UA associa paz ao desenvolvimento de África

  • Bandeira da União Africana
Luanda – A presidente em exercício do Conselho Executivo da União Africana (UA), Grace Pandor, afirmou nesta quarta-feira, em Addis-Abeba (Etíopia), que a paz, segurança e o desenvolvimento são componentes importantes para o alcance do desenvolvimento socioeconómico e político do continente.

Em nota, a Representação Permanente de Angola junto da UA refere que a também ministra dos Negócios Estrangeiros da África do Sul, falava na cerimónia de encerramento da 21ª Sessão Extraordinária do Conselho Executivo da UA, via teleconferência, da qual participou o ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, a partir de Luanda.

De acordo com a diplomata, na mesma vertente de ligação intrínseca daqueles factores enquadra-se o desenvolvimento sustentável como pré-requisito para o alcance de uma sociedade pacífica, com base numa intensificação, cada vez maior, da solidariedade, coordenação e cooperação entre os estados africanos.

Reiterou o compromisso do Conselho Executivo (CE) em prol do alcance da Agenda 2063, que almeja uma África pacífica e segura, com boa governação, democracia, respeito pelos direitos humanos, justiça e o Estado de direito.

Para a diplomata, a Covid-19 impediu o encontro físico entre os ministros mas não evitou a realização de um trabalho virtual conjunto que atingiu os objectivos preconizados.

A 21ª Sessão Extraordinária do CE, em que participou também o presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Mahamat, serviu para preparar as 13ª e 14ª reuniões dos chefes de Estado ou de Governos, igualmente de carácter extraordinário, agendadas para sábado e domingo, respectivamente.

Os chefes das diplomacias do continente debruçaram-se sobre a operacionalização da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) e sobre o Silenciar das Armas em África, temas que vão dominar as cimeiras de sábado e domigo.

O chefe de Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa, é igualmente o presidente em exercício da União Africana para o presente ano, que tem como slogan “Silenciar as Armas: Criação de Condições Favoráveis para o Desenvolvimento de África".

Em nota, a Representação Permanente de Angola junto da UA refere que a também ministra dos Negócios Estrangeiros da África do Sul, falava na cerimónia de encerramento da 21ª Sessão Extraordinária do Conselho Executivo da UA, via teleconferência, da qual participou o ministro angolano das Relações Exteriores, Téte António, a partir de Luanda.

De acordo com a diplomata, na mesma vertente de ligação intrínseca daqueles factores enquadra-se o desenvolvimento sustentável como pré-requisito para o alcance de uma sociedade pacífica, com base numa intensificação, cada vez maior, da solidariedade, coordenação e cooperação entre os estados africanos.

Reiterou o compromisso do Conselho Executivo (CE) em prol do alcance da Agenda 2063, que almeja uma África pacífica e segura, com boa governação, democracia, respeito pelos direitos humanos, justiça e o Estado de direito.

Para a diplomata, a Covid-19 impediu o encontro físico entre os ministros mas não evitou a realização de um trabalho virtual conjunto que atingiu os objectivos preconizados.

A 21ª Sessão Extraordinária do CE, em que participou também o presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Mahamat, serviu para preparar as 13ª e 14ª reuniões dos chefes de Estado ou de Governos, igualmente de carácter extraordinário, agendadas para sábado e domingo, respectivamente.

Os chefes das diplomacias do continente debruçaram-se sobre a operacionalização da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA) e sobre o Silenciar das Armas em África, temas que vão dominar as cimeiras de sábado e domigo.

O chefe de Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa, é igualmente o presidente em exercício da União Africana para o presente ano, que tem como slogan “Silenciar as Armas: Criação de Condições Favoráveis para o Desenvolvimento de África".