SIC abre unidade no Zango 5

  • Ministro do Interior inaugura novas instalações do SIC na Centralidade do Zango 8000
Luanda - O Serviço de Investigação Criminal (SIC) inaugurou, nesta sexta-feira, a sua primeira unidade na centralidade do Zango 5 (Zango 8000), município de Viana, província de Luanda.

Inaugurada pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a unidade visa conferir dignidade e melhores condições de acomodação aos efectivos destacados naquela localidade.

A mesma comporta vários serviços de especialidade, com destaque para medicina legal, laboratório de criminalística, área de atendimento a menores em conflito com a Lei, de atendimento às vítimas de violência doméstica, gabinete de instrução processual e de investigadores criminais.

A nova infra-estrutura, que se pretende tornar referência/modelo nas centralidades do país, vai possibilitar que os cidadãos deixem de acorrer ao Laboratório de Criminalística e Medicina Legal, encontrando as mesmas valências na unidade de Serviços Investigação Criminal do Zango 5.

Segundo o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a implementação da unidade do SIC foi concretizada numa zona onde ocorreram as maiores ocupações ilegais de imóveis a nível das centralidades do Estado, pelo que este passo auxiliará na prevenção e combate deste fenómeno.

Disse já terem realizado várias operações que levaram ao desmantelamento de grupos de malfeitores, com a detenção de mais 58 cidadãos e a recuperação global de 705 residências (entre vivendas e apartamento), com destaque para 354 imóveis na centralidade do Zango 5. Os demais foram distribuídos entre as centralidades do Capari, Zango 0 e Kilamba.

"Estas acções mereceram a pronta intervenção dos órgãos do Ministério Público e dos Tribunais, com vários cidadãos levados a julgamento e condenados, tendo em conta a pronta intervenção dos órgãos que intervêm na justiça, em especial a SIC", sublinhou.

Neste contexto, alguns cidadãos que se dedicavam a esta prática abandonaram, voluntariamente, as residências ocupadas, permitindo a restituição de mais de 519 imóveis pertencentes ao Fundo de Fomento Habitacional e 186 imóveis ao Instituto Nacional de Habitação.

O governante apelou aos efectivos para preservarem a infra-estrutura e os seus equipamentos.

Em declarações à imprensa, após o acto de inauguração da primeira unidade local do SIC, o Comandante de Viana, subcomissário Gabriel Capusso, referiu que a situação operativa a nível do Zango 5 é relativamente calma, embora se registem algumas invasões de terrenos.

No que se refere à invasão de residências no Zango 5, o subcomissário sublinhou que a centralidade era uma zona de negócios para os aproveitadores, mas com a colocação da esquadra na localidade tal situação foi invertida.

"O surgimento da unidade dos Serviços de Investigação Criminal, penso que é uma mais-valia no combate a estas práticas", referiu.                    

O acto contou com as presenças do Juiz Conselheiro Presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo, do Procurador-geral da República, Hélder Pitta Gróz, do Secretário de Estado do Interior José Bamoquina Zau, Comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, do Director do SIC, Arnaldo Carlos, e outros responsáveis do MININT.

Inaugurada pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a unidade visa conferir dignidade e melhores condições de acomodação aos efectivos destacados naquela localidade.

A mesma comporta vários serviços de especialidade, com destaque para medicina legal, laboratório de criminalística, área de atendimento a menores em conflito com a Lei, de atendimento às vítimas de violência doméstica, gabinete de instrução processual e de investigadores criminais.

A nova infra-estrutura, que se pretende tornar referência/modelo nas centralidades do país, vai possibilitar que os cidadãos deixem de acorrer ao Laboratório de Criminalística e Medicina Legal, encontrando as mesmas valências na unidade de Serviços Investigação Criminal do Zango 5.

Segundo o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, a implementação da unidade do SIC foi concretizada numa zona onde ocorreram as maiores ocupações ilegais de imóveis a nível das centralidades do Estado, pelo que este passo auxiliará na prevenção e combate deste fenómeno.

Disse já terem realizado várias operações que levaram ao desmantelamento de grupos de malfeitores, com a detenção de mais 58 cidadãos e a recuperação global de 705 residências (entre vivendas e apartamento), com destaque para 354 imóveis na centralidade do Zango 5. Os demais foram distribuídos entre as centralidades do Capari, Zango 0 e Kilamba.

"Estas acções mereceram a pronta intervenção dos órgãos do Ministério Público e dos Tribunais, com vários cidadãos levados a julgamento e condenados, tendo em conta a pronta intervenção dos órgãos que intervêm na justiça, em especial a SIC", sublinhou.

Neste contexto, alguns cidadãos que se dedicavam a esta prática abandonaram, voluntariamente, as residências ocupadas, permitindo a restituição de mais de 519 imóveis pertencentes ao Fundo de Fomento Habitacional e 186 imóveis ao Instituto Nacional de Habitação.

O governante apelou aos efectivos para preservarem a infra-estrutura e os seus equipamentos.

Em declarações à imprensa, após o acto de inauguração da primeira unidade local do SIC, o Comandante de Viana, subcomissário Gabriel Capusso, referiu que a situação operativa a nível do Zango 5 é relativamente calma, embora se registem algumas invasões de terrenos.

No que se refere à invasão de residências no Zango 5, o subcomissário sublinhou que a centralidade era uma zona de negócios para os aproveitadores, mas com a colocação da esquadra na localidade tal situação foi invertida.

"O surgimento da unidade dos Serviços de Investigação Criminal, penso que é uma mais-valia no combate a estas práticas", referiu.                    

O acto contou com as presenças do Juiz Conselheiro Presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo, do Procurador-geral da República, Hélder Pitta Gróz, do Secretário de Estado do Interior José Bamoquina Zau, Comandante-geral da Polícia Nacional, Paulo de Almeida, do Director do SIC, Arnaldo Carlos, e outros responsáveis do MININT.