UNITA destaca Divisão Político-Administrativa do país

  • Moxico: Vista aérea de algumas artérias da cidade do Luena
Luena - O secretário provincial para os Assuntos Eleitorais da UNITA, no Moxico, Afonso António Ndumba, disse hoje, no Luena, que o projecto da Divisão Política-Administrativa (DPA) do país é “bem-vindo” para acelerar o desenvolvimento caso se efective a descentralização de poderes.

Afonso Ndumba falava após dissertar sobre “O papel das autarquias locais” nas II Jornadas Científicas promovidas pelo Seminário Maior de Filosofia “São José” do Luena, para quem o êxito da implementação da DPA passa pela governação central pôr em prática “os parâmetros da descentralização”.

O político entende que uma das razões para a implementação da DPA está ligada as distâncias que separam as capitais das cinco províncias abrangidas (Moxico, Cuando Cubango, Uige, Malange e Lunda Norte) dos municípios do interior.

“É uma medida bem-vinda desde que esta iniciativa do Executivo não tenha tendência eleitoralista”, alertou.

Exemplificou o caso do Moxico, constituído por regiões separadas com quase 600 kms, como é o município do Alto Zambeze, cujas estradas encontram-se em elevado estado de degradação.

Apesar de aplaudir a medida, Afonso Ndumba defendeu que a DPA teria mais “sucesso” se a sua implementação fosse antecedida da implantação das Autárquicas Locais, que permitiriam criar condições de infra-estruturais.

Cuando Cubango Moxico, Lunda Norte, Malanje e Uíge são as províncias contempladas no processo de Divisão Política Administrativa.

No caso do Moxico, a proposta da DPA prevê dissociá-la em três províncias. A primeira deverá congregar os municípios de Moxico (sede provincial), Camanongue, Léua e Cameia.

A segunda prevê aglutinar os municípios do Alto Zambeze, Luau e Luacano.
A terceira poderá agregar os municípios dos Bundas e de Luchazes.

Afonso Ndumba falava após dissertar sobre “O papel das autarquias locais” nas II Jornadas Científicas promovidas pelo Seminário Maior de Filosofia “São José” do Luena, para quem o êxito da implementação da DPA passa pela governação central pôr em prática “os parâmetros da descentralização”.

O político entende que uma das razões para a implementação da DPA está ligada as distâncias que separam as capitais das cinco províncias abrangidas (Moxico, Cuando Cubango, Uige, Malange e Lunda Norte) dos municípios do interior.

“É uma medida bem-vinda desde que esta iniciativa do Executivo não tenha tendência eleitoralista”, alertou.

Exemplificou o caso do Moxico, constituído por regiões separadas com quase 600 kms, como é o município do Alto Zambeze, cujas estradas encontram-se em elevado estado de degradação.

Apesar de aplaudir a medida, Afonso Ndumba defendeu que a DPA teria mais “sucesso” se a sua implementação fosse antecedida da implantação das Autárquicas Locais, que permitiriam criar condições de infra-estruturais.

Cuando Cubango Moxico, Lunda Norte, Malanje e Uíge são as províncias contempladas no processo de Divisão Política Administrativa.

No caso do Moxico, a proposta da DPA prevê dissociá-la em três províncias. A primeira deverá congregar os municípios de Moxico (sede provincial), Camanongue, Léua e Cameia.

A segunda prevê aglutinar os municípios do Alto Zambeze, Luau e Luacano.
A terceira poderá agregar os municípios dos Bundas e de Luchazes.