União Africana tem disponíveis 74 lugares para Angola

  • BANDEIRA DA UNIÃO AFRICANA
Luanda - A Representação Permanente de Angola junto da União Africana (UA), em Addis-Abeba (Etiópia), promoveu esta sexta-feira uma reunião via zoom com responsáveis de diferentes ministérios, com vista a dar a conhecer e analisar as oportunidades de admissão de quadros nacionais para as 74 vagas a que o país passa a ter direito na organização continental.

A nova realidade surge na sequência da 38ª Sessão Ordinária do Conselho Executivo, realizada em Fevereiro último, na qual os chefes das diplomacias africanas aprovaram o novo sistema de quotas, permitindo que Angola transite das anteriores trinta e nove (39) vagas para setenta e quatro (74).

Angola é um dos maiores contribuintes para o orçamento estatutário da UA, a par da Argélia, Egipto, Marrocos e Nigéria, porém está sub representado nas estruturas da organização continental, com apenas cinco (5) funcionários efectivos da Comissão da União Africana (CUA), colidindo com a regra que privilegia os maiores financiadores para o preenchimento de vagas.

De acordo com o Representante Permanente de Angola junto da UA, Francisco José da Cruz, a  reunião, co-organizada com a Direcção África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores, teve como objectivo trocar ideias para a inserção de um maior número de quadros angolanos, analisar o plano (em curso) de transição da CUA, assim como lançar a apresentação de propostas de candidaturas.

Segundo o também embaixador de Angola na Etiópia, pretende-se que seja estabelecida uma base de trabalho conjunta, conducente à  adopção de uma estratégia de curto prazo, sobre a inserção de quadros nacionais na CUA, durante a fase um do Plano de Transição, que decorre.

Para o diplomata, “esta presença incipiente de Angola nas estruturas da UA não está alinhada nem à sua importância estratégia, enquanto Estado Membro, nem ao seu papel activo na prevenção, gestão e resolução de conflitos em África, para permitir o desenvolvimento e a integração económica no continente”.

Recordou que no seu Discurso à Nação, a 15 de Outubro de 2020, o Presidente da República, João Lourenço, frisou a questão da inserção dos quadros angolanos nas organizações Internacionais e regionais, no contexto da política externa de Angola.

Este pronunciamento, sublinhou, coincidiu com a aprovação pelo Conselho Executivo da UA de uma decisão de Outubro de 2020, relacionada com a operacionalização da primeira fase do Plano de Transição, da antiga para a nova estrutura da UA, para o segundo semestre de presente ano, que prevê o preenchimento de 78 vagas a nível do cargo de directores e chefes de divisão.

Para tal, a divulgação aos Estados Membros terá lugar após o recrutamento do Director-geral e do  Director para os Recursos Humanos , agendado para Maio próximo, esclareceu, citado por uma nota do Serviço de Imprensa da Embaixada de Angola na Etiópia.

Para o diplomata, a reunião virtual, em que participaram, responsáveis dos ministérios da Justiça e Direitos Humanos, do Interior, da Defesa Nacional, da Energia e Águas, da Cultura, Turismo e Ambiente, dos Transportes, da Polícia Nacional, e das Forças Armadas Angolanas “pode ser um passo no sentido da consecução do objectivo estratégico do Executivo, de inserção de quadros angolanos nas organizações internacionais”.

A seu ver, os cargos disponíveis para o Departamento dos Assuntos Políticos, Paz e Segurança são estratégicos para um país como Angola, com vantagens competitivas, por causa da sua experiência e envolvência na resolução de conflitos no continente.

Ao nível da posição de Director afiguram-se sugestivas candidaturas angolanas às direcções de Informação e Comunicação; Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos; Planeamento Estratégico; Secretaria-Geral da CUA; Gabinete Jurídico/Conselheiro Legal; Auditoria Interna da União Africana; Secretariado para o Fundo da Paz; Gabinete para Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos.

Ainda para a posição de Director abrem-se oportunidades para os Recursos Humanos; Programação, Orçamento, Finanças e Contabilidade; Cidadania e Diáspora; Gestão de Conflitos; Governação e Prevenção de Conflitos; Indústria Mineração e Empreendedorismo; Desenvolvimento Económico, Integração e Comércio; Infra-estruturas e Energia.

Relativamente à categoria de Chefe de Divisão, Angola pode habilitar-se à Divisão para análise Política, pesquisa e Coordenação da Agenda 2063; Planeamento, Monitoramento e Avaliação; Órgão de Política da UA; Documentação e Registo; Mediação e Diálogo; Operações de Apoio à Paz; Governação, Direitos Humanos e Constitucionalismo; Democracia e Eleições; Indústria, Inovação e Mineração; Investimento e Empreendedorismo; Turismo; Política Económica e Desenvolvimento Sustentável.

 

Igualmente para Chefe de Divisão existem possibilidades para Economia Azul; Ambiente Sustentável; Agricultura e Segurança Alimentar; Desenvolvimento Rural; Transporte e Mobilidade.

Como principais requisitos para ambos os casos exige-se como grau académico mínimo o Mestrado,  idade entre trinta e dois (32) e sessenta (60) anos, domínio fluente de pelo menos duas línguas de trabalho da organização (Português, Inglês, Francês, Árabe).

A nova realidade surge na sequência da 38ª Sessão Ordinária do Conselho Executivo, realizada em Fevereiro último, na qual os chefes das diplomacias africanas aprovaram o novo sistema de quotas, permitindo que Angola transite das anteriores trinta e nove (39) vagas para setenta e quatro (74).

Angola é um dos maiores contribuintes para o orçamento estatutário da UA, a par da Argélia, Egipto, Marrocos e Nigéria, porém está sub representado nas estruturas da organização continental, com apenas cinco (5) funcionários efectivos da Comissão da União Africana (CUA), colidindo com a regra que privilegia os maiores financiadores para o preenchimento de vagas.

De acordo com o Representante Permanente de Angola junto da UA, Francisco José da Cruz, a  reunião, co-organizada com a Direcção África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores, teve como objectivo trocar ideias para a inserção de um maior número de quadros angolanos, analisar o plano (em curso) de transição da CUA, assim como lançar a apresentação de propostas de candidaturas.

Segundo o também embaixador de Angola na Etiópia, pretende-se que seja estabelecida uma base de trabalho conjunta, conducente à  adopção de uma estratégia de curto prazo, sobre a inserção de quadros nacionais na CUA, durante a fase um do Plano de Transição, que decorre.

Para o diplomata, “esta presença incipiente de Angola nas estruturas da UA não está alinhada nem à sua importância estratégia, enquanto Estado Membro, nem ao seu papel activo na prevenção, gestão e resolução de conflitos em África, para permitir o desenvolvimento e a integração económica no continente”.

Recordou que no seu Discurso à Nação, a 15 de Outubro de 2020, o Presidente da República, João Lourenço, frisou a questão da inserção dos quadros angolanos nas organizações Internacionais e regionais, no contexto da política externa de Angola.

Este pronunciamento, sublinhou, coincidiu com a aprovação pelo Conselho Executivo da UA de uma decisão de Outubro de 2020, relacionada com a operacionalização da primeira fase do Plano de Transição, da antiga para a nova estrutura da UA, para o segundo semestre de presente ano, que prevê o preenchimento de 78 vagas a nível do cargo de directores e chefes de divisão.

Para tal, a divulgação aos Estados Membros terá lugar após o recrutamento do Director-geral e do  Director para os Recursos Humanos , agendado para Maio próximo, esclareceu, citado por uma nota do Serviço de Imprensa da Embaixada de Angola na Etiópia.

Para o diplomata, a reunião virtual, em que participaram, responsáveis dos ministérios da Justiça e Direitos Humanos, do Interior, da Defesa Nacional, da Energia e Águas, da Cultura, Turismo e Ambiente, dos Transportes, da Polícia Nacional, e das Forças Armadas Angolanas “pode ser um passo no sentido da consecução do objectivo estratégico do Executivo, de inserção de quadros angolanos nas organizações internacionais”.

A seu ver, os cargos disponíveis para o Departamento dos Assuntos Políticos, Paz e Segurança são estratégicos para um país como Angola, com vantagens competitivas, por causa da sua experiência e envolvência na resolução de conflitos no continente.

Ao nível da posição de Director afiguram-se sugestivas candidaturas angolanas às direcções de Informação e Comunicação; Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos; Planeamento Estratégico; Secretaria-Geral da CUA; Gabinete Jurídico/Conselheiro Legal; Auditoria Interna da União Africana; Secretariado para o Fundo da Paz; Gabinete para Gestão de Parcerias e Mobilização de Recursos.

Ainda para a posição de Director abrem-se oportunidades para os Recursos Humanos; Programação, Orçamento, Finanças e Contabilidade; Cidadania e Diáspora; Gestão de Conflitos; Governação e Prevenção de Conflitos; Indústria Mineração e Empreendedorismo; Desenvolvimento Económico, Integração e Comércio; Infra-estruturas e Energia.

Relativamente à categoria de Chefe de Divisão, Angola pode habilitar-se à Divisão para análise Política, pesquisa e Coordenação da Agenda 2063; Planeamento, Monitoramento e Avaliação; Órgão de Política da UA; Documentação e Registo; Mediação e Diálogo; Operações de Apoio à Paz; Governação, Direitos Humanos e Constitucionalismo; Democracia e Eleições; Indústria, Inovação e Mineração; Investimento e Empreendedorismo; Turismo; Política Económica e Desenvolvimento Sustentável.

 

Igualmente para Chefe de Divisão existem possibilidades para Economia Azul; Ambiente Sustentável; Agricultura e Segurança Alimentar; Desenvolvimento Rural; Transporte e Mobilidade.

Como principais requisitos para ambos os casos exige-se como grau académico mínimo o Mestrado,  idade entre trinta e dois (32) e sessenta (60) anos, domínio fluente de pelo menos duas línguas de trabalho da organização (Português, Inglês, Francês, Árabe).