UNITA defende reconciliação efectiva

  • Presidente da Unita, Adalberto Costa Júnior
Luanda - O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, exortou, nesta quinta-feira, os angolanos de todos os partidos políticos e os sem filiação partidária a apoiarem uma "reconciliação efectiva e a consolidação da democracia e do Estado de direito" no país.

Em conferência de imprensa, dedicada ao 04 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, o político declarou que o pacto de reconciliação assinado em 2002, entre o MPLA e a UNITA, "não se deve limitar" aos militantes dos dois partidos.

"A Nação angolana é bem mais ampla do que os subscritores dos Acordos de Paz", expressou Adalberto Costa Júnior, sublinhando que o país precisa de consolidar e ampliar agora a sua frente patriótica unida, "porque a união faz a força".

Para si, o grande desafio que se coloca aos angolanos "é resgatar o Estado" daquilo que considera "oligarquia", defender a democracia e combater a corrupção e a impunidade.

De recordar que o combate à corrupção é um dos principais temas do Programa de Governo do MPLA, sufragado ao eleitor nas Eleições Gerais de 2017, e a "bandeira" da governação do Presidente da República, João Lourenço, desde o começo do seu mandato de cinco anos.

Conquanto, no entender do líder da UNITA, a nova geração deve trabalhar com os mais velhos, em paz e em harmonia, a fim de ajudar a "resgatar a Pátria". Para tal, recomendou, deve agir com perspicácia e determinação, nos marcos da Constituição e da Lei.

Ainda a esse respeito, Adalberto Costa Júnior disse, também, ser preciso tomar medidas mais corajosas e consensuais para se concretizar o processo de reconciliação entre o Estado angolano e as vítimas do 27 de Maio, entre outras medidas.

Noutro domínio da sua Declaração Política, Adalberto Costa Júnior referiu que "o Presidente da República deve ser o símbolo da unidade nacional", e exercer a sua magistratura de forma activa e isenta, em benefício de todos os angolanos.

"Na paz democrática não há poderes absolutos e imunes à fiscalização, nem há titulares de órgãos públicos que sejam irresponsáveis perante os seus actos", exprimiu.

Ao fazer uma incursão dos acordos de Alvor até aos dias de hoje, o presidente da UNITA disse que a paz que se celebra em Abril "não é ainda a paz justa e duradoura" intencionada pelos negociadores da paz, em Bicesse, nem pelos mais velhos".

"A paz de Abril é apenas um começo, símbolo, um dos marcos históricos do processo inacabado de construção do edifício da paz democrática, que deveria ter iniciado em 1975, mas que apenas começou em 1991', finalizou Adlaberto Costa Júnior.

Angola celebra a 4 de Abril 19 anos desde a assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a UNITA.

Este pacto marcou o fim definitivo da guerra no país, após 27 de conflito armado.

Adalberto da Costa Júnior é o terceiro presidente da UNITA, depois de Jonas Savimbi, e Isaías Samakuva, este último eleito depois da morte de Savimbi, em 2002.

Em conferência de imprensa, dedicada ao 04 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, o político declarou que o pacto de reconciliação assinado em 2002, entre o MPLA e a UNITA, "não se deve limitar" aos militantes dos dois partidos.

"A Nação angolana é bem mais ampla do que os subscritores dos Acordos de Paz", expressou Adalberto Costa Júnior, sublinhando que o país precisa de consolidar e ampliar agora a sua frente patriótica unida, "porque a união faz a força".

Para si, o grande desafio que se coloca aos angolanos "é resgatar o Estado" daquilo que considera "oligarquia", defender a democracia e combater a corrupção e a impunidade.

De recordar que o combate à corrupção é um dos principais temas do Programa de Governo do MPLA, sufragado ao eleitor nas Eleições Gerais de 2017, e a "bandeira" da governação do Presidente da República, João Lourenço, desde o começo do seu mandato de cinco anos.

Conquanto, no entender do líder da UNITA, a nova geração deve trabalhar com os mais velhos, em paz e em harmonia, a fim de ajudar a "resgatar a Pátria". Para tal, recomendou, deve agir com perspicácia e determinação, nos marcos da Constituição e da Lei.

Ainda a esse respeito, Adalberto Costa Júnior disse, também, ser preciso tomar medidas mais corajosas e consensuais para se concretizar o processo de reconciliação entre o Estado angolano e as vítimas do 27 de Maio, entre outras medidas.

Noutro domínio da sua Declaração Política, Adalberto Costa Júnior referiu que "o Presidente da República deve ser o símbolo da unidade nacional", e exercer a sua magistratura de forma activa e isenta, em benefício de todos os angolanos.

"Na paz democrática não há poderes absolutos e imunes à fiscalização, nem há titulares de órgãos públicos que sejam irresponsáveis perante os seus actos", exprimiu.

Ao fazer uma incursão dos acordos de Alvor até aos dias de hoje, o presidente da UNITA disse que a paz que se celebra em Abril "não é ainda a paz justa e duradoura" intencionada pelos negociadores da paz, em Bicesse, nem pelos mais velhos".

"A paz de Abril é apenas um começo, símbolo, um dos marcos históricos do processo inacabado de construção do edifício da paz democrática, que deveria ter iniciado em 1975, mas que apenas começou em 1991', finalizou Adlaberto Costa Júnior.

Angola celebra a 4 de Abril 19 anos desde a assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a UNITA.

Este pacto marcou o fim definitivo da guerra no país, após 27 de conflito armado.

Adalberto da Costa Júnior é o terceiro presidente da UNITA, depois de Jonas Savimbi, e Isaías Samakuva, este último eleito depois da morte de Savimbi, em 2002.