UNITA reafirma empenho para materializar alternância do poder

  • Presidente da Unita, Adalberto Costa Júnior
Luanda - O Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, reafirmou o empenho do seu partido em liderar uma ampla frente democrática para materializar a alternância do poder político em Angola, no quadro das eleições gerais previstas para 2022.

A UNITA, segunda força mais representada no Parlamento, luta para atingir o poder desde as primeiras eleições (legislativas) realizadas em 1992, ganhas pelo MPLA.

De igual modo, voltou a perder nas urnas, por altura das eleições de 2008, 2012 e 2017, vencidas pelo MPLA.

Para inverter esse quadro, os líderes da UNITA e do Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade, bem como o político Abel Chivukuvuku manifestaram, em Fevereiro, a predisposição para coordenarem esforços conjuntos para colocar o MPLA na oposição.

Adalberto Costa Júnior, que falava quinta-feira na Conferência sobre Desenvolvimento Inclusivo, Participativo, Regional, Económico e Sustentável, afirmou, noutra perspectiva, não ser possível abraçar o desenvolvimento sem garantir as liberdades individuais e colectivas.

O líder da UNITA defendeu também a necessidade de se ter um Estado de Direito e Democrático comprometido com o respeito pelos direitos humanos.

No entender do político, o crescimento económico e o bem-estar das populações exigem lideranças comprometidas com as liberdades e com a democracia.

Lembrou que desde 2014 Angola atravessa uma crise económica e financeira, com fortes consequências no tecido empresarial, nas famílias e na população, no em geral.

"O desemprego disparou, o PIB diminuiu drasticamente, ao mesmo tempo que a dívida pública cresceu imenso e ultrapassou o PIB”, adiantou.

Entretanto, dados do Governo apontam que a taxa de desemprego em Angola, no quarto trimestre de 2020, fixou-se em 30,6 por cento, uma diminuição de 8,9 por cento em relação ao trimestre anterior.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o Instituto Nacional de Estatística (INE) avança que Angola registou, no III trimestre de 2020, crescimento de 2,7%, em comparação com o II.

Para Adalberto Costa Júnior, a economia evoluiu em sentido inverso ao crescimento da população, que, para si, aumentou três vezes mais que o crescimento económico.

O político defendeu, na ocasião, a necessidade da preservação do ambiente e a recuperação das vias, a fim de melhorar a livre circulação de pessoas e bens.

Na conferência, uma iniciativa da UNITA, foram debatidos, entre outros temas, o “Desenvolvimento Inclusivo e Participativo”, bem como o “Desenvolvimento Regional e Sustentável”.

A UNITA, segunda força mais representada no Parlamento, luta para atingir o poder desde as primeiras eleições (legislativas) realizadas em 1992, ganhas pelo MPLA.

De igual modo, voltou a perder nas urnas, por altura das eleições de 2008, 2012 e 2017, vencidas pelo MPLA.

Para inverter esse quadro, os líderes da UNITA e do Bloco Democrático, Justino Pinto de Andrade, bem como o político Abel Chivukuvuku manifestaram, em Fevereiro, a predisposição para coordenarem esforços conjuntos para colocar o MPLA na oposição.

Adalberto Costa Júnior, que falava quinta-feira na Conferência sobre Desenvolvimento Inclusivo, Participativo, Regional, Económico e Sustentável, afirmou, noutra perspectiva, não ser possível abraçar o desenvolvimento sem garantir as liberdades individuais e colectivas.

O líder da UNITA defendeu também a necessidade de se ter um Estado de Direito e Democrático comprometido com o respeito pelos direitos humanos.

No entender do político, o crescimento económico e o bem-estar das populações exigem lideranças comprometidas com as liberdades e com a democracia.

Lembrou que desde 2014 Angola atravessa uma crise económica e financeira, com fortes consequências no tecido empresarial, nas famílias e na população, no em geral.

"O desemprego disparou, o PIB diminuiu drasticamente, ao mesmo tempo que a dívida pública cresceu imenso e ultrapassou o PIB”, adiantou.

Entretanto, dados do Governo apontam que a taxa de desemprego em Angola, no quarto trimestre de 2020, fixou-se em 30,6 por cento, uma diminuição de 8,9 por cento em relação ao trimestre anterior.

Já em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o Instituto Nacional de Estatística (INE) avança que Angola registou, no III trimestre de 2020, crescimento de 2,7%, em comparação com o II.

Para Adalberto Costa Júnior, a economia evoluiu em sentido inverso ao crescimento da população, que, para si, aumentou três vezes mais que o crescimento económico.

O político defendeu, na ocasião, a necessidade da preservação do ambiente e a recuperação das vias, a fim de melhorar a livre circulação de pessoas e bens.

Na conferência, uma iniciativa da UNITA, foram debatidos, entre outros temas, o “Desenvolvimento Inclusivo e Participativo”, bem como o “Desenvolvimento Regional e Sustentável”.