Desminagem no Uíge paralisada há oito meses

  • Vista parcial de um campo minado
Uíge - A província do Uíge regista uma paralisação dos trabalhos de desminagem, desde Setembro do ano 2020, por falta de materiais de operação e de meios de transportes.

A informação foi prestada, nesta quinta-feira, pelo chefe das operações do Instituto Nacional de Desminagem (INAD) no Uíge, António Meco Manuel.

Nos últimos 25 anos, o INAD desminou, na província do Uíge, 12 milhões, 800 mil e 876 metros quadrados, que resultaram na remoção de mil 979 minas anti-pessoal, 22 mil 411 engenhos explosivos não detonados e oito minas anti-tanque.

Dados recentes do INAD no Uíge dão conta que, em 2020, foram desminados 23 mil e 510 metros quadrados, mais nove mil em relação ao ano 2019.

Em declarações à ANGOP, a propósito da paralisação dos trabalhos de desminagem, o responsável informou que, no primeiro trimestre do ano em curso, foram recolhidos 30 engenhos explosivos não detonados, resultado da denúncia feita pela população das localidades do Bungo, Cangola e Quitexe.

Nesse período, acrescentou, 708 cidadãos foram sensibilizados sobre os riscos de minas, uma actividade que se prevê continuar.

Explicou que, em 2020, foram realizados trabalhos de prospecção numa área de 23 mil e 510 metros quadrados, nas reservas fundiárias do Quissanga, município do Uíge, e constatou-se que a zona está sem engenhos explosivos.   

 

A informação foi prestada, nesta quinta-feira, pelo chefe das operações do Instituto Nacional de Desminagem (INAD) no Uíge, António Meco Manuel.

Nos últimos 25 anos, o INAD desminou, na província do Uíge, 12 milhões, 800 mil e 876 metros quadrados, que resultaram na remoção de mil 979 minas anti-pessoal, 22 mil 411 engenhos explosivos não detonados e oito minas anti-tanque.

Dados recentes do INAD no Uíge dão conta que, em 2020, foram desminados 23 mil e 510 metros quadrados, mais nove mil em relação ao ano 2019.

Em declarações à ANGOP, a propósito da paralisação dos trabalhos de desminagem, o responsável informou que, no primeiro trimestre do ano em curso, foram recolhidos 30 engenhos explosivos não detonados, resultado da denúncia feita pela população das localidades do Bungo, Cangola e Quitexe.

Nesse período, acrescentou, 708 cidadãos foram sensibilizados sobre os riscos de minas, uma actividade que se prevê continuar.

Explicou que, em 2020, foram realizados trabalhos de prospecção numa área de 23 mil e 510 metros quadrados, nas reservas fundiárias do Quissanga, município do Uíge, e constatou-se que a zona está sem engenhos explosivos.