Tribunal Provincial de Malanje  arresta bens da empresa "ZECIND"

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Malanje - Seis empreendimentos comerciais da empresa "Zecind", propriedade de Carlos Mulu, foram arrestados preventivamente, por decisão do Tribunal Provincial de Malanje e da Procuradoria-Geral da República (PGR), soube quarta-feira a ANGOP.

Na base do arresto está o não pagamento de uma caução de 110 milhões de kwanzas, aplicada ao empresário Carlos Mulu, na sequência do processo-crime nº 4500/2020 que envolve o ex-administrador municipal de Cacuso, Caetano Tintas, acusado de peculato e associação criminosa.

Entre os bens arrestados, em coordenação com o Serviço de Investigação Criminal (SIC), estão três farmácias, um centro médico, um super-mercado e o Instituto Médio Politécnico.

Os bens em causa foram entregues à Caritas de Angola, como fiel depositária, para administrá-los, enquanto decorrem os trâmites processuais.

As unidades arrestadas empregam 100 pessoas, que têm os empregos salvaguardados nos termos do processo.

Sobre o caso, o jurista Israel da Silva considerou "um procedimento normal", o arresto dos bens em causa, por visar proteger o interesse da parte lesada no processo, representada pelo Ministério Público.

Carlos Mulu, proprietário da "Zecind Lda", fazia parceria com o ex-administrador, é também arguido no processo, acusado dos crimes de branqueamento de capitais, violação contractual, má gestão de fundos alocados para as família sinistradas e para execução das obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municipios (PIIM).

Caetano da Rita Tinta e Carlos Mulu foram detidos no dia 03 de Fevereiro do ano em curso e aguardam julgamento em prisão preventiva, cujo processo já deu entrada ao Tribunal Provincial de Malanje.

 

Na base do arresto está o não pagamento de uma caução de 110 milhões de kwanzas, aplicada ao empresário Carlos Mulu, na sequência do processo-crime nº 4500/2020 que envolve o ex-administrador municipal de Cacuso, Caetano Tintas, acusado de peculato e associação criminosa.

Entre os bens arrestados, em coordenação com o Serviço de Investigação Criminal (SIC), estão três farmácias, um centro médico, um super-mercado e o Instituto Médio Politécnico.

Os bens em causa foram entregues à Caritas de Angola, como fiel depositária, para administrá-los, enquanto decorrem os trâmites processuais.

As unidades arrestadas empregam 100 pessoas, que têm os empregos salvaguardados nos termos do processo.

Sobre o caso, o jurista Israel da Silva considerou "um procedimento normal", o arresto dos bens em causa, por visar proteger o interesse da parte lesada no processo, representada pelo Ministério Público.

Carlos Mulu, proprietário da "Zecind Lda", fazia parceria com o ex-administrador, é também arguido no processo, acusado dos crimes de branqueamento de capitais, violação contractual, má gestão de fundos alocados para as família sinistradas e para execução das obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municipios (PIIM).

Caetano da Rita Tinta e Carlos Mulu foram detidos no dia 03 de Fevereiro do ano em curso e aguardam julgamento em prisão preventiva, cujo processo já deu entrada ao Tribunal Provincial de Malanje.