Unita pede rigor no exercício da actividade jornalística

  • Huambo: Secretária provincial da Unita,  Albertina Navita Ngolo
Huambo – A secretária da Unita na província do Huambo, Albertina Navita Ngolo, pediu hoje, quinta-feira, maior rigor no exercício da actividade jornalística, com base nos princípios exigidos pela procissão.

A dirigente político-partidária fez este pedido no final de uma visita que efectuou em alguns órgãos de comunicação social desta região, designadamente a emissora provincial do Grupo Rádio Nacional de Angola, a Rádio Ecclésia e a Agência Angola Press (ANGOP).

A propósito, disse ser importante que os jornalistas tenham maior compromisso com a profissão, tendo em conta a promoção de um jornalismo, cada vez mais imparcial, abrangente e transparente.

Segundo Albertina Navita Ngolo, só com um jornalismo transparente será possível garantir o pluralismo de expressão e a liberdade de imprensa, pressupostos indispensáveis a consolidação do Estado democrático e de direito, assim como da unidade e reconciliação nacionais.

Referiu que os profissionais de comunicação social devem adaptar-se à nova realidade sócio/política e económica que exige, acima de tudo, o exercício leal da actividade jornalística e, ao mesmo tempo, sentido patriótico, para a dinamização do desenvolvimento do país.

Contudo, considerou satisfatória a actuação dos órgãos de comunicação social na província do Huambo.

 

A dirigente político-partidária fez este pedido no final de uma visita que efectuou em alguns órgãos de comunicação social desta região, designadamente a emissora provincial do Grupo Rádio Nacional de Angola, a Rádio Ecclésia e a Agência Angola Press (ANGOP).

A propósito, disse ser importante que os jornalistas tenham maior compromisso com a profissão, tendo em conta a promoção de um jornalismo, cada vez mais imparcial, abrangente e transparente.

Segundo Albertina Navita Ngolo, só com um jornalismo transparente será possível garantir o pluralismo de expressão e a liberdade de imprensa, pressupostos indispensáveis a consolidação do Estado democrático e de direito, assim como da unidade e reconciliação nacionais.

Referiu que os profissionais de comunicação social devem adaptar-se à nova realidade sócio/política e económica que exige, acima de tudo, o exercício leal da actividade jornalística e, ao mesmo tempo, sentido patriótico, para a dinamização do desenvolvimento do país.

Contudo, considerou satisfatória a actuação dos órgãos de comunicação social na província do Huambo.