Sociedade destaca acções de combate à corrupção

  • Vista parcial de um jardim na cidade da Huíla.
Lubango - Membros da sociedade civil na província da Huíla (Sul de Angola) acreditam na redução dos níveis de corrupção no país e defendem maior transparência no processo em curso desde 2017.

Em declarações à Angop, no âmbito do Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção, assinalado a 9 deste mês, o economista Francisco Chocolate reconheceu que o Executivo está apostado no combate à corrupção, com o intuito de melhorar a imagem de Angola diante da comunidade internacional e atrair mais investidores para o país.

Para si, o lado negativo do processo é o facto de as leis aprovadas para o efeito propiciarem outros actos de corrupção, defendendo que toda obra devia ter um concurso público transparente e os governantes obrigados a apresentarem uma declaração a assumir que não farão negócios consigo próprio durante o exercício do cargo.

“O combate à corrupção não deve so ser feito através de palavas e discursos, mas principalmente com leis que propiciem a melhoria do ambiente de negócios. Falta ainda muita transparência no processo”, frisou.

O jurista Tyssir Calei é de opinião que apesar de Angola dar passos positivos nos últimos três anos, é altura de se olhar para as causas, sustentando que actualmente se observa mais repressão dos crimes económicos, mas do ponto de vista legislativo o país tem ainda um “longo” caminho a trilhar.

Defendeu a elebaoração de um instrumento jurídico sobre  incompatiblidade no exercício das funções públicas, como forma de se prevenir futuros crimes e deixar de se olhar somente para a repressão dos actos cometidos.

“Nesta altura, preocupa saber se aqueles que estão a exercer cargos públicos não devem estar a cometer crimes de branqueamento de capitais. Com uma lei de incompatiblidade poderíamos prevenir essas situações”, afiançou.   

Já para o padre Belchior Tchihopio, o combate à corrupção é uma iniciativa “corajosa” do Executivo, que devia ser mais abrangente, para que não sejam todos responsablizados.

 “Muitos se aproveitam indevidamente do eráio e as estruturas instituicionais deixam de funcionar devidamente”, destacou, afirmando que um país com elevados níveis de corrupção não oferece qualidade de vida à sociedade.

A Organização das Nações Unidas assinalou o Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção destacou o impacto da pandemia da Covid-19, com o lema “Recuperar com Integridade”.

 

Em declarações à Angop, no âmbito do Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção, assinalado a 9 deste mês, o economista Francisco Chocolate reconheceu que o Executivo está apostado no combate à corrupção, com o intuito de melhorar a imagem de Angola diante da comunidade internacional e atrair mais investidores para o país.

Para si, o lado negativo do processo é o facto de as leis aprovadas para o efeito propiciarem outros actos de corrupção, defendendo que toda obra devia ter um concurso público transparente e os governantes obrigados a apresentarem uma declaração a assumir que não farão negócios consigo próprio durante o exercício do cargo.

“O combate à corrupção não deve so ser feito através de palavas e discursos, mas principalmente com leis que propiciem a melhoria do ambiente de negócios. Falta ainda muita transparência no processo”, frisou.

O jurista Tyssir Calei é de opinião que apesar de Angola dar passos positivos nos últimos três anos, é altura de se olhar para as causas, sustentando que actualmente se observa mais repressão dos crimes económicos, mas do ponto de vista legislativo o país tem ainda um “longo” caminho a trilhar.

Defendeu a elebaoração de um instrumento jurídico sobre  incompatiblidade no exercício das funções públicas, como forma de se prevenir futuros crimes e deixar de se olhar somente para a repressão dos actos cometidos.

“Nesta altura, preocupa saber se aqueles que estão a exercer cargos públicos não devem estar a cometer crimes de branqueamento de capitais. Com uma lei de incompatiblidade poderíamos prevenir essas situações”, afiançou.   

Já para o padre Belchior Tchihopio, o combate à corrupção é uma iniciativa “corajosa” do Executivo, que devia ser mais abrangente, para que não sejam todos responsablizados.

 “Muitos se aproveitam indevidamente do eráio e as estruturas instituicionais deixam de funcionar devidamente”, destacou, afirmando que um país com elevados níveis de corrupção não oferece qualidade de vida à sociedade.

A Organização das Nações Unidas assinalou o Dia Internacional da Luta Contra a Corrupção destacou o impacto da pandemia da Covid-19, com o lema “Recuperar com Integridade”.