a responsável em declarações à imprensa à margem do III Fórum Nacional de Direitos Humanos com as Organizações da Sociedade Civil, promovido pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo Ana Celeste, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, enquanto departamento ministerial responsável pelas políticas dos direitos humanos, tem como plano de trabalho, dentro da sua estratégia nacional, o reforço do diálogo com as organizações da sociedade civil.

“Existimos para trabalhar na promoção e protecção dos direitos humanos em termos de políticas, de legislação, instituições e também monitorarmos os dados”, referiu, avançando que os fóruns realizados pelo seu pelouro, num total de três, estão em segmento com as acções do Titular do Poder Executivo.

Para Ana Celeste, é importante o diálogo com o cidadão, porquanto quem governa o faz com e pelo povo.

Sobre a questão de violação dos direitos humanos, a secretária de Estado lembrou que, num mundo afectado por uma crise global de saúde que acaba por desembocar para questões sociais, económicas e com impacto político, todos os países são afectados por esta questão.

O fórum visa a implementação da Estratégia e do Prémio Nacional de Direitos Humanos, consolidar o diálogo permanente e a parceria entre o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos e as organizações da sociedade civil.

Participaram da actividade as organizações da sociedade civil que trabalham no âmbito dos direitos humanos, académicos e membros da Comissão Intersectorial para a Elaboração dos Relatórios Nacionais de Direitos Humanos (CIERNDH).

A Estratégia Nacional dos Direitos Humanos  prevê o envolvimento da sociedade civil na melhoria do desempenho das instituições públicas e conquista a confiança da sociedade civil nas acções para a defesa e promoção dos Direitos Humanos.

“Continuamos a ter cidadãos que não conhecem, não sabem, têm dificuldades de identificar que são titulares de direitos”, disse a responsável em declarações à imprensa à margem do III Fórum Nacional de Direitos Humanos com as Organizações da Sociedade Civil, promovido pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo Ana Celeste, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, enquanto departamento ministerial responsável pelas políticas dos direitos humanos, tem como plano de trabalho, dentro da sua estratégia nacional, o reforço do diálogo com as organizações da sociedade civil.

“Existimos para trabalhar na promoção e protecção dos direitos humanos em termos de políticas, de legislação, instituições e também monitorarmos os dados”, referiu, avançando que os fóruns realizados pelo seu pelouro, num total de três, estão em segmento com as acções do Titular do Poder Executivo.

Para Ana Celeste, é importante o diálogo com o cidadão, porquanto quem governa o faz com e pelo povo.

Sobre a questão de violação dos direitos humanos, a secretária de Estado lembrou que, num mundo afectado por uma crise global de saúde que acaba por desembocar para questões sociais, económicas e com impacto político, todos os países são afectados por esta questão.

O fórum visa a implementação da Estratégia e do Prémio Nacional de Direitos Humanos, consolidar o diálogo permanente e a parceria entre o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos e as organizações da sociedade civil.

Participaram da actividade as organizações da sociedade civil que trabalham no âmbito dos direitos humanos, académicos e membros da Comissão Intersectorial para a Elaboração dos Relatórios Nacionais de Direitos Humanos (CIERNDH).

A Estratégia Nacional dos Direitos Humanos  prevê o envolvimento da sociedade civil na melhoria do desempenho das instituições públicas e conquista a confiança da sociedade civil nas acções para a defesa e promoção dos Direitos Humanos.