UNITA acusada de promover instabilidade

 
  
Luanda – O antigo dirigente da UNITA, Amadeu da Conceição Faustino Cortez, acusou nesta sexta-feira, em Luanda, este partido político de promover manifestações para desacreditar o Governo e desestabilizar o país.

Conforme Amadeu Cortez, que se demarca desta organização, a UNITA "está a mobilizar antigos militares para realizarem mega manifestações e distúrbios", a fim de chamar a atenção das comunidades nacional e internacional sobre a realidade angolana.

Em conferência de imprensa, o antigo tenente-coronel dos Serviços de Inteligência da UNITA, com formação no Togo, na República Democrática do Congo (RDC) e na África do Sul, adiantou que antigos militares "têm sido aliciados" com promessas de enquadramento em altos escalões da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (FAA), caso o partido ganhe as Eleições Gerais de 2022.

Segundo o antigo director do gabinete de Sakaita Savimbi, um dos filhos do fundador do partido (Jonas Savimbi), o actual presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, "goza, internamente, de fraca simpatia, por não ter servido as forças armadas da UNITA (ex-FALA)" e por um suposto "comportamento divisionista".

Referiu que Adalberto Costa Júnior faz-se passar por vítima, sublinhando que já se receava da pretensão de dirigentes do partido servirem "interesses coloniais", por altura do XIII Congresso desta organização, que elegeu Adalberto Júnior presidente.

Amadeu Cortez, que também já foi da segurança de Jonas Savimbi, diz que se demarca da UNITA, igualmente, por estes (dirigentes) preterirem os interesses partidários e patrióticos a favor de supostas relações "familiares e de amiguismo".

 

 

Conforme Amadeu Cortez, que se demarca desta organização, a UNITA "está a mobilizar antigos militares para realizarem mega manifestações e distúrbios", a fim de chamar a atenção das comunidades nacional e internacional sobre a realidade angolana.

Em conferência de imprensa, o antigo tenente-coronel dos Serviços de Inteligência da UNITA, com formação no Togo, na República Democrática do Congo (RDC) e na África do Sul, adiantou que antigos militares "têm sido aliciados" com promessas de enquadramento em altos escalões da Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas (FAA), caso o partido ganhe as Eleições Gerais de 2022.

Segundo o antigo director do gabinete de Sakaita Savimbi, um dos filhos do fundador do partido (Jonas Savimbi), o actual presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, "goza, internamente, de fraca simpatia, por não ter servido as forças armadas da UNITA (ex-FALA)" e por um suposto "comportamento divisionista".

Referiu que Adalberto Costa Júnior faz-se passar por vítima, sublinhando que já se receava da pretensão de dirigentes do partido servirem "interesses coloniais", por altura do XIII Congresso desta organização, que elegeu Adalberto Júnior presidente.

Amadeu Cortez, que também já foi da segurança de Jonas Savimbi, diz que se demarca da UNITA, igualmente, por estes (dirigentes) preterirem os interesses partidários e patrióticos a favor de supostas relações "familiares e de amiguismo".