UNITA condena acção violenta contra polícia

  • Efectivos da Polícia Nacional em parada (arquivo)
Luanda - A UNITA condenou, esta sexta-feira, a atitude de jovens que agrediram agente da Polícia Nacional em plena via pública, na cidade de Cabinda.

Em nota, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA diz que tomou conhecimento, através das redes sociais, de imagens condenáveis e inaceitáveis, em que são vistos jovens a agredirem agente da Polícia Nacional em Cabinda. 

Em virtude do ocorrido e porque as agressões tiveram lugar na via pública, a UNITA espera que a Procuradoria-geral da República despolete os mecanismos a sua disposição e leve os jovens agressores às barras do Tribunal a fim de responderem, disciplinar e criminalmente pelos seus actos.

A par de Cabinda, caso de agressão contra agente da Polícia Nacional também aconteceu na província da Huíla.  

"A UNITA solidariza-se com os agentes da ordem agredidos em plena rua e louva a atitude dos mesmos de não terem feito justiça por mãos próprias, o que poderia degenerar numa violência de largas proporções e consequências incalculáveis", ressalta a nota.

Com efeito, exortou o povo angolano, em especial os jovens, a absterem-se de acções violentas contra os cidadãos sejam eles quem forem, muito menos contra a polícia ou outras autoridades instituídas.

"Somos um povo de brando costume e temos no diálogo a pedra angular da nossa convivência social há séculos", acrescenta.

A UNITA recomendou, ao Executivo angolano, a não descurar a necessidade de se desenvolverem campanhas de educação cívica, com vista a munir a juventude angolana de valores que concorram para a paz, dignidade da vida humana e respeito pelas instituições.

Em nota, o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA diz que tomou conhecimento, através das redes sociais, de imagens condenáveis e inaceitáveis, em que são vistos jovens a agredirem agente da Polícia Nacional em Cabinda. 

Em virtude do ocorrido e porque as agressões tiveram lugar na via pública, a UNITA espera que a Procuradoria-geral da República despolete os mecanismos a sua disposição e leve os jovens agressores às barras do Tribunal a fim de responderem, disciplinar e criminalmente pelos seus actos.

A par de Cabinda, caso de agressão contra agente da Polícia Nacional também aconteceu na província da Huíla.  

"A UNITA solidariza-se com os agentes da ordem agredidos em plena rua e louva a atitude dos mesmos de não terem feito justiça por mãos próprias, o que poderia degenerar numa violência de largas proporções e consequências incalculáveis", ressalta a nota.

Com efeito, exortou o povo angolano, em especial os jovens, a absterem-se de acções violentas contra os cidadãos sejam eles quem forem, muito menos contra a polícia ou outras autoridades instituídas.

"Somos um povo de brando costume e temos no diálogo a pedra angular da nossa convivência social há séculos", acrescenta.

A UNITA recomendou, ao Executivo angolano, a não descurar a necessidade de se desenvolverem campanhas de educação cívica, com vista a munir a juventude angolana de valores que concorram para a paz, dignidade da vida humana e respeito pelas instituições.